Exposição "Joias de Nazaré" é um dos destaques da programação oficial do Círio 2014

"Joias de Nazaré": pingente "Ícones", criação da designer Rosa Castro.
Foto: Igama/Divulgação
A diretora executiva do Espaço São José Liberto e do Programa Polo Joalheiro do Pará, Rosa Helena Neves, participou da coletiva que apresentou a "Agenda Turística do Círio 2014". O evento aconteceu na manhã desta segunda-feira (1º) na Estação Business da Estação das Docas. Entre os destaques da programação deste ano está a tradicional exposição "Joias de Nazaré", que reúne o trabalho artesanal de designers, ourives, lapidários e demais empreendedores criativos e empresas do Polo Joalheiro.  

A iniciativa inédita foi apresentada pela Companhia Paraense de Turismo (Paratur), Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos no Pará (Dieese-PA), entre outros parceiros.

Durante a coletiva foram divulgados detalhes da programação do oficial do Círio 2014, que inclui espetáculos de danças folclóricas para receber os turistas, exposição de joias inspirada na temática nazarena, lançamento da bandeira da Romaria Fluvial, estratégias de monitoramento virtual da Berlinda de Nazaré, quantitativo de voos extras para o período do Círio e estratégias inéditas de pesquisa e apresentação do Círio de Nossa Senhora de Nazaré como o principal segmento turístico religioso do Pará.

O objetivo do encontro com a imprensa foi apresentar o resultado de um trabalho intenso e cooperado que visa fortalecer o Círio de Nazaré como o principal produto turístico religioso do Pará, que em 2013 recebeu cerca de 87 mil turistas durante a programação do evento, que gerou renda aproximada de US$ 28,95 milhões.
A "Agenda Turística do Círio 2014" é uma parceria entre a Paratur, Setur, Dieese-PA, Sinart, Infraero, Belemtur, Espaço São José Liberto, Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará (CPH), OS Pará 2000 (Estação das Docas), Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará (Prodepa), Museu Histórico do Estado do Pará, Capitania dos Portos. 
Diretora executiva do Polo Joalheiro do Pará, Rosa Helena Neves, durante coletiva.
Foto: Ascom/Igama 
Joias de Nazaré -  Da programação oficial do Círio 2014 que será realizada no Espaço São José Liberto/Polo Joalheiro constam duas exposições. Uma delas é a exposição "Natureza, Cultura e Fé: a Grandiosidade do Círio de Nazaré", que acontecerá de 1º a 31 de outubro na capela do Espaço São José Liberto, resultado de parceria firmada entre o espaço, Paratur, Setur, Imprensa Oficial do Estado do Pará (Ioepa) e Fundação Escola Bosque.

A outra exposição é a "Joias de Nazaré", que este ano completa onze edições tendo a "fé" como tema central para este ano. A mostra será aberta na Casa do Artesão do Espaço São José Liberto no dia 1º de outubro, onde ficará instalada até o dia 31 de outubro. A realização é da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Paratur, Setur e CPH.

A exposição mostra o resultado do trabalho desenvolvido pelo Programa Polo Joalheiro do pará. Em ouro e prata, os profissionais criam joias exclusivas artesanais com temas de caráter religioso que envolvem a festividade, utilizando gemas minerais (pedras preciosas) e orgânicas, madeira, chifre de búfalo, semnetes e outras matérias-primas características da região amazônicva. A consultoria é de Rosângela Gouvêa, designer e professora da Universidade do Estado do Pará (UEPA), responsável pela curadoria da coleção, que começou a ser concebida, em julho deste ano, durante workshop de geração de produtos.

Segundo a diretora executiva Rosa Helena Neves o produto com representação religiosa tem se consolidado no mercado local, com resultado satisfatório de vendas, que representam um crescimento de 33% no mês de outubro, considerando os demais meses do ano.

O período do Círio também atrai muitos turistas ao Espaço São José Liberto, patrimônio histórico de Belém considerado referência em turismo na capital paraense. Território criativo que abrange diversas categorias, dentre elas o artesanato, a joalheria, os acessórios de moda e a gastronomia, o espaço registra um crescimento em torno de 25% de visitação no mês que comemora a padroeira dos paraenses, Nossa Senhora de Nazaré.

