Festival Junino do São José Liberto comemora sua sexta edição com sucesso

Público lotou o Coliseu das Artes do ESJL. Foto: Ascom Igama
O Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto (ESJL) ficou lotado, no ultimo domingo (28), no encerramento do 6ª Festival Junino. As quadrilhas Amor Caipira (infantil), da Cremação, e Santa Luzia (adulto), do bairro do Jurunas, animaram o público que compareceu ao evento, promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Organização Social que gerencia o espaço e o programa Polo Joalheiro do Pará.

Miss Caipira Jhully Karla. Foto: Ascom Igama
Com alegria e sincronismo, as crianças da quadrilha da Cremação dançaram o tema “Amor Caipira no São João Moderno”. Na abertura da apresentação, a pequena Jhully Karla apresentou a coreografia que conquistou, este ano, o título de Miss Caipira na categoria infantil do concurso “Arraial de Todos os Santos”, promovido pela Fundação Cultural do Pará. No certame, a quadrilha Amor Caipira ficou em segundo lugar e também ganhou o prêmio de melhor coreografia – assinada por Magno e Beto.  

Com 15 pares, as crianças da quadrilha da Cremação tiveram como marcador o pequeno Leandro, Jeane Santos como Miss Simpatia e Gabriella Santos como Miss Mulata. “A gente participa a quatro anos desse festival e fica muito feliz em divulgar aqui a nossa cultura porque a gente trabalha com criança. Já estamos nos despedindo de São João com saudade”, comentou Bia Moncherry, presidente da quadrilha Amor Caipira.

Com o tema “Fogo” que destacou uma fogueira cenográfica e coreografia de Max Magno, a Quadrilha Santa Luzia, do bairro do Jurunas, encerrou o Festival Junino do ESJL com empolgação. O presidente e marcador Everaldo Magno levantou a plateia ao apresentar e conduzir os 16 pares da quadrilha, cuja apresentação foi aberta com a coreografia da Miss Caipira Ludmila Cardoso.

Com premiações em Belém e Ananindeua, este ano, a quadrilha ficou entre as 10 melhores no “Arraiá da Capitá 2015”, concurso realizado pela Prefeitura de Belém, por meio da Fundação Cultural de Belém (Fumbel).

Crianças e adultos aplaudiram as apresentações das quadrilhas, no final do evento, aberto no dia 21 de junho com a participação de quadrilhas Encantos e Roceiros, respectivamente, mirim e adulta, do bairro da Terra Firme.
O 6º Festival Junino do ESJL já é tradição nesse período.
Foto: Ascom Igama
O Festival Junino do ESJL, de acordo com a gerente de Eventos do Igama, Carmem Macedo, homenageia organizadores e integrantes das quadrilhas, que, direta o9u indiretamente, colaboram para manter a tradição da Quadra Junina no estado, por meio do trabalho incansável de dançarinos, costureiros, coreógrafos, designers, familiares e demais participantes. “Apesar das dificuldades, eles não medem esforços para ver suas quadrilhas brilharem, desenvolvendo um trabalho social exemplar e colaborando com a preservação das tradições juninas, juntamente com os Cordões de pássaros e Bois”, destacou a gerente.

Carmem Macedo lembrou, ainda, que para o segundo semestre de 2015 estão previstas, no Coliseu das Artes do ESJL, apresentações de grupos parafolclóricos paraenses, dentro do Projeto Ritmos do Pará, do Igama/ESJL. O objetivo, segundo ela, é ampliar a divulgação dos trabalhos destes grupos, valorizando o artista paraense, disponibilizando espaço e estrutura para divulgar as músicas e as danças folclóricas do Pará. 

Ascom Igama




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Polo Joalheiro do Pará ressignifica os desafios da capacitação profissional na economia criativa

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Em 2015, a meta é capacitar cerca de 700 empreendedores com execução de carga horária de 300 horas. Foto: Ascom Igama
O Programa Polo Joalheiro do Pará – Espaço São José Liberto (ESJL), dando continuidade à agenda de 2015, promoveu, de 24 a 26 de junho, no auditório do espaço, o curso “Outro olhar: a ressignificação do presente no design de joias contemporâneas”, com a designer paraense Clarisse Fonseca. A ação integra a agenda de qualificação profissional do Polo Joalheiro que, desde a sua criação, em 1998, adota estratégias para promover a profissionalização dos segmentos de joia e de moda, sendo destinada a empreendedores criativos participantes do programa e do Arranjo Produtivo Local (APL) de Gemas e Joias do ESJL, além de acadêmicos da área de moda oriundos de instituições parceiras.

As ações de qualificação profissional e de mercado do programa visam incrementar a competitividade e o fortalecimento das competências criativas e capacidades empreendedoras. Em 2015, a meta é capacitar cerca de 700 empreendedores com execução de carga horária de 300 horas. O Programa Polo Joalheiro do Pará desenvolve, além da agenda de qualificação profissional, uma extensa agenda de exposições e feiras, em parceria com agentes e instituições promotoras do desenvolvimento econômico do estado e do Brasil.

