| Público lotou o Coliseu das Artes do ESJL. Foto: Ascom Igama |
O Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto (ESJL) ficou
lotado, no ultimo domingo (28), no encerramento do 6ª Festival Junino. As
quadrilhas Amor Caipira (infantil), da Cremação, e Santa Luzia (adulto), do
bairro do Jurunas, animaram o público que compareceu ao evento, promovido pelo
Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico,
Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia
(Igama), Organização Social que gerencia o espaço e o programa Polo Joalheiro
do Pará.
| Miss Caipira Jhully Karla. Foto: Ascom Igama |
Com alegria e sincronismo, as crianças da quadrilha da
Cremação dançaram o tema “Amor Caipira no São João Moderno”. Na abertura da apresentação,
a pequena Jhully Karla apresentou a coreografia que conquistou, este ano, o título
de Miss Caipira na categoria infantil do concurso “Arraial de Todos os Santos”,
promovido pela Fundação Cultural do Pará. No certame, a quadrilha Amor Caipira
ficou em segundo lugar e também ganhou o prêmio de melhor coreografia –
assinada por Magno e Beto.
Com 15 pares, as crianças da quadrilha da Cremação tiveram
como marcador o pequeno Leandro, Jeane Santos como Miss Simpatia e Gabriella Santos
como Miss Mulata. “A gente participa a quatro anos desse festival e fica muito
feliz em divulgar aqui a nossa cultura porque a gente trabalha com criança. Já
estamos nos despedindo de São João com saudade”, comentou Bia Moncherry,
presidente da quadrilha Amor Caipira.
Com o tema “Fogo” que destacou uma fogueira cenográfica e
coreografia de Max Magno, a Quadrilha Santa Luzia, do bairro do Jurunas,
encerrou o Festival Junino do ESJL com empolgação. O presidente e marcador
Everaldo Magno levantou a plateia ao apresentar e conduzir os 16 pares da
quadrilha, cuja apresentação foi aberta com a coreografia da Miss Caipira
Ludmila Cardoso.
Com premiações em Belém e Ananindeua, este ano, a quadrilha
ficou entre as 10 melhores no “Arraiá da Capitá 2015”, concurso realizado pela
Prefeitura de Belém, por meio da Fundação Cultural de Belém (Fumbel).
Crianças e adultos aplaudiram as apresentações das
quadrilhas, no final do evento, aberto no dia 21 de junho com a participação de
quadrilhas Encantos e Roceiros, respectivamente, mirim e adulta, do bairro da
Terra Firme.
| O 6º Festival Junino do ESJL já é tradição nesse período. Foto: Ascom Igama |
O Festival Junino do ESJL, de acordo com a gerente de Eventos
do Igama, Carmem Macedo, homenageia organizadores e integrantes das quadrilhas,
que, direta o9u indiretamente, colaboram para manter a tradição da Quadra
Junina no estado, por meio do trabalho incansável de dançarinos, costureiros,
coreógrafos, designers, familiares e demais participantes. “Apesar das
dificuldades, eles não medem esforços para ver suas quadrilhas brilharem,
desenvolvendo um trabalho social exemplar e colaborando com a preservação das
tradições juninas, juntamente com os Cordões de pássaros e Bois”, destacou a
gerente.
Carmem Macedo lembrou, ainda, que para o segundo semestre de
2015 estão previstas, no Coliseu das Artes do ESJL, apresentações de grupos
parafolclóricos paraenses, dentro do Projeto Ritmos do Pará, do Igama/ESJL. O
objetivo, segundo ela, é ampliar a divulgação dos trabalhos destes grupos,
valorizando o artista paraense, disponibilizando espaço e estrutura para
divulgar as músicas e as danças folclóricas do Pará.
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
![]() |
| Em 2015, a meta é capacitar cerca de 700 empreendedores com execução de carga horária de 300 horas. Foto: Ascom Igama |
As ações de qualificação
profissional e de mercado do programa visam incrementar a competitividade e o
fortalecimento das competências criativas e capacidades empreendedoras. Em
2015, a meta é capacitar cerca de 700 empreendedores com execução de carga
horária de 300 horas. O Programa Polo Joalheiro do Pará desenvolve, além da
agenda de qualificação profissional, uma extensa agenda de exposições e feiras,
em parceria com agentes e instituições promotoras do desenvolvimento econômico
do estado e do Brasil.
Dentro da programação anual de
capacitação profissional de 2015, foram planejadas palestras, seminários,
oficinas, cursos, workshops e encontros técnicos com a perspectiva de integrar
tecnologias novas e clássicas, bem como conteúdos culturais e técnicos. Cerca
de 50% destas ações já foram executadas.