Coletiva apresenta programação oficial do Círio 2014.
Foto: Ascom/Igama 
Círio 2014 - Ao reunir dois milhões de pessoas, o Círio de Nazaré, segundo o supervisor do Escritório Regional Pará do Dieese-PA), Roberto Sena, o Círio de Nazaré é um grande indutor da gerão de emprego em renda, contribuindo com a geração de emprego e renda no Estado.

De acordo com Roberto Sena, até o momento não foi feita nenhuma mensuração sobre o número e o perfil de devotos que acompanham a corda, um dos ícones da festividade, que contorna a berlinda da santa nas procissões da Trasladação e do Círio. Em 2001, o Dieese, em conjunto com a diretoria da festa, realizou o cálculo do número linear da corda e chegou ao resultado de, no máximo, seis pessoas de cada lado por metro liner. 

Após 13 anos da divulgação desse estudo, uma pesquisa inédita pretende analisar o perfil do romeiro da corda: a faixa etária, renda, origem, motivo da promessa, entre outros indicativos. Os dados coletados, destacou Roberto Sena, servirão para colaborar com toda a organização do evento, inclusive a atuação da segurança pública.

Outra inovação que tem agradado quem participa da festividade é o aplicativo que responde à pergunta que a maioria dos católicos paraenses faz durante o Círio de Nazaré, o "Kd a Berlinda?", que volta a ser utilizado este ano durante as procissões que marcam a maior festa religiosa da capital paraense, o Círio de Nazaré.

Desde sua primeira versão, em 2012, o aplicativo foi disponibilizado para a plataforma Android e pode ser baixado em celulares ou tablets. No ano passado, essa ferramenta ganhou uma versão para IOS.

O sistema é georreferenciado e as coordenadas da berlinda são capturadas por GPS em tempo real e transmitidas pela rede 3G para um servidor. Em um site web (www.kdaberlinda.pa.gov.br) acessível por qualquer dispositivo móvel ou computador, é possível acompanhar o trajeto percorrido e o tempo. 

Mais informações sobre a "Agenda Turística do Círio 2014" com Benigna Soares, titular da Gerência de Comunicação (GEC) da Paratur, nos seguintes telefones:  (91) 88955733 / 3110-8708

Ascom/Igama, com informações da Ascom/Paratur




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Espaço São José Liberto serve de locação para comercial de TV

Gravação de comercial no Jardim da Liberdade.
Foto: Igama/Divulgação
O Espaço São José Liberto serviu de locacão, na tarde deste sábado (30), para a gravação de um comercial televisivo de uma loja de departamentos da cidade, produzido pela KL Multimídia.  

Os modelos Mitisuro Yamada e Marina Moraes foram filmados em diversos pontos do local, como na fachada, no Jardim da Liberdade e na capela. A direção de arte do trabalho foi do jornalista Rosenildo Franco.


O publicitário Daniel Pamplona foi responsável pela direção de fotografia e Giselly Souza assinou a coordenação de produção. Também integraram a equipe técnica Denner Silva, na produção; Tati Blanco, na produção de moda; e Antônio Ratis, Adolfo Max da Silva, Daniel Brito, Haroldo Gonçalves, Cláudio Assunção e Reginaldo Sales na assistência técnica. 
Equipe da KL Multimídia com os modelos Mitisuro Yamada (e) e Marina Moraes (d).
Foto: Igama/Divulgação
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Ascom/Igama




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Visita de universitários ao Espaço São José Liberto

Turma de Arquitetura e Urbanismo da Unama.
Foto: Igama/Divulgação
Na tarde desta sexta-feira, 29, alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade da Amazônia (Unama) visitaram o Espaço São José Liberto e conheceram a história do local e o processo de restauração pelo qual o prédio centenário passou antes de ser reinaugurado, em 2002, como território criativo intersetorial e transversal para abrigar setores criativos e categorias culturais, passando a sediar o Programa Polo Joalheiro do Pará.