Dentro da programação anual de capacitação profissional de 2015, foram planejadas palestras, seminários, oficinas, cursos, workshops e encontros técnicos com a perspectiva de integrar tecnologias novas e clássicas, bem como conteúdos culturais e técnicos. Cerca de 50% destas ações já foram executadas.

De acordo com a diretora executiva do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama) e do ESJL/Polo Joalheiro, Rosa Helena Neves, a realização de workshops de geração de produtos é um exemplo de estratégia para promover e agregar valores de diferenciação da cultura local nas joias e acessórios de moda que serão criados para as novas coleções (2015/2016), a partir da reflexão sobre temas contemporâneos, como o lugar, o tempo, o mundo virtual e os valores de uma sociedade recombinada que também se pauta na diversidade.

“Pretendemos comunicar quais os valores que estão agregados a nossa nova coleção. Já desenvolvemos temáticas diversas, como a água, as lendas e a botânica. Hoje, outros temas são importantes de serem refletidos na produção de joias. Criamos e produzimos uma joia que reflete comportamentos e atitudes que ressignificam a sociedade, a história e a cultura”, explica Rosa Helena Neves.

Nesse sentido, foi realizado, em meados de junho, o Workshop Coleção de Joias 2015/2016, que prestou 28 atendimentos. Os alunos tiveram a oportunidade de trabalhar, individualmente, os conceitos de cada coleção, dentro de um tema geral e a partir de contribuições de abordagens com as quais a consultora do workshop, Regina Machado, do Rio de Janeiro, tem trabalhado.

A consultora trabalhou conceitos que envolvem o campo da comunicação, não só do design dos produtos, mas da construção do valor e do sentido identitário (qualidade que diz respeito à identidade, aquilo que identifica uma pessoa ou grupo) das peças, visando aumentar a competitividade no trânsito comercial. “Pensei em uma abordagem que pudesse ser originalmente paraense, amazônica, mas que possibilitasse um entendimento universal. É importante trabalharmos conceitos que possibilitem a criação de peças com inspirações locais, mas que possam emocionar globalmente”, comentou a consultora, que levou para os alunos a reflexão sobre o conceito “Design Global Contemporâneo”.

Regina Machado é arquiteta, mestre e doutora em Comunicação. Ela presta assessoria para algumas instituições, como o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais preciosos (IBGM), e já assinou a consultoria de outras coleções de joias e acessórios de moda do Polo Joalheiro do Pará. O resultado do workshop e de outras ações do programa poderá ser visto na “I Mostra Amazônia Design”, prevista para novembro deste ano, no ESJL, quando serão lançadas coleções de joias e acessórios de moda.

A consultora Regina Machado atende a designer Ivete Negrão.Foto: Ascom Igama
Ressignificação - Para Ivete Negrão, designer de joias e de acessórios de moda do Polo Joalheiro, que participou dos cursos com as consultoras Regina Machado e Clarisse Fonseca, as atividades são prazerosas e enriquecedoras, especialmente, pelo fato das ministrantes conhecerem de perto o trabalho desenvolvido pelo programa.


“A Regina sempre ajuda a engrandecer o nosso trabalho. Ajuda tanto a gente que não sentimos dificuldades para entender o conteúdo porque ela se expressa de forma bem fácil, nos atualizando das informações e facilitando a nossa pesquisa para, depois, podermos colocar tudo em prática, com adequação as nossas matérias-primas e mão-de-obra, realidade que ela conhece bem. Da mesma forma, a gente só espera o melhor da Clarisse, que sempre traz informações de fora e muito conhecimento”, comenta Ivete Negrão. 

De acordo com Brenda Lopes, designer de joias e acessórios de moda do Polo, o workshop com a consultora Regina Machado foi interessante pelo tema abordar um universo mais íntimo, mais identitário. “Acho essa abordagem ótima para a ‘I Mostra Amazônia Design’. Sobre o curso com a Clarisse, ele nos deu outro olhar sobre o produto, joias e acessórios de moda, também na contemporaneidade. Ambas nos mostram muito conteúdos e quesitos importantes na hora do saber fazer”, pontua.
Atendimentos personalizados: a designer Brenda Lopes (e) com Regina Machado (d).
Foto: Ascom Igama
Graduada em Design, mestre em Artes e doutoranda em Design pela Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Clarisse Fonseca prestou consultoria ao Polo Joalheiro por vários anos, antes de viajar para a capital carioca, em 2014. O curso “Outro olhar: a ressignificação do presente no design de joias contemporâneas”, segundo ela, foi pensado para estimular e proporcionar mais diálogo entre os designers, que vivem em um ritmo de criação muito intenso.