De acordo com a diretora
executiva do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama) e do ESJL/Polo
Joalheiro, Rosa Helena Neves, a realização de workshops de geração de produtos
é um exemplo de estratégia para promover e agregar valores de diferenciação da
cultura local nas joias e acessórios de moda que serão criados para as novas
coleções (2015/2016), a partir da reflexão sobre temas contemporâneos, como o
lugar, o tempo, o mundo virtual e os valores de uma sociedade recombinada que
também se pauta na diversidade.
“Pretendemos comunicar quais os
valores que estão agregados a nossa nova coleção. Já desenvolvemos temáticas
diversas, como a água, as lendas e a botânica. Hoje, outros temas são importantes
de serem refletidos na produção de joias. Criamos e produzimos uma joia que
reflete comportamentos e atitudes que ressignificam a sociedade, a história e a
cultura”, explica Rosa Helena Neves.
Nesse sentido, foi realizado,
em meados de junho, o Workshop Coleção de Joias 2015/2016, que prestou 28
atendimentos. Os alunos tiveram a oportunidade de trabalhar, individualmente,
os conceitos de cada coleção, dentro de um tema geral e a partir de
contribuições de abordagens com as quais a consultora do workshop, Regina
Machado, do Rio de Janeiro, tem trabalhado.
A consultora trabalhou
conceitos que envolvem o campo da comunicação, não só do design dos produtos,
mas da construção do valor e do sentido identitário (qualidade que diz respeito
à identidade, aquilo que identifica uma pessoa ou grupo) das peças, visando
aumentar a competitividade no trânsito comercial. “Pensei em uma abordagem que
pudesse ser originalmente paraense, amazônica, mas que possibilitasse um
entendimento universal. É importante trabalharmos conceitos que possibilitem a
criação de peças com inspirações locais, mas que possam emocionar globalmente”,
comentou a consultora, que levou para os alunos a reflexão sobre o conceito
“Design Global Contemporâneo”.
Regina Machado é arquiteta,
mestre e doutora em Comunicação. Ela presta assessoria para algumas
instituições, como o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais preciosos (IBGM), e
já assinou a consultoria de outras coleções de joias e acessórios de moda do
Polo Joalheiro do Pará. O resultado do workshop e de outras ações do programa
poderá ser visto na “I Mostra Amazônia Design”, prevista para novembro deste
ano, no ESJL, quando serão lançadas coleções de joias e acessórios de moda.
![]() |
| A consultora Regina Machado atende a designer Ivete Negrão.Foto: Ascom Igama |
Ressignificação -
Para Ivete Negrão, designer de joias e de acessórios de moda do Polo Joalheiro,
que participou dos cursos com as consultoras Regina Machado e Clarisse Fonseca,
as atividades são prazerosas e enriquecedoras, especialmente, pelo fato das
ministrantes conhecerem de perto o trabalho desenvolvido pelo programa.
“A Regina sempre ajuda a engrandecer o nosso trabalho. Ajuda tanto a gente que não sentimos dificuldades para entender o conteúdo porque ela se expressa de forma bem fácil, nos atualizando das informações e facilitando a nossa pesquisa para, depois, podermos colocar tudo em prática, com adequação as nossas matérias-primas e mão-de-obra, realidade que ela conhece bem. Da mesma forma, a gente só espera o melhor da Clarisse, que sempre traz informações de fora e muito conhecimento”, comenta Ivete Negrão.
De acordo com Brenda Lopes,
designer de joias e acessórios de moda do Polo, o workshop com a consultora
Regina Machado foi interessante pelo tema abordar um universo mais íntimo, mais
identitário. “Acho essa abordagem ótima para a ‘I Mostra Amazônia Design’.
Sobre o curso com a Clarisse, ele nos deu outro olhar sobre o produto, joias e
acessórios de moda, também na contemporaneidade. Ambas nos mostram muito
conteúdos e quesitos importantes na hora do saber fazer”, pontua.
![]() |
| Atendimentos personalizados: a designer Brenda Lopes (e) com Regina Machado (d). Foto: Ascom Igama |
Graduada em Design, mestre em Artes
e doutoranda em Design pela Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) da
Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Clarisse Fonseca prestou
consultoria ao Polo Joalheiro por vários anos, antes de viajar para a capital
carioca, em 2014. O curso “Outro olhar: a ressignificação do presente no design
de joias contemporâneas”, segundo ela, foi pensado para estimular e
proporcionar mais diálogo entre os designers, que vivem em um ritmo de criação
muito intenso.