Ascom/Igama




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Martinica planeja implantar polo joalheiro usando o modelo paraense

Espaço São José Liberto.
Foto: Geraldo Ramos
Um projeto nos moldes do espaço criativo do Polo Joalheiro/ Espaço São José Liberto deverá ser implantado na Martinica. Em reunião na última terça-feira (26), Manuella Toussay, adida de cooperação representando a Autoridade Regional da Martinica junto à Embaixada da França em Brasília, convidou a secretária Maria Amélia Enríquez, titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), para tratar da estratégia de desenvolvimento do projeto do Polo de Joalheiro a ser criado na Martinica, já que o Espaço São José Liberto é vinculado à Seicom.

A proposta é que o departamento ultramarino francês, situado no mar do Caribe, receba o apoio técnico do governo do Estado, por meio da Seicom e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), do Consórcio Joias do Pará e demais joalheiros do Espaço São José Liberto, para o planejamento, capacitação técnica, apoio institucional e comercial ao centro criativo.

Para Manuella Toussay, é muito importante aproximar Pará e Martinica, que ficam a apenas três horas de distância aérea e podem ser grandes parceiros comerciais. “Precisamos da expertise de vários parceiros institucionais paraenses, pois a intenção é que seja uma cooperação ganha-ganha. São 35 milhões de pessoas no Caribe inteiro, e a Martinica pode servir como uma vitrine do Pará na Europa. É uma rica oportunidade de negócios para todos. A implantação do polo joalheiro com a parceria do Pará é uma ação inovadora que vai gerar empregos, capacitação e negócios”, disse.
Reunião de Planejamento.
Foto: Ascom/Seicom
Maria Amélia relembrou que essa é a primeira ação concreta do protocolo de cooperação descentralizada, que permite estreitar as relações econômicas, sociais, ambientais e de pesquisa entre o Pará e a Martinica, assinado em abril deste ano pelo governador Simão Jatene e pelo presidente da Martinica, Serge Letchimy.

De tudo que foi apresentado, o interesse maior foi pelo projeto do São José Liberto. Por ser um espaço multifuncional e que pode conciliar as atividades produtivas da joalheria, ourivesaria, design, moda, turismo e cultura, torna-se muito interessante para a Martinica, pois tem um grande apelo turístico e pode-se, assim, valorizar ainda mais sua cultura, sua economia. Para nós no Pará é uma oportunidade única de estar exportando um modelo que tem demonstrado muita eficiência, pois o projeto está numa ótima fase de amadurecimento”, disse.

A Seicom será o ponto focal para o andamento do projeto de criação do polo martiniquense. Em 23 de setembro, a secretaria deverá receber um grupo de ourives do departamento ultramarino, que participarão de uma agenda de apresentação e treinamento no Espaço São José Liberto, para a formação de ourives e joalheiros com práticas manuais e não industriais, que darão mais personalidade ao trabalho.

Para João Amorim, do Consórcio Joias do Pará, que também faz parte do projeto, o fato de a produção das joias ser de forma artesanal e poder gerar mais emprego e renda localmente é muito mais interessante. “Além de capacitar vamos fomentar o comércio entre a Martinica e o Pará, para que essa parceria perdure por muitos anos, fazendo com que o Pará se destaque mais na balança comercial de gemas e joias”, afirmou.

Na semana passada, Maria Amélia esteve em Itaituba, sudoeste do Pará, participando da Agenda de Desenvolvimento Territorial Tapajós, onde aproveitou para fortalecer o pacto federativo. O evento teve a presença de representante do Ministério de Minas e Energia. A parceria firmada com a prefeitura local promoverá a instalação da Seicom no município, com a expectativa de alavancar a economia local. Já estão agendadas ações de fiscalização da mineração, e devido à taxa mineral, são programadas ações de desenvolvimento local a partir da base mineira para dinamizar a economia, além de resgatar a essência do projeto de gemas e joias, ao fortalecer a cadeia de fornecedores.

Temos a produção do São José Liberto que precisa ter maior acesso à oferta de matéria prima local. A região de Itaituba produz ouro desde os anos cinquenta, mas por conta da informalidade e do descaminho do ouro, não estávamos conseguindo uma via segura de oferta desse ouro para produção aqui, assim como das pedras preciosas e diamantes. Com a instalação da Seicom no município será possível aproximar esses dois elos da cadeia produtiva: o elo da produção da matéria-prima e o elo da transformação da matéria-prima, que é a essência do projeto de gemas e joias do Pará. Assim poderemos firmar ainda uma ótima oportunidade de mercado junto ao projeto de criação do Polo Joalheiro da Martinica”, disse a secretária.