“Foi uma oportunidade para refletirmos sobre em que momento estamos na nossa própria produção de joias e acessórios contemporâneos para, a partir daí, propor uma reflexão sobre o processo criativo e sobre como nos percebemos nele”, avalia Clarisse Fonseca, em relação a esse despertar para dentro quando tantos se preocupam em procurar tendências e o que está fora. “As pessoas dialogaram muito aqui, trocaram anseios, desejos e conclusões positivas de tudo o que contraíram junto com o Polo Joalheiro, enquanto imagem, identidade e produto joia e acessório de moda”, completou.
A consultora Clarisse Fonseca abordou "outros olhares" para joias e acessórios contemporâneos. Foto: Ascom Igama
Cerca de 30 pessoas participaram do curso, entre segmentos de moda e de joia, incluindo, além dos integrantes do programa, acadêmicos da área de moda das seguintes instituições parceiras: Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (Iesam), Estácio de Sá – FAP, Universidade da Amazônia (Unama), Universidade do Estado do Pará (Uepa) e Faculdades dos Estudos Avançados no Pará (Feapa).

Segundo a direção do Programa Polo Joalheiro do Pará, parcerias com instituições de ensino que oferecem cursos voltados para a área de Desing têm sido fortalecidas no sentido de construir um “laboratório de trocas de experiências” que permitam a concretização de workshops, concursos, desfiles, oficinas, exposições, feiras, dentre outras iniciativas que visam oferecer ao estudante de design a experiência real de um empreendedor. 

Consumo consciente - Além do incentivo aos novos criadores, segundo a diretora Rosa Helena Neves, o Polo Joalheiro tem apoiado e pretende continuar estimulando iniciativas para a geração, criação e circulação de produtos sustentáveis, como, por exemplo, as gemas vegetais e as joias geradas por processos de aproveitamento de subprodutos e resíduos da ourivesaria, com destaque para a coleção “Metal-morfose”, lançada em 2014, projetos desenvolvidos pelo mestre ourives e pesquisador Paulo Tavares.  

"Cores dos Minerais", maxicolar em prata com incrustação paraense. Criação de Argemiro Munoz, coleção "Metal-morfose", inovação do pesquisador Paulo Tavares. Foto: Igama Divulgação
A preocupação com o consumo consciente é uma nova área de estudo e investimentos da agenda anual do programa. A proposta consiste em oportunizar ao público consumidor de joias o acesso gratuito a cursos que promovam conhecimento sobre o assunto, abrangendo temas como a preservação de joias. Os cursos que serão oferecidos no segundo semestre permitirão a este consumidor a rara experiência em compreender alguns processos de criação e produção de joias e quais são os requisitos necessários para efetivar uma compra justa de joias.

Cursos específicos e inéditos, como o de Acabamentos em Joias e o de Precificação, também foram incluídos na agenda, com o objetivo de buscar soluções para problemas comuns e persistentes na produção e comercialização das joias, que podem comprometer a qualidade do produto e do serviço.

Outro foco da agenda é o aperfeiçoamento dos “métiers” (meio específico de uma determinada categoria profissional), dentre eles, o trançado em fibras, as gemas vegetais e a ourivesaria artesanal, bem como dos workshops de geração de produtos, que estimularão a pesquisa de inovações com matérias-primas e conteúdos culturais na criação e produção de joias artesanais.

Rede de parceiros - Com crescente reconhecimento dentro e fora do Pará, a joia artesanal produzida na região tem favorecido, direta e indiretamente, designers, ourives, lapidários, produtores, entre outros profissionais. Para alcançar estes resultados, é essencial a promoção de atividades que gerem o aprimoramento do olhar e o estímulo à capacidade criativa dos empreendedores, atualizando-os sobre mercado, novas tendências, técnicas e conceitos. 

Para a execução dessas estratégias e diretrizes foram firmadas parcerias entre o Governo do Estado - por meio da mantenedora do Polo e do ESJL, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), e da OS gestora do programa e do espaço, o Igama – e uma rede de instituições que têm atuação nessas áreas técnicas, como o Serviço Brasileiro de Apoio aos Micro e Pequenos Empresários (Sebrae), o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) e instituições públicas e particulares de ensino superior do Estado.

Com esse foco, as atividades de qualificação, projetadas para 2015 e 2016, têm priorizado a profissionalização de novos criadores nas áreas de design de joias, moda e demais segmentos destes setores criativos. Para estas ações foram agrupadas atividades como ciclos de palestras, seminários, oficinas, cursos, workshops, consultorias e encontros setoriais de joias e moda.

Para o ano de 2015 foram construídas agendas integradas com o Sebrae nas seguintes áreas: qualificação profissional, gestão e mercado, inovação e gestão tecnológica, com perspectiva de assegurar o aperfeiçoamento e avanço de inovação na produção de joias sustentáveis.