“Foi uma oportunidade para
refletirmos sobre em que momento estamos na nossa própria produção de joias e
acessórios contemporâneos para, a partir daí, propor uma reflexão sobre o
processo criativo e sobre como nos percebemos nele”, avalia Clarisse Fonseca,
em relação a esse despertar para dentro quando tantos se preocupam em procurar
tendências e o que está fora. “As pessoas dialogaram muito aqui, trocaram
anseios, desejos e conclusões positivas de tudo o que contraíram junto com o
Polo Joalheiro, enquanto imagem, identidade e produto joia e acessório de
moda”, completou.
![]() |
| A consultora Clarisse Fonseca abordou "outros olhares" para joias e acessórios contemporâneos. Foto: Ascom Igama |
Cerca de 30 pessoas
participaram do curso, entre segmentos de moda e de joia, incluindo, além dos
integrantes do programa, acadêmicos da área de moda das seguintes instituições
parceiras: Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (Iesam), Estácio de Sá –
FAP, Universidade da Amazônia (Unama), Universidade do Estado do Pará (Uepa) e
Faculdades dos Estudos Avançados no Pará (Feapa).
Segundo a direção do Programa
Polo Joalheiro do Pará, parcerias com instituições de ensino que oferecem
cursos voltados para a área de Desing têm sido fortalecidas no sentido de
construir um “laboratório de trocas de experiências” que permitam a
concretização de workshops, concursos, desfiles, oficinas, exposições, feiras,
dentre outras iniciativas que visam oferecer ao estudante de design a
experiência real de um empreendedor.
Consumo
consciente - Além do incentivo aos novos criadores, segundo a
diretora Rosa Helena Neves, o Polo Joalheiro tem apoiado e pretende continuar
estimulando iniciativas para a geração, criação e circulação de produtos
sustentáveis, como, por exemplo, as gemas vegetais e as joias geradas por
processos de aproveitamento de subprodutos e resíduos da ourivesaria, com
destaque para a coleção “Metal-morfose”, lançada em 2014, projetos
desenvolvidos pelo mestre ourives e pesquisador Paulo Tavares.
![]() |
| "Cores dos Minerais", maxicolar em prata com incrustação paraense. Criação de Argemiro Munoz, coleção "Metal-morfose", inovação do pesquisador Paulo Tavares. Foto: Igama Divulgação |
A preocupação com o consumo
consciente é uma nova área de estudo e investimentos da agenda anual do
programa. A proposta consiste em oportunizar ao público consumidor de joias o
acesso gratuito a cursos que promovam conhecimento sobre o assunto, abrangendo
temas como a preservação de joias. Os cursos que serão oferecidos no segundo
semestre permitirão a este consumidor a rara experiência em compreender alguns
processos de criação e produção de joias e quais são os requisitos necessários
para efetivar uma compra justa de joias.
Cursos específicos e inéditos,
como o de Acabamentos em Joias e o de Precificação, também foram incluídos na
agenda, com o objetivo de buscar soluções para problemas comuns e persistentes
na produção e comercialização das joias, que podem comprometer a qualidade do
produto e do serviço.
Outro foco da agenda é o
aperfeiçoamento dos “métiers” (meio específico de uma determinada categoria
profissional), dentre eles, o trançado em fibras, as gemas vegetais e a
ourivesaria artesanal, bem como dos workshops de geração de produtos, que
estimularão a pesquisa de inovações com matérias-primas e conteúdos culturais
na criação e produção de joias artesanais.
Rede de
parceiros - Com crescente reconhecimento dentro e fora do Pará, a
joia artesanal produzida na região tem favorecido, direta e indiretamente,
designers, ourives, lapidários, produtores, entre outros profissionais. Para
alcançar estes resultados, é essencial a promoção de atividades que gerem o
aprimoramento do olhar e o estímulo à capacidade criativa dos empreendedores,
atualizando-os sobre mercado, novas tendências, técnicas e conceitos.
Para a execução dessas
estratégias e diretrizes foram firmadas parcerias entre o Governo do Estado -
por meio da mantenedora do Polo e do ESJL, a Secretaria de Desenvolvimento
Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), e da OS gestora do programa e do
espaço, o Igama – e uma rede de instituições que têm atuação nessas áreas
técnicas, como o Serviço Brasileiro de Apoio aos Micro e Pequenos Empresários
(Sebrae), o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) e
instituições públicas e particulares de ensino superior do Estado.
Com esse foco, as atividades de
qualificação, projetadas para 2015 e 2016, têm priorizado a profissionalização
de novos criadores nas áreas de design de joias, moda e demais segmentos destes
setores criativos. Para estas ações foram agrupadas atividades como ciclos de
palestras, seminários, oficinas, cursos, workshops, consultorias e encontros
setoriais de joias e moda.