Ascom/Igama




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Comissão da Verdade vai investigar casos de tortura no regime militar

Egídio Sales Filho, membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e presidente
da Comissão Estadual da Verdade. Foto: Sidney Oliveira/Agência Pará
Assinada no dia 31 de março deste ano, a lei estadual que cria a Comissão da Verdade no Pará entra em uma nova fase a partir do próximo mês. No dia 1º de setembro, uma cerimônia no Espaço São José Liberto, em Belém, vai instalar oficialmente a comissão estadual de investigação a casos de tortura, morte e desaparecimentos durante o regime militar.

O comitê, formado inicialmente por nove pessoas, será composto por representantes de diversas entidades civis, como a secretarias de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), Arquivo Publico Estadual, Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, Comitê Paraense pela Verdade, Memória e Justiça, Conselho Regional de Psicologia e Sindicato dos Jornalistas do Pará.

O principal objetivo dessa comissão é investigar os fatos que ainda estão escondidos sobre o período sombrio do regime militar aqui no Estado e fazer uma reparação às vítimas desses crimes, resgatando o sagrado direito à memória de todos os mortos e desparecidos desse período”, afirma o advogado Egidio Sales Filho, membro da OAB e presidente da Comissão Estadual da Verdade. As entidades envolvidas terão dois anos para concluir os trabalhos, que poderão ser prorrogados até a extinção da Comissão Nacional da Verdade. Ao final, o comitê deve apresentar um relatório com as conclusões das investigações.

Para o representante da Sejudh, Renato Theophilo Netto, o mais importante desse trabalho é agilizar as investigações sobre os crimes contra os direitos humanos e garantir o direito à verdade. “Ainda existem muitas perguntas que não foram respondidas sobre o regime militar brasileiro. No caso do Pará, e especificamente no episódio na Guerrilha do Araguaia, ainda continuamos com muitas indagações principalmente sobre os mortos e desparecidos desse período. Por isso precisamos recolher depoimentos, ouvir pessoas, investigar a história e garantir a transparência da história e da memória às futuras gerações”, afirma.

Segundo Egidio Sales Filho, o comitê não tem a função de punir, mas de esclarecer os crimes ocorridos durante as duas décadas de regime militar no Estado. “Quando se pensa em fazer um trabalho desse tipo, um levantamento de todas as situações que foram caracterizadas nesse períodom está se pensando, sobretudo, em preservar a verdade como um valor político importante e ao mesmo tempo se estabelecer uma reparação coletiva”, explica o advogado.

A Comissão Estadual segue a política da Comissão Nacional da Verdade, criada pela Lei 12.528/ 2011 e instituída em maio de 2012 com o objetivo de apurar e esclarecer os fatos de violações graves aos direitos humanos ocorridos no período entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro 1988. De acordo com o documento Direito à Memória e à Verdade, cerca de 150 casos de opositores ao regime militar desapareceram após serem presos os sequestrados por agentes do Estado e até hoje há registros da prisão em tribunais ou presídios.

A cerimônia de instalação da Comissão Estadual da Verdade ocorre na próxima segunda-feira (1º), às 18h, no Espaço São José Liberto. No dia seguinte à instalação, às 13 horas, os membros do comitê farão um seminário aberto ao público sobre as questões da ditadura militar na Amazônia, no auditório do Hangar Convenções e Feiras da Amazônia.


Ascom/Igama




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Designer italiana lança coleção de joias em Belém

Joia da exposição.
Foto: Ella Formuso
Foi aberta na noite desta querta-feira (27), na capela do Espaço São José Liberto, a exposição de joias "Virtù Rivelate" (Virtude Revelada), da designer italiana Emanuela Bergonzoni. Com entrada franca, a mostra ficará aberta até o dia 5 de setembro, no horário de funcionamento do espaço: de terça a sábado, das 9h às 19h, e das 10h às 18h aos domingos e feriados.