A direção do Igama/ESJL informa, ainda, que o investimento na melhoria da qualidade dos produtos continua na pauta da agenda anual, onde estão mantidas atividades de avaliação das joias da loja incubadora (Loja Una) e será criado um serviço da mesma natureza para o setor de moda. Atualmente, existe um espaço reservado para a comercialização destes produtos, situado na Casa do Artesão do espaço, que deve ser ampliado para se tornar, posteriormente, uma loja de acessórios de moda.  

Serviço
Mais informações sobre a programação da Agenda 2015/2016 do Programa Polo Joalheiro do Pará com o Núcleo de Desenvolvimento Tecnológico e Organizacional (NDTO) do Igama, nos telefones: (91) 3344-3518 e 3344-3500.

Leia também: Curso no Polo Joalheiro capacita profissionais e acadêmicos

Ascom Igama




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Festival Junino do São José Liberto se encerra no próximo domingo

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Abertura do Festival Junino do ESJL. Foto: Ascom Igama
O 6ª Festival Junino do Espaço São José Liberto se encerra no próximo domingo (28), a partir das 17h, no Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto. As atrações serão as quadrilhas Amor Caipira (infantil), da Cremação, e Santa Luzia (adulto), do bairro do Jurunas, que mostrarão, respectivamente, fantasias com os temas “Amor Caipira no São João Moderno” e “Fogo”. Com entrada franca, o evento é opção para as crianças, que brincam e dançam no anfiteatro do espaço, nos intervalos das apresentações.

As quadrilhas Amor Caipira e Santa Luzia levarão 16 pares, cada uma, e devem repetir o espetáculo da abertura do evento, do último dia 21. Na ocasião, as quadrilhas Encantos da Terra Firme e Roceiros da Terra Firme levaram 26 casais e empolgaram o público. Com seis anos de existência, a quadrilha mirim “Encantos” teve como destaque o marcador Eric, que foi classificado para a final do concurso junino promovido pela Fundação Cultural do Pará (FCP).
Com 20 anos de existência, a “Roceiros da Terra Firme” participa desde a primeira edição do festival junino do São José Liberto. A quadrilha acumula premiações em concursos e resultados positivos do trabalho social que desenvolve durante o ano inteiro na Terra Firme. Este ano, a quadrilha conquistou o primeiro lugar, entre quatro grupos participantes, em concurso no bairro Canudos.
Miriam Vilhena com Eric. Foto: Ascom Igama 
“Acho o festival maravilhoso. As famílias participam em peso e as crianças se divertem. É bem organizado e nós somos tratados, aqui, como reis, rainhas, príncipes e princesas. É uma parceria maravilhosa!”, comenta Miriam Vilhena, vice-presidente das quadrilhas da Terra Firme. A iniciativa envolve todos os familiares, dentre eles Ananias Jairo Vilhena, o coreógrafo das quadrilhas desde a fundação. Entre as coreografias das Misses Simpatia, Caipira e Mulata Cheirosa, criadas, este ano, por Jairo e exibidas no São José Liberto, estavam a “Rainha do Baião” e “Rainha do Forró”.
Muitas famílias entraram no clima junino e compareceram vestidas a caráter na abertura do festival, como a engenheira agrônoma Maryhelen Benjamim, que foi ao evento com o seu filho, Miguel Ângelo, de 2 anos. “A gente sempre vem aos eventos do polo. Viemos em todas as festinhas de carnaval e estamos acompanhando a quadra junina”.
A engenheira agrônoma Maryhelen Benjamim foi ao festival com seu filho. 
Foto: Ascom Igama
As apresentações também agradaram a médica Marília Gabriela Luz e seu marido, o professor Lucival Cursino de Jesus Júnior, que levaram sua filha, Beatriz, para o festival. “Muito legal, muito bom mesmo!”, comentou a médica, com a aprovação do seu marido. Há mais de quatro anos eles participam dos eventos promovidos pelo ESJL.
“No último domingo foi uma festa linda do nosso calendário de eventos. Com a mesma satisfação e alegria, esperamos que todos venham ao São José Liberto no dia 28”, diz a gerente de Eventos do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Carmem Macedo. O Igama é a organização social que gerencia o Espaço São José Liberto e o Polo Joalheiro, que são mantidos pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama.
Serviço: o 6º Festival Junino do São José Liberto se encerra no próximo domingo (28), a partir das 17h, no Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto (Praça Amazonas, s/n, Jurunas), com apresentações das quadrilhas Amor Caipira (infantil) e Santa Luzia (adulto). Entrada franca.
Ascom Igama




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Revista PZZ destaca inovação do Polo Joalheiro do Pará

Imagens: Reprodução
Com o título “Metal-morfose: a alquimia que transforma resíduos em joias”, a Revista PZZ de junho de 2015 destaca o trabalho do mestre ourives e pesquisador, Paulo Tavares, do Programa Polo Joalheiro do Pará, mantido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama.