Para o ano de 2015 foram
construídas agendas integradas com o Sebrae nas seguintes áreas: qualificação
profissional, gestão e mercado, inovação e gestão tecnológica, com perspectiva
de assegurar o aperfeiçoamento e avanço de inovação na produção de joias
sustentáveis.
A direção do Igama/ESJL
informa, ainda, que o investimento na melhoria da qualidade dos produtos
continua na pauta da agenda anual, onde estão mantidas atividades de avaliação
das joias da loja incubadora (Loja Una) e será criado um serviço da mesma
natureza para o setor de moda. Atualmente, existe um espaço reservado para a
comercialização destes produtos, situado na Casa do Artesão do espaço, que deve
ser ampliado para se tornar, posteriormente, uma loja de acessórios de moda.
Serviço
Mais informações sobre a
programação da Agenda 2015/2016 do Programa Polo Joalheiro do Pará com o Núcleo
de Desenvolvimento Tecnológico e Organizacional (NDTO) do Igama, nos telefones:
(91) 3344-3518 e 3344-3500.
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
Veja mais fotos em nosso álbum![]() |
| Abertura do Festival Junino do ESJL. Foto: Ascom Igama |
As quadrilhas Amor Caipira e Santa Luzia levarão 16 pares, cada uma, e devem repetir o espetáculo da abertura do evento, do último dia 21. Na ocasião, as quadrilhas Encantos da Terra Firme e Roceiros da Terra Firme levaram 26 casais e empolgaram o público. Com seis anos de existência, a quadrilha mirim “Encantos” teve como destaque o marcador Eric, que foi classificado para a final do concurso junino promovido pela Fundação Cultural do Pará (FCP).
Com 20 anos de existência, a “Roceiros da Terra Firme” participa desde a primeira edição do festival junino do São José Liberto. A quadrilha acumula premiações em concursos e resultados positivos do trabalho social que desenvolve durante o ano inteiro na Terra Firme. Este ano, a quadrilha conquistou o primeiro lugar, entre quatro grupos participantes, em concurso no bairro Canudos.
![]() |
| Miriam Vilhena com Eric. Foto: Ascom Igama |
“Acho o festival maravilhoso. As famílias participam em peso e as crianças se divertem. É bem organizado e nós somos tratados, aqui, como reis, rainhas, príncipes e princesas. É uma parceria maravilhosa!”, comenta Miriam Vilhena, vice-presidente das quadrilhas da Terra Firme. A iniciativa envolve todos os familiares, dentre eles Ananias Jairo Vilhena, o coreógrafo das quadrilhas desde a fundação. Entre as coreografias das Misses Simpatia, Caipira e Mulata Cheirosa, criadas, este ano, por Jairo e exibidas no São José Liberto, estavam a “Rainha do Baião” e “Rainha do Forró”.
Muitas famílias entraram no clima junino e compareceram vestidas a caráter na abertura do festival, como a engenheira agrônoma Maryhelen Benjamim, que foi ao evento com o seu filho, Miguel Ângelo, de 2 anos. “A gente sempre vem aos eventos do polo. Viemos em todas as festinhas de carnaval e estamos acompanhando a quadra junina”.
![]() |
| A engenheira agrônoma Maryhelen Benjamim foi ao festival com seu filho. Foto: Ascom Igama |
As apresentações também agradaram a médica Marília Gabriela Luz e seu marido, o professor Lucival Cursino de Jesus Júnior, que levaram sua filha, Beatriz, para o festival. “Muito legal, muito bom mesmo!”, comentou a médica, com a aprovação do seu marido. Há mais de quatro anos eles participam dos eventos promovidos pelo ESJL.
“No último domingo foi uma festa linda do nosso calendário de eventos. Com a mesma satisfação e alegria, esperamos que todos venham ao São José Liberto no dia 28”, diz a gerente de Eventos do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Carmem Macedo. O Igama é a organização social que gerencia o Espaço São José Liberto e o Polo Joalheiro, que são mantidos pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama.
Serviço: o 6º Festival Junino do São José Liberto se encerra no próximo domingo (28), a partir das 17h, no Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto (Praça Amazonas, s/n, Jurunas), com apresentações das quadrilhas Amor Caipira (infantil) e Santa Luzia (adulto). Entrada franca.
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
![]() |
| Imagens: Reprodução |
Com o título “Metal-morfose: a alquimia que transforma resíduos em joias”, a Revista PZZ de junho de 2015 destaca o trabalho do mestre ourives e pesquisador, Paulo Tavares, do Programa Polo Joalheiro do Pará, mantido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama.
