Navio Rondônia e barco Jubileu III vencem concurso de Embarcações da Romaria Fluvial

Estudantes da Turismo, Jornalismo e profissionais da Paratur foram
certificados pela participação na Receptivo Turístico do Círio.
A Companhia Paraense de Turismo (Paratur) realizou na manhã desta quarta-feira, dia 22, a Premiação dos Vencedores do Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial e certificou profissionais de turismo e comunicação que atuaram no Receptivo Turístico do Círio 2014, que realizou entre os dias 7 e 13 de outubro.

As três embarcações vencedoras da categoria A (Embarcações Regionais) foram, em primeiro lugar, a embarcação Jubileu III, da Trindade Navegação e Comércio Trinave Ltda., em segundo lugar o barco Antônio Lemos, da Franciscotur, de Castanhal, e em terceiro o Navio Luzeiro, da A.M.T. Tavares.
Jacqueline Alves, Diretora de Marketing da Paratur falou das inovações
e fortalecimentos de parcerias para promover o Círio e o turismo do Pará.
A Categoria B (Outros Tipos de Embarcações) teve como vencedores o navio Rondônia, locado pela Empresa de Navegação A.R. Transportes Ltda., que ficou com o primeiro lugar, as embarcações Domingos Acatauassu Nunes, locada pela Henvil Transporte Ltda. e a Amazonas, da A.J.C Navegação Ltda. – ME, que empataram no segundo lugar da categoria B. O terceiro lugar ficou com o barco Gabriela II, da G.C. Rodrigues.

A diretora de Marketing da Paratur, Jacqueline Alves, explicou que a cada ano a Paratur e seus parceiros na realização da premiação buscam mais inovações e que, além de reconhecer e premiar os vencedores do concurso, inspirado na Romaria Fluvial, a iniciativa alcançou o objetivo de intensificar o trabalho da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) na garantia da segurança da navegação.
Adenauer Góes, Secretário de Turismo do Pará, lembrou dos avanços do
turismo paraense nos últimos 20 anos e do legado deixado pelo jornalista
Carlos Rocque, ex-presidente da Paratur e criador da Romaria Fluvial.
Adenauer Góes, secretário de Turismo do Pará, ressaltou que o Pará recebeu 82 mil turistas e afirmou que, ao executar ações como o Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial e outras que relacionam o Círio de Nazaré com o turismo religioso, Paratur, Setur e seus parceiros atendem ao que denominou de “novo papel do turismo na nova economia de mercado nacional e internacional”, em que o Pará representa a Amazônia, que juntamente com as palavras Jesus e Coca-Cola está entre as mais pronunciadas ou desejadas do mundo. Adenauer também destacou a importância do jornalista e escritor Carlos Rocque no contexto do Círio enquanto manifestação religiosa e histórica, já que ele, que presidiu a Paratur entre 1983 e 1986, foi o idealizador da Romaria Fluvial.

Aline Monteiro, gerente de Marketing da empresa Vale Verde Turismo, que locou uma das embarcações vencedoras do concurso, enalteceu a iniciativa do Concurso. “A vale Verde Turismo há muito anos faz parte deste concurso e muito nos honra receber essa premiação”. Justificou a empresária, ao informar que a empresa participou de todas as edições.
Edson Macedo, decorador de embarcação vencedora do
Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial.
O decorador Edson Macedo Júnior, que concorreu pela embarcação Antônio Lemos, também foi um dos premiados, já que a decoração é um dos itens de avaliação. “Uma satisfação muito grande, por que concorremos com um trabalho feito com muito amor e dedicação à Nossa Senhora de Nazaré. Utilizamos 20 mil balões, tecidos e muitas flores naturais, além de levarmos uma berlinda que foi reverenciada pelos 300 participantes da Romaria em nossa embarcação”. Relatou Edson, que ficou em segundo lugar na categoria B.

Os vencedores, além do Troféu Carlos Rocque, elaborado em acrílico e um design que leva a marca turística do Pará, inspirada nas artes tapajônica, marajoara e araguaia, os vencedores também foram premiados com passeios turísticos ofertados pela agência Vale Verde Turismo e pelo hotel Gold Mar.