A iniciativa é resultado da parceria firmada entre a Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama) e Projeto Cultural Casa Rosada, da empresa Alubar Metais e Cabos. Também participaram da cerimônia o violonista Danny Lúcio Reis e o clarinetista Tiago Amaral, músicos que integram o grupo Clave da Lua.

Além da exposição de joias, a designer Emanuela Bergonzoni vai ministrar, no período de 1 a 3 de setembro, das 14h às 18h, o workshop “Tributo anatômico: monili come amuleti” (Joias como amuletos), direcionado para participantes do Programa Polo Joalheiro do Pará. A designer também vai proferir, no dia 3 de setembro, às 9h, a palestra “Contemporanee declinazioni del gioiello: Dress Art” (Facetas contemporâneas da joia: a arte de vestir), aberta aos estudantes de Design e profissionais do setor joalheiro e de moda.

A finalidade do intercâmbio é promover a troca de experiências na área da gestão do design para produção de joias e acessórios de moda, bem como possibilitar o aperfeiçoamento e a capacitação profissional, por meio do aprimorando técnico, tendo como referência conteúdos transdisciplinares, intermediando tradições, inovação, arte e cultura.

A designer, que também é escultora e ourives, pretende trocar experiências e mostrar aos participantes um pouco do seu trabalho. Por meio de técnicas eco sustentáveis, ela cria joias originais e evocativas, que levam o observador a uma intensa experiência sensorial. Suas "eco joias" ou "joias esculturas" exprimem, através da força de sua composição e design, a energia do ecossistema amazônico.

Participaram da solenidade de abertura da exposição Rosa Helena Neves, diretora executiva do Espaço São José Liberto e do Programa Polo Joalheiro; Ricardo Figueiredo, diretor executivo da Alubar Metais e Cabos; Márcia Vieira, coordenadora de Projetos Internacionais da Casa Rosada, e Paolo Carlucci, tradutor, consultor internacional nas áreas de cultura, economia e turismo e representante da Associação de Imprensa Italiana no Brasil.

Segundo Rosa Helena Neves, o olhar sensível de Emanuela Bergonzoni na criação das peças da nova coleção, ao aliar a variedade e o brilho do metal à utilização de elementos característicos da região amazônica, revela peças artesanais contemporâneas que referendam as culturas do Brasil e da Itália. Ricardo Figueiredo destacou a importância da parceria firmada entre a Itália e o Pará neste projeto, lembrando que a parceria é a continuidade de uma ideia que surgiu em 2012 e que deverá render mais frutos.
Designer Emanuele Bergonzoni e diretora executiva Rora Helena Neves
no lançamento da exposição Virtù Rivelate. 
Foto: Ascom/Igama 
Valor universal

A coleção Virtù Rivelate foi concebida quando a designer, que acumula mais de 30 anos de experiência na área da joalheria, esteve no Estado do Pará, em 2012, por meio de um projeto cultural desenvolvido entre a Casa Rosada – Alubar e a Academia de Belas Artes de Bolonha, Itália, onde Emanuela é professora de Design de Acessórios do curso de Fashion Design da Universidade de Bolonha.

Depois de visitar a Ilha do Marajó, onde pesquisou e coletou material para as joias, Emanuela Bergonzoni começou a elaborar a sua nova coleção, que revela suas virtudes, a força da cultura amazônica e sua universalização. As peças refletem, ainda, seu envolvimento e preocupação com questões que envolvem a sustentabilidade e o meio ambiente.

Além do metal, compõem a matéria-prima das 20 peças da exposição, material coletado na própria natureza, como patas de caranguejo, vértebras de jiboia, plumas de araras e caroços de açaí. "Habitar de corpo e alma a fonte de sua criação para dela extrair originalidade. Uma originalidade que não se reduz à aparência e vem incorporada por um sentido interior. Uma arte que produz emoção e pensamento, encanto e reflexão. Esta é a virtude revelada no processo de criação de Emanuela Bergonzoni", identifica o poeta paraense João de Jesus Paes Loureiro, que assina a apresentação do catálogo da exposição.