A matéria especial mostra a inovação desenvolvida por Paulo Tavares e pode ser lida nas páginas 24, 25, 26 e 27, 28 e 29 da edição de número 20 da revista especializada em arte e cultura do Pará.
A diretoria executiva da publicação bimensal da Editora Resistência é de Carlos Pará e Fábio Santos. A revista pode ser encontrada nas principais bancas da capital e na versão virtual - http://migre.me/qs5vi
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
O 6ª Festival Junino do Espaço São José Liberto (ESJL) foi destaque no caderno Cidades do jornal O Liberal - Organizações Romulo Maiorana (ORM) desta segunda-feira,
22.
Com o título "Quadrilhas Juninas da Terra Firme fazem bonito no São José
Liberto", a matéria falou sobre a abertura do evento, no Coliseu das Artes doespaço, no último domingo, 21, que teve como atração as quadrilhas Encantos e Roceiros da Terra Firme.
O festival segue até o próximo domingo, 28, no Coliseu das Artes, onde haverá apresentação das quadrilhas Amor Caipira, da Cremação, e Santa Luiza, do bairro do Jurunas, a partir das 17 horas, com entrada franca.
| Imagem: reprodução |
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
Confira, abaixo, a matéria publicada na Revista Dança Brasil, edição de maio de 2015 (nº 281), que destaca a programação dos 20 anos da Cia Tribos Ballet Teatro, dirigida e produzida por Mauricio Quintairos e Darley Quintas, que teve como um dos palcos, o Espaço São José Liberto - Polo Joalheiro do Pará, no mês de abril de 2015. A revista, uma publicação mensal da DB Editora, é especializada em dança e distribuída através de assinatura, bem como em eventos da área e lojas de artigos de dança do país e exterior. A direção da Revista Dança Brasil é de Eleusa Lourenzoni e o editor e jornalista responsável é Ivan Grandi.
![]() |
| Imagem: reprodução |
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
| Eliana Pinheiro e sua filha, puxando a Quadrilha Cheiro do Pará, do Jurunas. Foto: Igama Divulgação |
O Espaço São José Liberto (ESJL) promove o tradicional Festival Junino, que chega a sua sexta edição com apresentações de quadrilhas mirins e adultas, para celebrar o mês das festas de Santo Antônio, São João e São Pedro. O 6º Festival Junino será realizado nos dias 21 e 28 de junho (domingo), a partir das 17h, no Coliseu das Artes do ESJL. A entrada é franca.
A produção e coordenação do festival é da gerente de Eventos do espaço, Carmem Macedo. A gerente lembra que a iniciativa é uma grande confraternização, que cresce a cada ano, promovendo a cultura, o folclore e a tradição do período, com alegria e beleza para todos que participam e para o público que comparece ao evento.
Sempre prestigiado, além das quadrilhas juninas, ao longo dos anos o festival tem promovido também apresentações de grupos folclóricos da capital e Região Metropolitana de Belém (RMB), divulgando e valorizando o trabalho que as comunidades dos bairros desenvolvem, o ano inteiro, com crianças, adolescentes e adultos.
O Coliseu das Artes, local reservado para apresentações e eventos artísticos, culturais e sociais, será, novamente, o palco do Festival Junino. Este ano, haverá apresentação de quatro quadrilhas, oriundas de três bairros da capital paraense: Encantos da Terra Firme (mirim), Roceiros da Terra Firme (adulta), Santa Luzia, quadrilha infantil do Jurunas, e Amor Caipira (adulta), do bairro da Cremação.
O 6º Festival Junino do ESJL é uma promoção do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Organização Social que gerencia o espaço e o programa.
![]() |
| Miss caipira Fernanda Vilhena e sua mãe Andréa Verçosa no Festival Junino do Espaço São José Liberto. Foto: Carlos Sodré AG PARÁ |
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
| A exposição fica instalada no Coliseu das Artes do ESJL até o dia 2 de julho. Foto: Ascom Igama |
Vinte fotografias fazem parte da mostra que ficará no Polo Joalheiro até o dia 02 de julho e depois passará pela Argentina e França. As imagens foram avaliadas por um júri composto pelo gerente geral de Caulim da América do Sul, Marcos Moreira e os convidados: o artista plástico paraense Emmanuel Franco e o mestre em gestão cultural argentino Javier Vázquez. O lançamento contou com a presença do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), José Fernando Gomes: “Esse trabalho da Imerys vem ao encontro de tudo que as empresas fazem junto às comunidade no seu entorno, além de incentivar a cultura e a arte, é uma iniciativa maravilhosa”.