A irmã do jornalista Carlos Rocque, duas filhas e uma neta prestigiaram a cerimônia, na qual vencedores do concurso foram homenageados também com um exemplar de um livro escrito pelo jornalista Carlos Rocque e relançado este mês, com novas contextualizações sobre o Círio de Nazaré escritas pelo secretário de Turismo Adenauer Góes e pelo gerente de Promoção da Paratur, Carlos Figueira.
Familiares de Carlos Rocque compareceram à cerimônia de premiação,
organizada pela Paratur e Setur e que integra a Agenda Turística do Círio.
Ficamos muito felizes com a homenagem, que resgata o trabalho do Carlos Rocque e com o lançamento do livro em que ele conta a história do Círio”. Afirmou Dulce Rosa Rocque, irmã do jornalista.

O Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial é tradicionalmente realizado no sábado que antecede ao Círio. Este ano a Paratur convidou novos jurados para a escolha das embarcações mais animadas, melhor decoradas, que concluíram todo o trajeto da Romaria e estavam de acordo com as regras de segurança da navegação determinadas pela Capitania dos Portos e Hidrovias da Amazônia Oriental (CPAOR), parceira da Paratur na realização.
Jairo Augusto, estudante de Jornalismo, recebendo o certificado de
participação na cobertura do Círio 2014 e do Receptivo Turístico do Círio.
Certificação – Durante a cerimônia de premiação, que aconteceu no Mezanino do Espaço São José Liberto (Polo Joalheiro) a Paratur também concedeu certificados de participação aos estudantes de turismo que aderiram ao Programa Voluntários do Círio e participaram do Receptivo Turístico do Círio 2014, realizado pela Paratur entre os dias 7 e 13 de outubro, no Aeroporto de Belém, Terminal Rodoviário, Terminal Hidroviário e sede da Paratur.

Foram certificados Jose Kelly Castro Aleixo, Natália Brenda Guimarães Brandão, Eliana Oliveira da Silva, Fyama Eneyda de Sousa Cardoso, Álison Michael Tavares Mendes, Francisca das Chagas Alves dos Santos, Keila Mickaeli Souza e Silva, Danielle Almeida da Silva de Souza, Júlio Farias da Luz.
Antonio Pinheiro, assistente de Gestão em Turismo na Paratur, representou a equipe de
trabalho no Receptivo Turístico do Círio, realizado de 7 a 13 de outubro no Aeroporto
de Belém,Terminal Rodoviário e Terminal Hidroviário.
Também foram homenageados o assistente de Gestão em Turismo, Antonio Pinheiro, que representou os funcionários da Paratur que atuaram no receptivo, a estudante Jerusa Mota, que representou os estagiários envolvidos na ação e Jairo Augusto Souza, estudante de jornalismo que representou os estagiários de Comunicação que participaram da cobertura das ações da Paratur e do Círio 2014 neste período.

Foi uma oportunidade excelente para mim, que estou me formando em Turismo. Um aprendizado que vai certamente me ajudar em minha carreira profissional, uma benção, dada pela Paratur”. Disse Alisson Michael Mendes, voluntário do Círio certificado pela Paratur.

Exposição – Na oportunidade da premiação e certificação o público e a imprensa pode prestigiar na Capela São José, do Espaço São José Liberto, a exposição Natureza, Cultura e Fé: a Grandiosidade do Círio de Nazaré, através da qual a Paratur e a Secretaria de Estado de Turismo do Pará (Setur) narram a história do Círio, das Romarias, do Receptivo Turístico, do Auto do Círio, do Almoço do Círio, das tradições, manifestações de fé, entre outros aspectos da quadra Nazarena. A mostra pode ser visitada até o próximo dia 31.