A matéria especial mostra a inovação desenvolvida por Paulo Tavares e pode ser lida nas páginas 24, 25, 26 e 27, 28 e 29 da edição de número 20 da revista especializada em arte e cultura do Pará.

A diretoria executiva da publicação bimensal da Editora Resistência é de Carlos Pará e Fábio Santos. A revista pode ser encontrada nas principais bancas da capital e na versão virtual - http://migre.me/qs5vi



Ascom Igama 




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Jornal O Liberal destaca 6º Festival Junino do ESJL

O 6ª Festival Junino do Espaço São José Liberto (ESJL) foi destaque no caderno Cidades do jornal O Liberal - Organizações Romulo Maiorana (ORM) desta segunda-feira, 22. 

Com o título "Quadrilhas Juninas da Terra Firme fazem bonito no São José Liberto", a matéria falou sobre a abertura do evento, no Coliseu das Artes doespaço, no último domingo, 21, que teve como atração as quadrilhas Encantos e Roceiros da Terra Firme. 

O festival segue até o próximo domingo, 28, no Coliseu das Artes, onde haverá apresentação das quadrilhas Amor Caipira, da Cremação, e Santa Luiza, do bairro do Jurunas, a partir das 17 horas, com entrada franca.  

Imagem: reprodução 
Ascom Igama




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Revista de circulação nacional destaca evento no São José Liberto

Confira, abaixo, a matéria publicada na Revista Dança Brasil, edição de maio de 2015 (nº 281), que destaca a programação dos 20 anos da Cia Tribos Ballet Teatro, dirigida e produzida por Mauricio Quintairos​ e Darley Quintas​, que teve como um dos palcos, o Espaço São José Liberto - Polo Joalheiro do Pará, no mês de abril de 2015. A revista, uma publicação mensal da DB Editora, é especializada em dança e distribuída através de assinatura, bem como em eventos da área e lojas de artigos de dança do país e exterior. A direção da Revista Dança Brasil é de Eleusa Lourenzoni​ e o editor e jornalista responsável é Ivan Grandi​.  

                                         Imagem: reprodução

Ascom Igama




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São José Liberto recebe Festival Junino neste domingo

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Eliana Pinheiro e sua filha, puxando a Quadrilha Cheiro do Pará, do Jurunas. 
Foto: Igama Divulgação
O Espaço São José Liberto (ESJL) promove o tradicional Festival Junino, que chega a sua sexta edição com apresentações de quadrilhas mirins e adultas, para celebrar o mês das festas de Santo Antônio, São João e São Pedro. O 6º Festival Junino será realizado nos dias 21 e 28 de junho (domingo), a partir das 17h, no Coliseu das Artes do ESJL. A entrada é franca.
A produção e coordenação do festival é da gerente de Eventos do espaço, Carmem Macedo. A gerente lembra que a iniciativa é uma grande confraternização, que cresce a cada ano, promovendo a cultura, o folclore e a tradição do período, com alegria e beleza para todos que participam e para o público que comparece ao evento.
Sempre prestigiado, além das quadrilhas juninas, ao longo dos anos o festival tem promovido também apresentações de grupos folclóricos da capital e Região Metropolitana de Belém (RMB), divulgando e valorizando o trabalho que as comunidades dos bairros desenvolvem, o ano inteiro, com crianças, adolescentes e adultos.
O Coliseu das Artes, local reservado para apresentações e eventos artísticos, culturais e sociais, será, novamente, o palco do Festival Junino. Este ano, haverá apresentação de quatro quadrilhas, oriundas de três bairros da capital paraense: Encantos da Terra Firme (mirim), Roceiros da Terra Firme (adulta), Santa Luzia, quadrilha infantil do Jurunas, e Amor Caipira (adulta), do bairro da Cremação.
O 6º Festival Junino do ESJL é uma promoção do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Organização Social que gerencia o espaço e o programa.
Miss caipira Fernanda Vilhena e sua mãe Andréa Verçosa no Festival Junino do Espaço São José Liberto. Foto: Carlos Sodré AG PARÁ
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Exposição de fotografias fala de projetos sociais no Polo Joalheiro

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A exposição fica instalada no Coliseu das Artes do ESJL até o dia 2 de julho. Foto: Ascom Igama
Foi lançada nesta quinta-feira (18), no Espaço São José Liberto, a exposição fotográfica Expedição Imerys, concurso que premiou os autores das duas melhores fotografias com uma viagem para participar do lançamento da exposição na Argentina. Foram mais de 140 inscrições dentre os quais, 56 foram selecionados para registrar os projetos sociais da Imerys, mineradora que atua com caulim no município de Barcarena.