Para fazer as imagens, os fotógrafos foram diversas vezes ao município de Barcarena registrar os projetos sociais da Imerys, como o Tambores do Conde, grupo de percussão que existe desde 2009 e já gravou cd e dvd, as duas Casa Imerys, que concentram cursos profissionalizantes, de balé de karatê para crianças, o Ampagesta, que atende grávidas da região e o Criança e Arte que investe na educação infanto-juvenil.
| Detalhe da mostra. Foto: Ascom Igama |
A psicóloga Bárbara Sordi venceu com uma foto da dança para a terceira idade, realizada na Casa Imerys e conta que essa foi sua primeira saída fotográfica: “Eu ganhei uma câmera do meu namorado, que também é fotógrafo e ele que me inscreveu no concurso. Amei conhecer os projetos e para mim essa vivência foi maravilhosa”.
Para Javier Vázquez, a diversidade do material o impressionou tanto pela qualidade, quanto pela técnica: “As propostas estão dentro do marco de fotografia tradicional. Para escolher as vencedoras, me baseei no olhar livre, mas conectado com a realidade do meio no qual acontecem as atividades. Assim identifiquei as histórias que os pequenos gestos evocam”.
Para Juliana Carvalho, coordenadora de Comunicação da empresa, foi muito bom saber que tantas pessoas tiveram interesse em participar do concurso. “A Expedição é um sonho que está se realizando. Sempre dizemos aos participantes como é bom esse contato com pessoas de comunidades de todas as faixas etárias e de como isso é enriquecedor”, ressalta.
Clara Segón,
coordenadora de Relações com a Comunidade da Imerys, com Yan Faria dos Santos,
um dos dois vencedores do concurso e o artista plástico Emmanuel Franco.
|
| Fotógrafo Turiano Neto, um dos vencedores do concurso. Foto: Ascom Igama |
Serviço
Exposição fotográfica “Expedição Imerys”
Período: 18/06 a 02/07.
Local: Espaço São José Liberto – Polo Joalheiro - Praça Amazonas – Jurunas.
Entrada gratuita
Texto: Iaci Gomes - Temple
Fotos: Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
Participe das Danças Circulares no Espaço no São José Liberto - Polo Joalheiro do Pará. A próxima roda será realizada no domingo, 21´de junho, a partir das 10h.
A coordenação é de Ana Lúcia Rubim, médica, psicoterapeuta e focalizadora de danças circulares, com apoio do Instituto Ocara, Roda de Hera e Espaço São José Liberto. Entrada franca.
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
| Turaj Sharif mostra seu artesanato. Foto: Ascom Igama |
| Cuias criadas por Sharif. Foto: Ascom Igama |
Cuias
criadas pelo artesão Turaj Sharif, de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém
(RMB), serão destaque esta semana, no Jornal
Liberal 2ª Edicção (JL2), da TV Liberal (canal 7), Organizações Romulo Maiorana (ORM), veiculado de segunda a sexta, a partir das 19h. O
artesanato foi declarado Patrimônio Cultural do Brasil, na última quinta-feira
(11), pelo Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional (Iphan).
Na equipe do
JL2 estavam a repórter Nathália Kahwage, o repórter cinematográfico Ismar
Antônio e o auxiliar Edmilson Luz. Turaj Sharif é um dos 10 artesãos paraenses
responsáveis, atualmente, pela produção do artesanato de cuia comercializado na Casa do Artesão do Espaço
São José Liberto – Programa Polo Joalheiro do Pará, referência em artesanato
paraense.
| Equipe da TV Liberal com artesão no Coliseu das Artes do ESJL. Foto: Ascom Igama |
As cuias são algumas das várias tipologias
expostas para comercialização na Casa do Artesão, que reúne artesanato oriundo
de todas as regiões do Estado e produzido por mais de 700 artesãos cadastrados
no programa.
As cuias
pintadas e grafitadas expostas para comercialização no São José Liberto passam
por uma curadoria e são produzidas, atualmente, pelos seguintes artesãos de
Belém, Ananindeua e Marituba, na RMB, e de Santarém, no Baixo Amazonas: Rúbia
Goreth Maduro, Lúcia Cândida Costa, Rita Furtado, Dejane do Vale, Maria Laura
da Cruz, Rosângela Soeiro, Pollyanna da Silva, José Sérgio Soares de Lima, Turaj
Sharif Pour e Izaias Lopes.
O espaço e o
programa são mantidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado
de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de
Gemas e Joias da Amazônia (Igama), OS que gerencia o espaço e o programa.
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
Cuias pintadas são expostas para comercialização na Casa do Artesão do ESJL.