CONHEÇA OS VENCEDORES DO CONCURSO DE ORNAMENTAÇÃO DE EMBARCAÇÕES DA ROMARIA FLUVIAL 



Texto: Benigna Soares - Gerência de Comunicação da Paratur 
Fotos: Jairo Augusto Souza e Benigna Soares


Ascom/Igama




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Martinica planeja implantar polo joalheiro usando o modelo paraense

Jardim da Liberdade do Espaço São José Liberto.
Foto: Ascom/Igama
Um projeto nos moldes do espaço criativo do Polo Joalheiro/ Espaço São José Liberto deverá ser implantado na Martinica. Na manhã desta quarta-feira (22), representantes da Autoridade Regional da Martinica estarão em Belém para tratar da estratégia de desenvolvimento do projeto do Polo de Joalheiro a ser criado naquele departamento ultramarino do Caribe.

Manuella Toussay, representante do conselho regional da Martinica no Brasil e adida de cooperação junto à Embaixada da França em Brasília, afirma que é muito importante aproximar Pará e Martinica, que ficam a apenas três horas de distância aérea e podem ser grandes parceiros comerciais. “Precisamos da expertise de vários parceiros institucionais paraenses, pois a intenção é que seja uma cooperação ganha-ganha. São 35 milhões de pessoas no Caribe inteiro, e a Martinica pode servir como uma vitrine do Pará na Europa. É uma rica oportunidade de negócios para todos. A implantação do polo joalheiro com a parceria do Pará é uma ação inovadora que vai gerar empregos, capacitação e negócios”, diz.

Mais informações: Andrea Lia (Ascom/Seicom) - (91)9144-6691

Fonte: Agência Pará de Notícias.

Ascom/Igama




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Círio inspira mostra no São José Liberto

Clique na imagem para ler a matéria.Imagem: O Liberal/Reprodução

Ascom/Igama




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Premiação do Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial acontece na Capela São José do ESJL

Convite
A Companhia Paraense de Turismo (Paratur) já tem os nomes dos vencedores do Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial deste ano. A Romaria Fluvial foi criada em 1986 pelo então presidente da Paratur, jornalista e escritor, Carlos Roque. Jurados de renome internacional decidiram quais as embarcações mais bem decoradas, animadas e que se encaixaram nos padrões de segurança durante o evento. A divulgação dos nomes vencedores do concurso será realizada no próximo dia 22, às 10h, na Capela São José, no Espaço São José Liberto (Polo Joalheiro). O concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial, organizado pela Paratur há 29 anos, é uma realização do Governo do Estado com apoio da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR).

O corpo de jurados convidados é formado pela jornalista carioca Soraya Moreno, diretora de Turismo Religioso da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro; o fotógrafo paraense Ray Nonato, membro da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet); Maria Célia Jacob, pós-graduada em Teoria Literária e em Literatura Infanto Juvenil pela Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais; o consultor em turismo e hotelaria Haroldo Verbicaro Tuma, mestre em consultoria e gestão do ecoturismo pela Universidad de León, Espanha; e Edila Porto de Oliveira, cerimonialista, professora e coordenadora do bacharelado em Moda da Universidade da Amazônia.



Ascom/Igama




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Artesanato do Círio em exposição na Casa do Artesão do São José Liberto

Camisas confeccionadas pela empreendedora Ana Carolina Fonseca.
Foto: Carlos Sodré/Agência Pará
Produtos com inspiração no Círio de Nazaré criados por artesãos paraenses estão em exposição na Casa do Artesão do Espaço São José Liberto. No local, que reúne tipologias de artesanato de 43 municípios do Pará, representando todas as regiões do Estado, é possível encontrar peças em barro, madeira, fibra, palha, tecido, cuia e outros materiais, incluindo o miriti, material típico do período nazareno.


A comercialização de peças alusivas à época aumenta a renda de boa parte dos 703 artesãos que integram o Programa Polo Joalheiro do Pará. As vendas de artesanato crescem cerca de 30% em outubro, de acordo com dados da coordenação comercial do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Organização Social que gerencia o espaço e o programa, que tem como mantenedora a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom). 