Virtù Rivelate” é um convite ao encantamento do olhar para a biodiversidade da Amazônia como valor universal. É admirar a força da natureza divulgada através das formas, nuances e cores de cada peça criada pela designer italiana Emanuele Bergonzoni.
Peças da exposição. Foto: Ascom/Igama 
Serviço:

Exposição “Virtù Rivelate”, da designer italiana Emanuela Bergonzoni. Aberta para visitação até o dia 5 de setembro, na capela do Espaço São José Liberto, no horário de funcionamento do espaço: das 9h às 19h, de terça a sábado, e das 8h às 18h, aos domingos e feriados. De 1º a 3 de setembro a designer vai ministrar, no auditório do ESJL, workshop direcionado para participantes do Programa Polo Joalheiro; e no dia 3 de setembro, no mesmo local, será realizada a palestra aberta aos estudantes de Design e profissionais do setor joalheiro e de moda. Mais informações sobre a programação com o Núcleo de Desenvolvimento Tecnológico e Organizacional (NDTO), do Espaço São José Liberto, pelos telefones (91) 3344-3518 e 3344-3557.

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Ascom/Igama




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Exposição internacional de joias será lançada no São José Liberto nesta quarta-feira (27)

Joia da nova coleção da designer italiana Emanuela Bergonzoni.
Foto: Divulgação
A Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), em parceria com a Casa Rosada/Projeto da Alubar Metais e Cabos, convida para a solenidade de abertura da exposição Virtù Rivelate, da designer italiana Emanuela Bergonzoni, professora da Academia de Belas Artes de Bolonha – Itália. A mostra abre no dia 27 de agosto, às 18 horas, na capela do Espaço São José, onde permanecerá até o dia 5 de setembro, quando seguirá para Bolonha.

Na capital paraense, a designer também vai realizar de 1º a 3 de setembro, das 14h às 18h, no auditório do ESJL, workshop direcionado para os integrantes do Programa Polo Joalheiro do Pará. No mesmo local, no dia 3 de setembro, às 9 horas, Emanuela Bergonzoni vai proferir uma palestra aberta ao público. A programação objetiva promover a troca de experiências entre os profissionais da área, bem como o fomento ao conhecimento de técnicas tradicionais e inovadoras na criação de joias.

Com cerca de 30 anos de experiência no setor joalheiro, Emanuela Bergonzoni é eco-design de joias e professora de Design de Acessórios e Design de Joias do Curso de Fashion Design da Academia de Belas Artes de Bolonha. Ela esteve no Pará em outubro de 2012 para pesquisar na Ilha do Marajó matéria-prima para a sua exposição, composta por 20 peças produzidas com técnicas manuais e matérias da região, como vértebras de jiboia, plumas de araras coletadas embaixo das árvores onde estavam as aves e caroço de açaí.

Mais informações sobre a programação podem ser fornecidas pelo Núcleo de Desenvolvimento Tecnológico e Organizacional (NDTO), do Espaço São José Liberto, pelos telefones (91) 3344-3518 e 3344-3557. Ascom/Igama: Luciane Fiuza (91) 3344-3509 e 8300-3961. Ascom/Alubar: Iaci Gomes (91) 8896-7215.
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III Oficina Técnica de Validação do Primeiro Plano de Desenvolvimento do APL Moda e Design

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Joias de Nazaré são tema de programa da TV Liberal

Diretora Rosa Helena Neves é entrevistada para o projeto "Câmera na Mão".
Foto: Igama/Divulgação
A cadeia produtiva de joias com temática religiosa, trabalho desenvolvido pelo Programa Polo Joalheiro do Pará, será destaque na transmissão do Círio 2014 da TV Liberal. O foco da matéria é a Coleção "Joias de Nazaré 2014" e o alcance das joias do São José Liberto no mercado externo. As entrevistas com profissionais do Polo Joalheiro foram feitas na última quarta-feira, 13, no Espaço São José Liberto (ESJL), pelas estudantes de Jornalismo Fábia Sepêda e Emanuele Corrêa, estagiárias do Pró-TV, programa de estágio da TV Liberal - Organizações Romulo Maiorana (ORM). O trabalho integra o projeto "Câmera na mão", coordenado pela jornalista Alessandra Barreto.