Foto: Ascom Igama
Uma equipe do Jornal Cultura, da TV Cultura/Rede Cultura de Comunicação – Funtelpa esteve no Espaço São José Liberto no início da tarde desta terça-feira, 16, para produzir uma matéria especial sobre cuias pintadas, artesanato declarado Patrimônio Cultural do Brasil, na última quinta-feira (11), pelo Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Na equipe da TV Cultura estavam a repórter Ana Tereza Brasil, o repórter cinematográfico Daniel Barroso e o
motorista José Luiz Moreira. Ana Tereza conversou com Rosa Helena Neves, diretora
executiva do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), OS que gerencia o
espaço e o programa, mantidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de
Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama.
A repórter Ana Tereza conversou sobre o assunto com Rosa Helena Neves,
diretora executiva do ESJL/Polo Joalheiro e do Igama. Foto: Ascom Igama
Cerca de 10 artesãos paraenses
são responsáveis, atualmente, pela produção do artesanato de cuia pintada,
comercializado na Casa do Artesão do Espaço São José Liberto – Programa Polo
Joalheiro do Pará, referência em artesanato paraense. As cuias da Casa do
Artesão são algumas das tipologias expostas para comercialização no local, que
reúne artesanato oriundo de todas as regiões do Estado e produzido por mais de
700 artesãos cadastrados no programa.
As cuias pintadas expostas para
comercialização no São José Liberto passam por uma curadoria e são produzidas,
atualmente, pelos seguintes artesãos da Região Metropolitana de Belém (RMB) e do Baixo Amazonas: Rúbia Goreth Maduro, Lúcia Cândida Costa,
Rita Furtado, Dejane do Vale, Maria Laura da Cruz, Rosângela Soeiro, Pollyanna
da Silva, José Sérgio Soares de Lima, Turaj Sharif e Izaias Lopes – que também
foi entrevistado pela equipe da Rede Cultura de Comunicação.
O Jornal Cultura é veiculado de
segunda a sexta, às 18h30, na TV Cultura, canal 2. Na internet, o programa pode
ser assistido pelo link bit.ly/1fPg6BY.
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
Consultora Regina Machado (RJ). Foto: Ascom Igama
O Espaço São José Liberto (ESJL) – Polo Joalheiro do Pará realiza, a partir desta terça-feira, 16, até sexta, 19, das 14h às 18h, no auditório do local, o Workshop Coleção de Joias 2015/2016. A inciativa conta com a consultoria e a experiência de Regina Machado, do Rio de Janeiro, arquiteta, mestre e doutora em Comunicação e Cultura.
Em sintonia com as tendências do mercado da joalheria contemporânea, a ação pretende criar instrumentos de design que possam agregar valores de diferenciação da cultura local à produção das joias do Pará, visando aumentar a sua competitividade no seu trânsito comercial.
O resultado do workshop poderá ser visto na “I Mostra Amazônia Design 2015/2016”, prevista para se realizar no ESJL, no mês novembro de 2015, quando a coleção de joias será lançada.
Na abertura do workshop será realizada uma “palestra inspiracional”, seguida de dinâmica sobre o desenvolvimento do conceito a ser trabalhado. De quarta a sexta-feira, serão realizadas clínicas individualizadas com os participantes.
Destinado a empreendedores criativos dos segmentos de gemas e joias participantes do Programa Polo Joalheiro e do Arranjo Produtivo Local (APL) de Gemas e Joias do ESJL, o workshop integra a Agenda 2015 de Qualificação e Capacitação do Espaço São José Liberto, que promove a inclusão sócio produtiva no mercado, bem como a melhoria da qualidade dos produtos e da gestão dos negócios.
Regina Machado é consultora do Polo Joalheiro do Pará e de ações do ESJL, como, por exemplo, nas consultorias prestadas no Workshop de Geração de Produtos de Joalheria – Coleção 2013/2014 e para o VII e o VIII Pará Expojoia Amazônia Design, que tiveram como temas “Metamorfose Preciosa da Amazônia” e “O Luxo da Natureza e da Cultura Amazônica”.
Regina é consultora para desenvolvimento de produtos de design, pesquisadora de tendências e autora de artigos científicos e livros especializados sobre design de joias, dentre eles o “Joia do Rio”. Ela também presta consultoria de Design e Estilo ao Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM).
O workshop é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), em parceria com o IBGM e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Pará).
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
| Cuias pintadas comercializadas na Casa do Artesão do ESJL. Foto: Ascom Igama |
Uma matéria especial sobre cuias pintadas, artesanato declarado Patrimônio Cultural do Brasil, na última quinta-feira (11), pelo Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), será veiculada nas próximas edições do telejornal SBT Brasil, programa do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) - canal 5 (SBT Pará), que vai ao ar aos sábados, às 19h45, com reprise às segundas-feiras.