Barcos, cobras e casas são alguns dos artesanatos tradicionais criados em miriti, que podem ser encontrados na Casa do Artesão. Os populares brinquedos de miriti enfeitam e colorem a cidade na época do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, assim como as fitas de pedidos de promesseiros, outra peça fundamental da quadra nazarena.

Com diferentes cores, as fitas geralmente são usadas pelos devotos no pulso dando três nós e fazendo três pedidos à santa. Com o passar do tempo as fitas também começaram a ser utilizadas na confecção de mantos, bolsas, brincos, pulseiras e camisas alusivas ao Círio. Um exemplo é a camisa confeccionada em cetim com fitas, produzida pela empreendedora criativa Ana Carolina Fonseca, que cria camisas com a temática religiosa desde 2001.
Artesanato regional para o Círio de Nazaré.
Foto: Carlos Sodré/Agência Pará
Outro artesanato que também envolve as fitas de promesseiros são mini-cestas confeccionadas em palha, que dentro trazem iguarias da culinária paraense, como biscoitos de castanha com recheio de cupuaçu, frutas típicas da região. A criatividade dos artesãos pode ser percebida nos detalhes, como no enfeite destas cestas que, além das fitas coloridas, mostra uma mini-cuia de tacacá.

A Casa do Artesão também dispõe de peças com grande pluralidade de matéria-prima. Chaveiros em forma de manto aliam metal, tecido e contas de pérolas em um enfeite único. As imagens da padroeira dos paraenses, produzidas por Silvia Alencar em resina e caroço de açaí coloridos, também recebem elogios dos visitantes.

Para a artesã, reproduzir a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, além de um prazer, é uma “grande honra”. “Todos os anos me preparo com antecedência para fazer o melhor em homenagem a nossa mãe. É uma grande responsabilidade, por isso dou o meu melhor e me emociono sempre no processo de criação”, ressaltou Silvia.

Criatividade

Artesanatos criados a partir de fibras da região também têm agradado. A artesã Maria do Socorro Pereira trabalha há mais de 10 anos com a fibra do jupati, que colore para criar móbiles, mantos em miniatura e chaveiros.

O jupati é uma palmeira encontrada principalmente na Região Norte, em áreas inundadas e em mangues. A fibra da palmeira é comumente utilizada por populações ribeirinhas na confecção de diversos objetos, principalmente o matapi, armadilha utilizada para a captura do camarão.

O caráter rústico e primitivo das palhas e o aproveitamento da tala de jupati são destaque em peças decorativas e objetos utilitários comercializados no Espaço São José Liberto, que chamam a atenção pela criatividade, charme e elegância.

O artesanato confeccionado a partir da sobra de tecidos é o destaque da marca Madame Floresta neste mês de outubro. Maria das Graças Arruda é a criadora e proprietária da marca, que existe no mercado há mais de 15 anos. Suas peças se destacam por valorizar a cultura amazônica, através das cores, das formas e dos valores do meio ambiente que agregou ao produto.
Artesanatos diversos da Casa do Artesão do ESJL.
Foto: Carlos Sodré/Agência Pará
Ao reaproveitar resíduos da natureza, Maria das Graças cria bolsas, camisas, vestidos e bijuterias com matérias-primas regionais. Há cerca de seis anos a artesã também produz o “pato no paneiro”, artesanato lúdico feito com sobras de tecido e fios de cipó - que dão origem à cesta do paneiro. O produto é responsável por 30% das vendas e encomendas da artesã durante o mês do Círio: “Recebo muitas encomendas de patos. Esse ano, inclusive, o produzi em um tamanho menor para que os turistas pudessem levar pra casa sem o problema do volume”, destacou a artesã.

Além de artesanato também é possível comprar, na Casa do Artesão, acessórios de moda e adornos temáticos. A marca Tu Crias se inspirou nas músicas que embalam as procissões da festividade pelas ruas de Belém para criar bolsas. O acessório, produzido em pano cru e couro, reproduz trechos de músicas nazarenas, como do hino “Vós Sois o Lírio Minoso”: “Ó virgem mãe amorosa, fonte de amor e de fé. Dai-nos a benção bondosa, Senhora de Nazaré”.