Vinte fotografias fazem parte da mostra que ficará no Polo Joalheiro até o dia 02 de julho e depois passará pela Argentina e França. As imagens foram avaliadas por um júri composto pelo gerente geral de Caulim da América do Sul, Marcos Moreira e os convidados: o artista plástico paraense Emmanuel Franco e o mestre em gestão cultural argentino Javier Vázquez. O lançamento contou com a presença do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), José Fernando Gomes: “Esse trabalho da Imerys vem ao encontro de tudo que as empresas fazem junto às comunidade no seu entorno, além de incentivar a cultura e a arte, é uma iniciativa maravilhosa”.

Para fazer as imagens, os fotógrafos foram diversas vezes ao município de Barcarena registrar os projetos sociais da Imerys, como o Tambores do Conde, grupo de percussão que existe desde 2009 e já gravou cd e dvd, as duas Casa Imerys, que concentram cursos profissionalizantes, de balé de karatê para crianças, o Ampagesta, que atende grávidas da região e o Criança e Arte que investe na educação infanto-juvenil.
Detalhe da mostra. Foto: Ascom Igama

A psicóloga Bárbara Sordi venceu com uma foto da dança para a terceira idade, realizada na Casa Imerys e conta que essa foi sua primeira saída fotográfica: “Eu ganhei uma câmera do meu namorado, que também é fotógrafo e ele que me inscreveu no concurso. Amei conhecer os projetos e para mim essa vivência foi maravilhosa”.

Para Javier Vázquez, a diversidade do material o impressionou tanto pela qualidade, quanto pela técnica: “As propostas estão dentro do marco de fotografia tradicional. Para escolher as vencedoras, me baseei no olhar livre, mas conectado com a realidade do meio no qual acontecem as atividades. Assim identifiquei as histórias que os pequenos gestos evocam”.

Para Juliana Carvalho, coordenadora de Comunicação da empresa, foi muito bom saber que tantas pessoas tiveram interesse em participar do concurso. “A Expedição é um sonho que está se realizando. Sempre dizemos aos participantes como é bom esse contato com pessoas de comunidades de todas as faixas etárias e de como isso é enriquecedor”, ressalta.

Clara Segón, coordenadora de Relações com a Comunidade da Imerys, com Yan Faria dos Santos, um dos dois vencedores do concurso e o artista plástico Emmanuel Franco.
Fotógrafo Turiano Neto, um dos vencedores do concurso. Foto: Ascom Igama

Serviço 
Exposição fotográfica “Expedição Imerys” 
Período: 18/06 a 02/07. 
Local:  Espaço São José Liberto – Polo Joalheiro - Praça Amazonas – Jurunas.
Entrada gratuita 

Texto: Iaci Gomes - Temple

Fotos: Ascom Igama  




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Roda de Dança no Espaço São José Liberto

Participe das Danças Circulares no Espaço no São José Liberto - Polo Joalheiro do Pará. A próxima roda será realizada no domingo, 21´de junho, a partir das 10h. 

A coordenação é de Ana Lúcia Rubim, médica, psicoterapeuta e focalizadora de danças circulares, com apoio do Instituto Ocara, Roda de Hera e Espaço São José Liberto. Entrada franca.


Ascom Igama




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Cuias criadas pelo artesão Turaj Sharif serão destaque no JL2 da TV Liberal

Turaj Sharif mostra seu artesanato. Foto: Ascom Igama
Cuias criadas por Sharif. Foto: Ascom Igama 

Cuias criadas pelo artesão Turaj Sharif, de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém (RMB), serão destaque esta semana, no Jornal Liberal 2ª Edicção (JL2), da TV Liberal (canal 7), Organizações Romulo Maiorana (ORM), veiculado de segunda a sexta, a partir das 19h. O artesanato foi declarado Patrimônio Cultural do Brasil, na última quinta-feira (11), pelo Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Na equipe do JL2 estavam a repórter Nathália Kahwage, o repórter cinematográfico Ismar Antônio e o auxiliar Edmilson Luz. Turaj Sharif é um dos 10 artesãos paraenses responsáveis, atualmente, pela produção do artesanato de cuia  comercializado na Casa do Artesão do Espaço São José Liberto – Programa Polo Joalheiro do Pará, referência em artesanato paraense.

Equipe da TV Liberal com artesão no Coliseu das Artes do ESJL. Foto: Ascom Igama 
As cuias são algumas das várias tipologias expostas para comercialização na Casa do Artesão, que reúne artesanato oriundo de todas as regiões do Estado e produzido por mais de 700 artesãos cadastrados no programa.

As cuias pintadas e grafitadas expostas para comercialização no São José Liberto passam por uma curadoria e são produzidas, atualmente, pelos seguintes artesãos de Belém, Ananindeua e Marituba, na RMB, e de Santarém, no Baixo Amazonas: Rúbia Goreth Maduro, Lúcia Cândida Costa, Rita Furtado, Dejane do Vale, Maria Laura da Cruz, Rosângela Soeiro, Pollyanna da Silva, José Sérgio Soares de Lima, Turaj Sharif Pour e Izaias Lopes.

