Joias da HS Criações serão mostradas em desfile pelo Dia da Mulher


Joias da empresa HS Criações e Design, participante do Programa Polo Joalheiro do Pará, serão mostradas em um desfile, dentro da programação da quarta edição do "Ação Mulher". O evento será realizado pela TV Liberal e pelo Sesi, no próximo sábado, 7, a partir das 8h, na Praça Batista Campos. A iniciativa homenageia o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. 

A designer Helena Bezerra e o ourives Alexandre Santiago são proprietários HS Criações e Design. Helena Bezerra também será responsável por uma oficina de personalização de guardanapos, onde serão distribuídos, gratuitamente, dez quites de guardanapos para serem personalizados com a técnica da pintura livre no microondas.

Kelly Badarane e Patrícia Rabelo, que integram o Grupo de Moda do Polo Joalheiro, ministrarão, respectivamente, oficinas de criação de pulseira em macramê e boneco em feltro, também com vagas limitadas. Toda a programação do Ação Mulher é gratuita.

Saiba mais sobre o evento em http://migre.me/oRLbz

Fotos: Manoel Pantoja. Montagem: Ascom/Igama
Ascom/Igama




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Jornal destaca trabalho da designer Bárbara Müller


Confira, abaixo, a matéria publicada no Caderno Mulher do jornal O Liberal do último domingo, 1˚ de março, que fala sobre a carreira e as conquistas  da designer Barbara Müller, do Programa Polo Joalheiro do Pará, que recebeu menção honrosa em evento realizado, no final de 2014, em Milão, na Itália.
Clique nas imagens para ampliá-las 

Leia também: Milão reverencia joias de Bárbara Müller


Ascom/Igama




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Criações de designers do Polo Joalheiro são mostradas em editorial de moda

Joias, roupas e acessórios de moda criados pelos designers Jonathan Camelo e Amanda Pris foram destaque no Caderno Tudo de Bom (TDB) do Diário do Pará do último sábado, 31 de fevereiro, nas páginas 10 e 11 da coluna da jornalista de moda Tania Tatsch.

As produções foram resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do curso de Design de Produto do Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (Iesam). Os trabalhos foram entregues no final de 2014.

Integrantes do Programa Polo Joalheiro do Pará, os designers produziram fotos e vídeos com modelos paraenses. Jonathan Camelo também faz parte do Grupo de Moda do Polo Joalheiro do Pará.

Inspiradas na construção da igreja de Santa Ana, projetada pelo arquiteto bolonhês Antoni Giuseppe Landi, as 26 peças da coleção de Amanda Pris, mostram-se como um presente antecipado para Belém, a querida e eterna Paris N’América, que completa o seu quatro centenário em 2016.

A coleção, denominada "Sant’Ana", de acordo com a designer, teve como princípio fomentar a cultura do Pará, dando visibilidade a um monumento do patrimônio histórico paraense. As joias fazem uma conjunção de diversos materiais, como placas de acrílico, utilizando o mármore como gema e a prata como material base, atrelados às clássicas técnicas e procedimentos da joalheria, que podem ser trabalhados para atingir uma qualidade expressiva da joia.

Movimentos contraculturais inspiram coleção

Já o projeto de criação de acessórios de moda (braceletes e bolsas) e roupas do designer Jonathan Camelo faz uma leitura sobre o tema “Rebeldia”, presente dentro dos movimentos de contracultura e sua utilização como inspiração para produtos de moda para o ano de 2015.

Foram criados 16 looks, entre femininos e masculinos, totalizando 29 peças. Para a composição de estilo da coleção foram criados dois modelos de sapatos, sendo um masculino e um feminino, em caráter conceitual, a fim de abstrair as referências artísticas presentes na coleção, bem como os acessórios.


Segundo Jonathan, a coleção segue três tendências estilísticas: a principal e que rege toda coleção é a tendência “Street Sport”; a segunda é a “Revivência dos anos 90”; e a terceira é a tendência “College”.

A inspiração para a criação da coleção nasceu do universo dos movimentos contraculturais, principalmente vindos dos Beatniks, dos Hippies e dos Punks, traduzidas na coleção através de assimetrias, desestruturação das modelagens tradicionais, androginia e nas texturizações aplicadas nos tecidos.

O “Street art” e o “Body art” também serviram de inspiração para a criação de alguns conceitos presentes na coleção, desde a cartela de cores até a escolha de alguns materiais e modelagens.

Os materiais selecionados para este trabalho vão desde os utilizados na produção do vestuário de linha fitness até os utilizados em roupas de festas. A ideia é mesclar esses materiais com o objetivo de descaracterizar sua utilização óbvia e tornar o produto final diferenciado.