O “pato no paneiro”, assim como os móbiles de jupati, chaveiros, fitas, camisas, bolsas, mini-cestas típicas, estão disponíveis no Espaço São José Liberto, na Casa do Artesão, que funciona, excepcionalmente, em outubro, de segunda a sábado, das 9h às 19h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.


Ascom/Igama




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Círio de Nazaré é o grande homenageado do Fida

Imagem: Site Promoview/Reprodução
A coreógrafa e bailarina Clara Pinto lançou no mês, a 21ª edição do Festival Internacional de Dança da Amazônia (Fida), que ocorre em Belém, entre os dias 21 e 25 de outubro, no Theatro da Paz e em outros locais, como no anfiteatro do Espaço São José Liberto, que receberá a programação na quinta feira, dia 23. O lançamento foi no Instituto de Artes do Pará (IAP), às 19 horas, quando foram anunciados os destaques do evento.

Repetindo as outras 20 edições, o Fida vai homenagear um elemento cultural. A homenagem faz parte do projeto Resgate da Cultura Paraense, e, para 2014, Clara Pinto e sua equipe elegeram o Círio de Nazaré.

Para isso, o balé principal, coreografado pelo diretor artístico do festival, o carioca Fábio de Mello, levará ao palco do Theatro da Paz uma coreografia que vai narrar, por intermédio da Cia. de Danças Clara Pinto, a história da maior manifestação de fé do povo paraense.

Ainda não podemos adiantar detalhes, pois o balé está em fase de concepção, mas posso dizer que o público vai se emocionar com a bela homenagem que estamos preparando para contar a história do Círio por meio da arte da dança. A proposta de associar cultura e religião vem sendo trabalhada há algum tempo e o resultado, sem dúvida, será surpreendente”, contou Clara Pinto.

Com o nome “A fé de um povo”, o balé vai misturar o clássico e o contemporâneo e emocionar pela técnica atual. Aliás, durante o festival, Clara vai anunciar as oficinas que o evento vai oferecer este ano, num total de onze opções. As inscrições para essas oficinas já começaram e as vagas, como sempre, são disputadas até momentos antes das aulas começarem.

A bailarina Ana Botafogo confirmou presença no evento. Ela vai fazer uma palestra sobre história de vida e contar detalhes de como se tornou o maior ícone do balé clássico brasileiro e uma das estrelas mundiais da dança.

Além de comemorar a realização de mais um Fida, Clara Pinto e toda a sua rede de escolas está em festa. O motivo é a conquista de mais espaço no cenário internacional, a partir da valorização de seus alunos.

Alguns deles vêm ganhando espaço em escolas de dança em todo o Brasil e até fora dele. Tudo, segundo Clara, graças ao seu tino para descobrir talentos, como aconteceu recentemente com os jovens Malu Scerne e Rodrigo Soares, que foram descobertos por ela e agora se preparam para embarcar para os Estados Unidos, onde vão estudar na Joffrey Ballet School, em Nova Iorque, uma das mais importantes escolas para bailarinos do mundo.

Clara conta que Malu Scerne, de 18 anos de idade, sempre teve talento para dançar. Ela é aluna da escola Clara Pinto desde criança e logo que começou a ficar na pontinha dos pés, a equipe de professores já percebia que ela seria o sucesso que é. Já Rodrigo, hoje com 20 anos de idade, foi descoberto em um projeto social, o Conquistando a Cidadania, criado em parceria das escolas Clara Pinto e a Fundação Papa João XXIII (Funpapa), há seis anos.

A professora esclarece que Malu Scerne e Rodrigo Soares foram selecionados para a Joffrey Ballet School, a escola. Somente depois de um período de treinos será possível reavaliá-los para verificar a possibilidade – ou não – deles integrarem a companhia da mesma escola.

Estamos na torcida para que eles se destaquem e façam um curso proveitoso. A entrada na companhia americana é outro processo, mais para a frente”, esclareceu Clara.