No São José Liberto as estudantes, também responsáveis pela produção das entrevistas, conversaram com as designers Ivete Negrão e Marcilene Rodrigues (proprietária da Sila Brasila), que integram o Programa Polo Joalheiro e o Coletivo Garimpo, formado por designers do programa. Elas falaram sobre suas criações para a coleção "Joias de Nazaré", que este ano completa onze edições com abertura prevista para o dia primeiro de outubro. Ivete mostrou os projetos criados para esta edição, que tem a “” como tema central. Marcilene mostrou algumas peças que integrarão a nova coleção, inspirada na cera derretida das velas que simbolizam a fé dos promesseiros, na forma dos barcos que integram a romaria fluvial do Círio de Nazaré, entre outras inspirações.
O ourives Antônio Tavares explicou um pouco sobre seu trabalho.
Foto:Igama/Divulgação
Fábia e Emanuele também conversaram com o empresário e ourives Marcelo Monteiro, proprietário da Ourogema, uma das sete empresas do Polo Joalheiro que integram o Consórcio Empresarial de Joias do Pará, formado pela Amazonita, Amorimendes, Ourogema, Danatureza, Joiartmiro, Jod Joias e Lucas Coelho. Marcelo explicou que o consórcio busca a consolidação da joias paraense no mercado externo, estabelecendo venda regular de joias produzidas com matéria-prima regional e outras inovações, por meio das lojas do Espaço São José Liberto, do Ponto de Venda (PDV) da Estação das Docas, da loja virtual e dos escritórios que mantém no Brasil e em Miami (EUA.) O empresário falou sobre o interesse do mercado internacional no design e identidade da joia paraense, inspirada na cultura amazônica.

O ourives Antônio Tavares, sócio proprietário da Amazon Art, e a lapidária Leila Salame, proprietária da Gemas do Mundo, empresas situadas no espaço, também explicaram detalhes de técnicas de ourivesaria e lapidação de gemas, que fazem parte das etapas de produção de uma joia artesanal. 

A designer de joias, consultora e professora da Universidade do Estado do Pará (UEPA), Rosângela Gouvêa também concedeu entrevista. Responsável pela curadoria da exposição, ela falou sobre a história do Programa Polo Joalheiro e o trabalho voltado para a geração de joias em prata e ouro de caráter religioso, com temas que envolvem a festividade.
A designer e professora Rosângela Gouvêa durante entrevista.
Foto: Igama/Divulgação.
Nesse período do Círio de Nazaré, segundo a consultora, o turista tem demonstrado interesse pela joia com representação e inspiração religiosa, principalmente as peças que fazem referência à berlinda e à imagem da santa. Rosângela Gouvêa também explicou como se dá o processo de concepção das joias, que começa com o workshop de geração de produtos, onde é definido o tema de cada coleção.

As estagiárias do Pró-TV falaram, ainda, com Rosa Helena Neves, pedagoga, mestre em políticas públicas na área de Educação, gestora de programas sociais e de economia criativa, que é responsável, há oito anos, pelo gerenciamento do Espaço São José Liberto, Programa Polo Joalheiro do Pará e Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), organização social gestora do espaço e do programa. A diretora executiva destacou o interesse crescente do público pelo lançamento anual da coleção, que já faz parte da programação turística da cidade. Segundo ela, a exposição Joias de Nazaré já se tornou tradição na capital paraense.

Rosa Helena Neves também falou que o produto com representação religiosa tem se consolidado no mercado interno, onde há boa procura com resultado satisfatório de vendas. Prova disso é o crescimento registrado na venda de joias da loja Una do Polo Joalheiro, que cresceu em 30% do mês de outubro de 2011 para 2012. Se consideramos a média das vendas mensais de joias nos demais meses do ano, o percentual registrado no mês de outubro é 33% maio. Segundo a diretora, o programa tem desenvolvido ações de expansão e fomento das joias no mercado externo, o que permite um bom cenário para próximos anos.

Ascom/Igama




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Livro "Gastronomia do Pará" é lançado no Espaço São José Liberto

Confira momentos do lançamento do livro "Gastronomia do Pará - O Sabor do Brasil", de Álvaro Negrão do Espírito Santo e Fernando Jares Martins, nesta terça-feira (20), no Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto.
Foto: Igama/Divulgação
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