Fichas técnicas:

Jonathan Camelo:

Autor dos acessórios de moda e das roupas: Jonathan Camelo
Fotografia: Thiago Pelaes
Modelos: Allyster Fagundes, Thais Belém Rosa e Juliana Silva
Beleza: Amanda Silva
Agradecimentos especiais: Wilson Velasco e Clarté

Amanda Pris: 

Autora das joias e acessórios de moda:: Amanda Pris
Fotografia: José Carvalho
Modelos: Camilla Lins e Vasconcellos
Make: Amanda Pris
Hair: Jonathan Camelo
Agradecimentos: Thiago Pelaes e Clarté

Imagens: Reprodução

Ascom/Igama




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Joias do Polo Joalheiro do Pará são expostas na Bolsa de Turismo de Lisboa

Estande do Governo do Pará na BTL de Portugal.
Foto: Ascom Setur - Divulgação
Marcadas pela sustentabilidade e inovação, 28 joias em ouro e prata do Polo Joalheiro do Pará estiveram em exposição no estande do Governo do Pará na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL). O evento foi aberto na última quarta-feira, 25, e seguiu até o último domingo, 1º de março, em Lisboa, Portugal, no Pavilhão do Parque das Nações.

Com o tema “Joias Sustentáveis da Amazônia”, a exposição teve como referência e diferencial as gemas vegetais e a “metal-morfose”, inovações desenvolvidas no âmbito do Programa Polo Joalheiro do Pará. As joias expostas no local foram criadas e produzidas por designers, ourives, lapidários e demais profissionais que fazem parte do Polo Joalheiro.

A mostra integrou as ações da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), de divulgação do Pará como um destino turístico considerado a obra-prima da Amazônia, atraindo turistas internacionais, em especial da Europa. A ação tem sido incrementada com a ligação direta do vôo Belém-Lisboa, operado pela TAP, que conecta a capital portuguesa a outros 55 destinos do Velho Mundo.

Participaram cerca de 70 mil visitantes na 27° edição do evento, que teve como objetivo central o fomento de debates entre os diversos agentes do setor turístico, proporcionando rodada de negócios entre expositores, com foco no marketing, na comunicação e nas relações-públicas, além do estabelecimento de novos contatos para investimentos e parcerias futuras.

A exposição de joias do Polo Joalheiro do Pará ocupou parte do espaço físico de 52 metros da feira, destinado ao Estado do Pará, e contou com a parceria da Setur e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), que realizam e apóiam a iniciativa. Também pode ser encontrado, no local, material do receptivo paraense.

A mostra de joias foi um dos destaques na BTL, chamando a atenção, em especial, de visitantes oriundos de Portugal, República Dominicana, Moçambique, Alemanha, Espanha e Argentina. “A proposta de sustentabilidade e o design das nossas joias, que comunicam a cultura da Amazônia paraense tiveram grande aceitação na feira, atraindo olhares de turistas e empresários”, relatou Rosa Helena Neves, diretora executiva do Programa Polo Joalheiro do Pará e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), que gerencia o programa, mantido pelo governo do Pará, via Sedeme e Igama.
Detalhe da vitrine da exposição de joias do Polo na BLT de Portugal.
Foto: Ascom Setur - Divulgação
A joia artesanal do Polo é reconhecida em todo o Brasil e no exterior, por incorporar matéria-prima diferenciada e sustentável ao metal nobre, contribuindo para o surgimento de uma joia onde a originalidade expressa a cultura do seu território.
Para a exposição em Lisboa foram selecionadas joias que mostrassem essas inovações, calcadas na sustentabilidade. No espaço, os visitantes podem encontrar joias com gemas vegetais de chocolate, como o anel criado por Joelson Leão e produzido pela Amajoias.
Outro exemplo é o anel e o pingente da coleção “Metalmorfose da Amazônia”, criados pela designer Joseli Limão e produzidos pela Danatureza, com ourivesaria de Ednaldo Pereira. São joias em prata que realçam a gema de mandioca, produto orgânico oriundo de resina e pigmentos naturais retirados de plantas e processados para utilização na joalheria.
As gemas vegetais foram criadas pelo mestre ourives e pesquisador paraense Paulo Tavares e têm dureza similar à de uma pérola, podendo ser encontradas nas cores e com insumos de variadas espécies regionais, como o açaí, a pupunha, o abacaxi e a pimenta.
Joias destacam-se pelo colorido especial
Pingente da coleção “Metalmorfose da Amazônia”, criado pela designer Joseli Limão
e produzido pela empresa Danatureza, com ourivesaria de Ednaldo Pereira.
Foto: Ocione Garçon