Ascom/Igama




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Exposição "Natureza, Cultura e Fé: a grandiosidade do Círio de Nazaré" já está aberta para visitação

A exposição "Natureza, Cultura e Fé: a grandiosidade do
Círio" fica aberta das 9h ás 18h. Foto: Ascom/Paratur
A exposição “Natureza, Cultura e Fé: a grandiosidade do Círio de Nazaré” promovida pela Companhia Paraense de Turismo (Paratur) e Secretaria de Estado de Turismo (Setur) já está aberta ao público desde a ultima terça-feira (7), na Capela São José, no Espaço São José Liberto (Polo Joalheiro). A exposição conta um pouco dos 222 anos da historia do Círio e dos 29 anos da Romaria Fluvial, idealizada pelo ex-presidente da Paratur, Carlos Rocque em 1986.

Organizada em grandes painéis, a exposição retrata e promove o Círio de Nazaré de vários aspectos, entre eles com fotos dos brinquedos de miriti, do almoço tradicional do Círio, a Romaria Fluvial, o receptivo aos romeiros do Círio, o Concurso de Ornamentação das Embarcações da Romaria Fluvial.

Os canadenses Susan Wells e Scott Alpens visitam a
exposição na Capela São José. Foto: Ascom/Paratur
Muitas pessoas chegam até o local da exposição para tirar fotos e rezar suas preces diante da réplica de uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré e acabam se surpreendendo com a exposição, aproveitando assim para ler um pouco sobre o Círio nos nove painéis expostos dentro da capela.

A exposição já recebeu a presença de muitos fiéis e curiosos, sobretudo estrangeiros que chegam a Belém e procuram saber um pouco mais sobre este grandioso evento religioso que é o Círio de Nazaré. Os canadenses Susan Wells e Scott Alpens visitaram a exposição e adoraram a experiência.

É bastante colorido, fotos lindas e ótima iluminação. O espaço escolhido também é maravilhoso”, declarou Susan.

A carioca Mary Salgado já estava de malas prontas para voltar ao Rio de Janeiro, mas decidiu reservar um tempinho para visitar a exposição. “Estou gostando muito, tudo está muito bonito e explicado. Sou do Rio e já estou correndo para o aeroporto, mas passei aqui pra dar uma olhada. Muito interessante, ainda mais nesse prédio que é belíssimo”.

A imagem de Nossa Senhora de Nazaré é
atracão na exposição. Foto: Ascom/Paratur
A exposição “Natureza, Cultura e Fé: a grandiosidade do Círio de Nazaré” fica aberta para visitação até o dia 31 de outubro, das 9:00 as 18:00 horas e conta com o apoio da Fundação Escola Bosque e da Imprensa Oficial do Estado do Pará (IOE).

Durante a abertura da exposição foi lançada também a edição ampliada do livro “História do Círio e da Festa de Nazaré”. Uma releitura da obra lançada em 1981 pelo historiador, jornalista, escritor, ex-presidente da Paratur e também idealizador da Romaria Fluvial, Carlos Roque. O livro analisa as diferenças e evolução do Círio de Nazaré no passado até os dias atuais. Em sua versão ampliada, totaliza 221 páginas, entre estas a terceira parte da obra que trata do Círio de Nazaré na atualidade, o circuito das romarias, as festas populares do círio, assim como a Paratur e a evolução do Círio através do turismo.

Leia no blog Turismo Paraense.

Fonte: Ascom/Paratur




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Premiação dos vencedores da Romaria Fluvial acontecerá no São José Liberto

Romaria Fluvial.
Fonte: Paratur
A Companhia Paraense de Turismo (Paratur) já tem os nomes dos vencedores do Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial que serão divulgados no dia 22 de outubro. A Romaria Fluvial foi criada em 1986 pelo então presidente da Paratur, jornalista e escritor, Carlos Roque. Como o evento é fruto da imaginação de um comunicador, é importante que profissionais da área tenham contribuido para a escolha dos vencedores. Mas além de jornalistas e fotográfos, o corpo de cinco jurados escolhidos contou com profissionais de diversas áreas e especializações.