Cerca de 10 artesãos paraenses são responsáveis, atualmente, pela produção do artesanato de cuia pintada comercializado na Casa do Artesão do Espaço São José Liberto – Programa Polo Joalheiro do Pará. O local foi um dos pontos visitados pela equipe de reportagem do SBT Pará, que mostrará as cuias da Casa do Artesão, referência em artesanato paraense ao reunir tipologias de todas as regiões do Estado, produzidas por mais de 700 artesãos cadastrados no programa.
| Darlene Brito, gerente comercial do Igama. Foto: Ascom Igama |
Formada pelo repórter Henrique Miranda, o repórter cinematográfico Jorge Paixão e o auxiliar Márcio Viana, a equipe do SBT conversou, na tarde deste sábado, com paraenses e turistas que visitam o espaço. O repórter também falou com Darlene Brito, gerente comercial do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), OS que gerencia o espaço e o programa, mantidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama.
As cuias pintadas expostas para comercialização no São José Liberto passam por uma curadoria e são produzidas, atualmente, pelos seguintes artesãos: Rúbia Goreth Maduro, Lúcia Cândida Costa, Rita Furtado, Dejane do Vale, Maria Laura da Cruz, Rosângela Soeiro, Pollyanna da Silva, José Sérgio Soares de Lima, Turaj Sharif e Izaias Lopes.
| Visitantes do ESJL falaram sobre a cuia. Foto: Ascom Igama |
O artesanato é especialidade do mestre artesão Izaias Lopes, que também concedeu entrevista para o programa. Com 40 anos de experiência na área e natural de Belém, ele trabalha com o artesanato desde 1974 e, há seis anos, encantou-se pelas cuias (ou coités), matéria-prima regional que existe em abundância na região do Rio Quianduba, em Abaetetuba, no Baixo Tocantins.
As inspirações são a arte rupestre, marajorara, tapajônica e africana. Os desenhos são baseados nos registros dos sítios arqueológicos ao longo dos rios Trombetas e Xingu, e nas regiões de Prainha, Monte Alegre, Alenquer e Serras das Andorinhas. As cuias de coité pintadas a mão, com temática rupestre, do mestre Izaias foram citadas em um livro de arte popular, publicado em 2008 e considerado referência no assunto.
Ascom Igama
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
O mestre artesão Izaias Lopes cria cuias pintadas. Foto: Ascom Igama
A prática artesanal de fazer cuias foi declarada Patrimônio Cultural do Brasil, na última quinta-feira (11). A proposta para o pedido de registro do modo de fazer cuias do Baixo Amazonas, no Pará, foi avaliada durante a 79° reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Brasília.
A Casa do Artesão do Espaço São José Liberto – Programa Polo Joalheiro do Pará, referência em artesanato paraense, expõe para comercialização as cuias pintadas, artesanato oriundo de todas regiões do Estado, reunindo cerca de 45 tipologias.
As cuias pintadas do Espaço São José Liberto, segundo o Núcleo de Produção e Comercialização do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), são produzidas por dez artesãos paraenses cadastrados no programa: Rúbia Goreth Maduro, Lúcia Cândida Costa, Rita Furtado, Dejane do Vale, Maria Laura da Cruz, Rosângela Soeiro, Pollyanna da Silva, José Sérgio Soares de Lima, Tourai Sharif Pour e Izaias Lopes.
As cuias pintadas são especialidade do mestre artesão Izaias Lopes. Com 40 anos de experiência na área e natural de Belém, ele trabalha com o artesanato desde 1974 e, há seis anos, encantou-se pelas cuias (ou coités), matéria-prima regional que existe em abundância na região do Rio Quianduba, em Abaetetuba, no Baixo Tocantins.
As inspirações são a arte rupestre, marajorara, tapajônica e africana. Os desenhos são baseados nos registros dos sítios arqueológicos ao longo dos rios Trombetas e Xingu, e nas regiões de Prainha, Monte Alegre, Alenquer e Serras das Andorinhas. As cuias de coité com temática rupestre e pintadas a mão do mestre Izaias foram citadas em um livro de arte popular, publicado em 2008 e considerado referência no assunto.
A Casa do Artesão do São José Liberto, mantido pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Igama, funciona de terça-feira a sábado, das 9h às 18h30, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.
Cuias pintadas pelo pelo mestre artesão Izaias Lopes, inspiradas no Guaraná e na Arte Rupestre.
Fotos: João Ramid AIB
Não deixe de comentar essa matéria! Seu comentário é importante para nós.
Assinar:
Postagens (Atom)
