O espaço e o programa são mantidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), OS que gerencia o espaço e o programa.


Ascom Igama




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TV Cultura vai mostrar cuias pintadas da Casa do Artesão

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Cuias pintadas são expostas para comercialização na Casa do Artesão do ESJL.
Foto: Ascom Igama

Uma equipe do Jornal Cultura, da TV Cultura/Rede Cultura de Comunicação – Funtelpa esteve no Espaço São José Liberto no início da tarde desta terça-feira, 16, para produzir uma matéria especial sobre cuias pintadas, artesanato declarado Patrimônio Cultural do Brasil, na última quinta-feira (11), pelo Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Na equipe da TV Cultura estavam a repórter Ana Tereza Brasil, o repórter cinematográfico Daniel Barroso e o motorista José Luiz Moreira. Ana Tereza conversou com Rosa Helena Neves, diretora executiva do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), OS que gerencia o espaço e o programa, mantidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama.

A repórter Ana Tereza conversou sobre o assunto com Rosa Helena Neves, 
diretora executiva do ESJL/Polo Joalheiro e do Igama. Foto: Ascom Igama

Cerca de 10 artesãos paraenses são responsáveis, atualmente, pela produção do artesanato de cuia pintada, comercializado na Casa do Artesão do Espaço São José Liberto – Programa Polo Joalheiro do Pará, referência em artesanato paraense. As cuias da Casa do Artesão são algumas das tipologias expostas para comercialização no local, que reúne artesanato oriundo de todas as regiões do Estado e produzido por mais de 700 artesãos cadastrados no programa.

As cuias pintadas expostas para comercialização no São José Liberto passam por uma curadoria e são produzidas, atualmente, pelos seguintes artesãos da Região Metropolitana de Belém (RMB) e do Baixo Amazonas: Rúbia Goreth Maduro, Lúcia Cândida Costa, Rita Furtado, Dejane do Vale, Maria Laura da Cruz, Rosângela Soeiro, Pollyanna da Silva, José Sérgio Soares de Lima, Turaj Sharif e Izaias Lopes – que também foi entrevistado pela equipe da Rede Cultura de Comunicação.

O Jornal Cultura é veiculado de segunda a sexta, às 18h30, na TV Cultura, canal 2. Na internet, o programa pode ser assistido pelo link bit.ly/1fPg6BY.

Ascom Igama




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Polo Joalheiro promove workshop para gerar coleção de joias 2015/2016

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Consultora Regina Machado (RJ). Foto: Ascom Igama

O Espaço São José Liberto (ESJL) – Polo Joalheiro do Pará realiza, a partir desta terça-feira, 16, até sexta, 19, das 14h às 18h, no auditório do local, o Workshop Coleção de Joias 2015/2016. A inciativa conta com a consultoria e a experiência de Regina Machado, do Rio de Janeiro, arquiteta, mestre e doutora em Comunicação e Cultura.

Em sintonia com as tendências do mercado da joalheria contemporânea, a ação pretende criar instrumentos de design que possam agregar valores de diferenciação da cultura local à produção das joias do Pará, visando aumentar a sua competitividade no seu trânsito comercial. 

O resultado do workshop poderá ser visto na “I Mostra Amazônia Design 2015/2016”, prevista para se realizar no ESJL, no mês novembro de 2015, quando a coleção de joias será lançada.

Na abertura do workshop será realizada uma “palestra inspiracional”, seguida de dinâmica sobre o desenvolvimento do conceito a ser trabalhado. De quarta a sexta-feira, serão realizadas clínicas individualizadas com os participantes.

Destinado a empreendedores criativos dos segmentos de gemas e joias participantes do Programa Polo Joalheiro e do Arranjo Produtivo Local (APL) de Gemas e Joias do ESJL, o workshop integra a Agenda 2015 de Qualificação e Capacitação do Espaço São José Liberto, que promove a inclusão sócio produtiva no mercado, bem como a melhoria da qualidade dos produtos e da gestão dos negócios.

Regina Machado é consultora do Polo Joalheiro do Pará e de ações do ESJL, como, por exemplo, nas consultorias prestadas no Workshop de Geração de Produtos de Joalheria – Coleção 2013/2014 e para o VII e o VIII Pará Expojoia Amazônia Design, que tiveram como temas “Metamorfose Preciosa da Amazônia” e “O Luxo da Natureza e da Cultura Amazônica”.

Regina é consultora para desenvolvimento de produtos de design, pesquisadora de tendências e autora de artigos científicos e livros especializados sobre design de joias, dentre eles o “Joia do Rio”. Ela também presta consultoria de Design e Estilo ao Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM).

O workshop é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), em parceria com o IBGM e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Pará).