Os jurados de renome internacional selecionados pela Paratur, juntos decidiram quais as embarcações mais bem decoradas, animadas e que se encaixaram nos padrões de segurança durante o evento. O corpo de jurados convidados é formado pela jornalista carioca Soraya Moreno, diretora de Turismo Religioso da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro; o fotógrafo paraense Ray Nonato, membro da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet); Maria Célia Jacob, pós-graduada em Teoria Literária e em Literatura Infanto Juvenil pela Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais; o consultor em turismo e hotelaria Haroldo Verbicaro Tuma, mestre em consultoria e gestão do ecoturismo pela Universidad de León, Espanha; e Edila Porto de Oliveira, cerimonialista, professora e coordenadora do bacharelado em Moda da Universidade da Amazônia.

A divulgação dos nomes vencedores do concurso acontece no próximo dia 22, às 10h na Capela São José, no Espaço São José Liberto (Polo Joalheiro). O concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial, organizado pela Paratur há 29 anos, é uma realização do Governo do Estado com apoio da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR).

Leia no blog Turismo Paraense.

Fonte: Ascom/Paratur




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Espaço Moda expõe acessórios com temática do Círio no São José Liberto

"Espaço Moda ESJL" na Casa do Artesão.
Foto: Carlos Sodré/Agência Pará
Já está aberto ao público o “Espaço Moda ESJL”, que reúne o trabalho de designers, criadores, microempresas e demais empreendedores integrantes do Grupo de Moda do Polo Joalheiro e do Arranjo Produtivo Local (APL) de Moda e Design do Pará. Produtos inspirados no Círio de Nazaré foram criados para o lançamento do espaço, vitrine para a produção paraense de acessórios e adornos, que se destacam pela criatividade no design e utilização de matéria prima diversificada, de origem vegetal, sustentável e industrial.

Instalado na Casa do Artesão, o “Espaço Moda ESJL” comercializa bolsas, carteiras, chaveiros, braceletes, maxicolares, anéis, pingentes, brincos e outras peças, confeccionadas em algodão cru, madeira (imbuia e pupunheira), ouriço da castanha do Pará, couro, paneiro, fibras de arumã e buriti, aço inox, ferro, fitas de promesseiros do Círio, resina, acrílico, tecido e lentes de óculos reaproveitadas, entre outros materiais.

A produção dos acessórios de moda e adornos resulta da junção de técnicas artesanais com a criação de peças variadas, com design inovador, marcado tanto pela originalidade quanto pela valorização de um modo de fazer autoral e artístico na composição dos acessórios, que seguem tendências atuais de mercado.
Bolsas e acessórios em exposição no Espaço Moda.
Foto: Carlos Sodré/Agência Pará
Essa criatividade pode ser conferida, por exemplo, nos maxicolares “Rede de Plácido” e “Pescando Fé”, trabalho artesanal em prata e redes de pesca preta e branca, criação da designer Lídia Abrahim, com produção da empresa Yemara e ourivesaria de Lídia e Edinaldo Pereira. Com identidade cultural e design contemporâneo, os acessórios fazem referência a uma das atividades mais características da região, a pesca, e à crença dos paraenses.

A cultura indígena é destacada na bolsa em estilo mochila “Xingu”, criação e produção do designer Erivaldo Júnior, que utilizou couro natural e tecido de algodão com grafismos originais da etnia Assurini, do sudeste do Pará.

Com tema similar, o colar e brinco “Indígena Chique”, criação e produção de Bell Roque, resulta da composição harmônica de vários materiais: cascalho e gema mineral olho de tigre, semente de jarina e madeira da pupunheira. Mistura que também pode ser vista no colar “Geometria”, criação do designer Ivam Silva, com ourivesaria de Arte Joias da Amazônia, confeccionado em fibras de buriti e madeira imbuia, e acabamento em prata. 

Entre as técnicas utilizadas na confecção das peças estão, ainda, banhos de prata e ouro, incrustação paraense, ferragens cromadas, esferas pirografadas, couro de peixe tingido, plotagem e trançado em fibras.

A ambientação do “Espaço Moda ESJL” foi feita pela designer Bárbara Müller, e tem como elemento central caroços de açaí tingidos. Desde o primeiro dia de funcionamento, o local agrada clientes e visitantes.
Colares criados pelos designers do Programa Polo Joalheiro.
Foto: Igama/Divulgação
Participam do espaço os seguintes empreendedores, empresas, designers, produtores, ourives e artesãos: Rosa Castro, Ivete Negrão, Celeste Heitmann, Lídia Abrahim, Brenda Lopes, Camilla Amarall, Joseli Limão, Marcilene Rodrigues, Bárbara Müller, Laise Lobato, Kelly Badarane, Luciane Cavalcante, Waldirene Ferreira, Brenda Melo, Bell Roque, Ivam Silva, Erivaldo Júnior, Rayan Andersen, Marcelo Rodrigues, Fábio Luan, Reinaldo de Souza, Edinaldo Pereira, Kdesign Acessórios, Yemara, Bazzola, Danatureza, Sila Brasila, Arte Joias da Amazônia, Joiartmiro, JS Joias e Luti Bolsas. 

O “Espaço Moda ESJL” é uma iniciativa do Programa Polo Joalheiro do Pará, resultado de parceria entre a Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) e Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), OS que gerencia o Espaço São José Liberto.

Serviço: O “Espaço Moda ESJL” está situado na Casa do Artesão, no Espaço São José Liberto/Polo Joalheiro do Pará (Praça Amazonas, s/n, bairro Jurunas), e pode ser visitado no horário de funcionamento do local, que no mês de outubro, excepcionalmente, é de segunda a sábado, das 09 às 19 h, e aos domingos e feriados, das 10 às 18 h. Entrada franca.


Ascom/Igama




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Kits da Corrida do Círio serão entregues no São José Liberto

Corrida do Círio.
Imagem: Reprodução
A prova mais esperada do ano pelos corredores de rua paraenses está com as inscrições encerradas. A 31ª Corrida e Caminhada do Círio fechou a etapa de inscrições quase uma semana antes do prazo oficial. No fim de semana passado, a competição chegou a 5.300 inscritos, número limite estabelecido por seus organizadores.

O evento, que é uma promoção da TV Liberal, afiliada da Rede Globo no Pará, será disputada na manhã do próximo domingo com um percurso de 10 km pelo centro de Belém para os participantes da Corrida. Já para a Caminhada, que também teve suas 800 vagas esgotadas, o percurso será de 4,5 km.

A coordenação da prova estipulou que as adesões poderiam ser feitas até hoje ou quando atingisse o 5.300 inscritos. E repetindo o que ocorreu no ano passado, a organização precisou encerrar o processo de inscrições bem antes do prazo justamente por ter atingido o número máximo de atletas participantes.

A entrega dos kits será feita amanhã, na sexta-feira e no sábado, exclusivamente no espaço São José Liberto, das 9 horas até 18 horas. O kit é constituído de camisa promocional da Corrida do Círio, sacola com numeração de peito e chip de aferição eletrônica, que deve ser preso ao tênis dos atletas participantes e é de utilização obrigatória.

Este ano, todos os participantes da Corrida do Círio serão premiados com medalhas, que serão entregues aos participantes. Além disso, o atleta paraense mais bem colocado na prova ganhará uma moto zero km. Haverá ainda premiações em dinheiro para os cinco primeiros lugares na classificação geral e para os três melhores colocados por faixa etária.

Os três melhores colocados nas categorias especiais (cadeirantes, deficientes visuais e deficientes mentais) também receberão prêmios em dinheiro. Além disso, a oranização da prova também contemplará as três fantasias mais criativas desta 31ª edição da Corrida do Círio.

Fonte: Amazônia/ORMNews

Ascom/Igama




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