Ascom Igama




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Cuias pintadas da Casa do Artesão serão mostradas no SBT Brasil

                                                                                                      Veja mais fotos em nosso álbum 
Cuias pintadas comercializadas na Casa do Artesão do ESJL.
Foto: Ascom Igama  
Uma matéria especial sobre cuias pintadas, artesanato declarado Patrimônio Cultural do Brasil, na última quinta-feira (11), pelo Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), será veiculada nas próximas edições do telejornal SBT Brasil, programa do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) - canal 5 (SBT Pará), que vai ao ar aos sábados, às 19h45, com reprise às segundas-feiras.

Cerca de 10 artesãos paraenses são responsáveis, atualmente, pela produção do artesanato de cuia pintada comercializado na Casa do Artesão do Espaço São José Liberto – Programa Polo Joalheiro do Pará. O local foi um dos pontos visitados pela equipe de reportagem do SBT Pará, que mostrará as cuias da Casa do Artesão, referência em artesanato paraense ao reunir tipologias de todas as regiões do Estado, produzidas por mais de 700 artesãos cadastrados no programa.

Darlene Brito, gerente comercial do Igama.
Foto: Ascom Igama
Formada pelo repórter Henrique Miranda, o repórter cinematográfico Jorge Paixão e o auxiliar Márcio Viana, a equipe do SBT conversou, na tarde deste sábado, com paraenses e turistas que visitam o espaço. O repórter também falou com Darlene Brito, gerente comercial do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), OS que gerencia o espaço e o programa, mantidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama. 
     
As cuias pintadas expostas para comercialização no São José Liberto passam por uma curadoria e são produzidas, atualmente, pelos seguintes artesãos: Rúbia Goreth Maduro, Lúcia Cândida Costa, Rita Furtado, Dejane do Vale, Maria Laura da Cruz, Rosângela Soeiro, Pollyanna da Silva, José Sérgio Soares de Lima, Turaj Sharif e Izaias Lopes.
Visitantes do ESJL falaram sobre a cuia.
Foto: Ascom Igama
O artesanato é especialidade do mestre artesão Izaias Lopes, que também concedeu entrevista para o programa. Com 40 anos de experiência na área e natural de Belém, ele trabalha com o artesanato desde 1974 e, há seis anos, encantou-se pelas cuias (ou coités), matéria-prima regional que existe em abundância na região do Rio Quianduba, em Abaetetuba, no Baixo Tocantins.

As inspirações são a arte rupestre, marajorara, tapajônica e africana. Os desenhos são baseados nos registros dos sítios arqueológicos ao longo dos rios Trombetas e Xingu, e nas regiões de Prainha, Monte Alegre, Alenquer e Serras das Andorinhas. As cuias de coité pintadas a mão, com temática rupestre, do mestre Izaias foram citadas em um livro de arte popular, publicado em 2008 e considerado referência no assunto. 


Ascom Igama





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Casa do Artesão do São José Liberto expõe produção artesanal de cuias


O mestre artesão Izaias Lopes cria cuias pintadas. Foto: Ascom Igama
A prática artesanal de fazer cuias foi declarada Patrimônio Cultural do Brasil, na última quinta-feira (11). A proposta para o pedido de registro do modo de fazer cuias do Baixo Amazonas, no Pará, foi avaliada durante a 79° reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Brasília.
A Casa do Artesão do Espaço São José Liberto – Programa Polo Joalheiro do Pará, referência em artesanato paraense, expõe para comercialização as cuias pintadas, artesanato oriundo de todas regiões do Estado, reunindo cerca de 45 tipologias.
As cuias pintadas do Espaço São José Liberto, segundo o Núcleo de Produção e Comercialização do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), são produzidas por dez artesãos paraenses cadastrados no programa: Rúbia Goreth Maduro, Lúcia Cândida Costa, Rita Furtado, Dejane do Vale, Maria Laura da Cruz, Rosângela Soeiro, Pollyanna da Silva, José Sérgio Soares de Lima, Tourai Sharif Pour e Izaias Lopes.
As cuias pintadas são especialidade do mestre artesão Izaias Lopes. Com 40 anos de experiência na área e natural de Belém, ele trabalha com o artesanato desde 1974 e, há seis anos, encantou-se pelas cuias (ou coités), matéria-prima regional que existe em abundância na região do Rio Quianduba, em Abaetetuba, no Baixo Tocantins.
As inspirações são a arte rupestre, marajorara, tapajônica e africana. Os desenhos são baseados nos registros dos sítios arqueológicos ao longo dos rios Trombetas e Xingu, e nas regiões de Prainha, Monte Alegre, Alenquer e Serras das Andorinhas. As cuias de coité com temática rupestre e pintadas a mão do mestre Izaias foram citadas em um livro de arte popular, publicado em 2008 e considerado referência no assunto.
A Casa do Artesão do São José Liberto, mantido pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama, funciona de terça-feira a sábado, das 9h às 18h30, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.
Cuias pintadas pelo pelo mestre artesão Izaias Lopes, inspiradas no Guaraná e na Arte Rupestre.
Fotos: João Ramid AIB




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