Também chamaram a atenção de quem visitou a exposição, joias criadas com uma técnica especial de coloração, denominada “metal-morfose”, que confere um colorido único em joias em ouro e prata. As cores são geradas a partir do aproveitamento de resíduos da reciclagem do metal nobre e do lixo das unidades produtivas.
Identificada pelo respeito ao meio ambiente, a técnica de ourivesaria resulta do trabalho desenvolvido, ao longo de uma década, pelo pesquisador e mestre ourives Paulo Tavares. Joias com novas cores surgem com a aplicação desta tecnologia, aliada a outra inovação: a “incrustação paraense”, também conhecida como incrustação a frio e desenvolvida por Paulo Tavares e Argemiro Muñoz, sendo aprimorada pelo ourives Joelson Leão, no âmbito do Programa Polo Joalheiro do Pará. O processo de coloração substitui a esmaltação e utiliza resíduos da lapidação de gemas minerais ou de produtos orgânicos.
As joias das coleções Paredão de Sonhos e Rastros, criadas pela designer Mônica Matos, representam bem a “metal-morfose”. Inspiradas na história que envolve a extração do ouro no Pará, a designer Mônica Matos, da Joias da Amazônia, escolheu o tema pela forte simbologia que o envolve e pela amplitude para a utilização das cores extraídas do metal utilizado: metassilicato de cobre, carbonato de cobre e hidróxido de metais.
Os colares de Mônica Matos fazem referência às cores dos locais de garimpo, dos barrancos e do próprio minério ali extraído, relacionando-as com a poética dos sonhos dos garimpeiros e da escada que levava aos sonhos. Ela também referenda as joias, visualmente, com os rastros e crateras (ou “grandes vácuos”) formados nos locais de extração de ouro.  
Rosa Neves, diretora executiva do Igama e do ESJL.
Foto: Ascom/Igama
Segundo Rosa Helena Neves, as joias expostas em Portugal mostraram essa busca pelo diferencial da produção, com ênfase no design, inovação, utilização de técnicas de ourivesaria tradicionais no metal e aplicação de matéria-prima regional.
A ambientação da exposição do Polo Joalheiro do Pará foi do artesão Guilherme Júnior, da empresa Ayty, e do designer Felipe Braun, que também optaram por retratar questões ambientais, ao utilizar painéis formados por lâminas sustentáveis de madeira pré-composta, uma amostra do artesanato de Guilherme.

Especialista em macheteria (artesanato em madeira), o artesão cria peças ecologicamente corretas com lâminas de madeira descartada, reaproveitadas de serrarias, trabalho pelo qual recebeu certificado do prêmio "Sebrae Qualidade e Serviço de 2014", onde ficou entre os dez finalistas selecionados entre mais de 1.780 empresas de todo o Pará.

Leia também: Pará é destaque até o dia 8 em feira de turismo na Alemanha


Ascom/Igama




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Milão reverencia joias da designer Bárbara Müller

Veja mais fotos em nosso álbum

Trabalho da designer recebe menção honrosa em evento na Itália


Designer de joias Barbara Müller.
Foto: Tereza Maciel
Elemento representativo da cultura de um território, a joia produzida no Pará tem revelado talentos e conquistado reconhecimento mundo a fora. Joias que comunicam a diversidade cultural da Amazônia e repertório contemporâneo levaram Bárbara Müller, designer de joias e acessórios de moda, a receber menção honrosa no "Artistar Jewels EXHIBITION", evento internacional realizado em dezembro de 2014.

As joias de Bárbara fizeram parte da exposição organizada no Spazio Maimeri, em Milão, na Itália. Entre os trabalhos de 100 criadores e designers do mundo inteiro, estavam duas criações da designer paraense: o bracelete “Saturn’s” e o maxicolar “Pulmões do Mundo”. 

As peças foram selecionadas por um júri especializado e expostas para o público no espaço multicultural, que reuniu 240 joias assinadas, marcadas pelo refinamento e criatividade no design e na composição, perfeitas representações da joalheria contemporânea mundial. 

Em prata, madeira e gema mineral pirita, o bracelete “Saturn’s” mostra um traço forte do trabalho da designer, que é a utilização da madeira, talhada junto outras matérias-primas, como o metal nobre, que pode se incorporar ao desenho da joia ou ser usado como um detalhe na peça. 
Bracelete “Saturn’s”, em prata, madeira e gema mineral piritaFoto: Diego Arruda
Maxicolar "Pulmões do Mundo". 
Foto: Diego Arruda

O trabalho criativo da artista recombina de forma harmônica elementos diferentes, conseguindo imprimir uma delicadeza singular nas joias e acessórios criados por ela. É o que se vê no maxicolar “Pulmões do Mundo”, criado em prata com samambaia seca. A joia comunica com beleza e originalidade a mensagem da importância da floresta como garantia da sobrevivência humana. Com o tempo as folhas secas vão se deteriorando, até restar apenas a parte central em prata, como forma de expressão artística. 

Ao lançar mão de material característico da região amazônica, entre eles madeira e gemas minerais, inspirando-se em sua biodiversidade, a temática das joias da artista comunica, em cada detalhe, esse desejo de harmonia entre homem e a natureza. Com design contemporâneo, o trabalho autoral de Bárbara Müller tem essa relação direta com a cultura da Amazônia. Em suas criações podem ser encontradas representações de flores tropicais e da fauna. São onças, araras e até formigas, animal que reflete uma relação forte com a natureza e, ao mesmo tempo, com a vida moderna, por se adaptar bem aos ambientes urbanos. 

Talvez tenha sido a combinação de talento com todos esses elementos identificados que tenha colocado Bárbara Müller entre os 100 escolhidos do “Artistar Jewels EXHIBITION". Ao lado de suas criações estavam joias de criadores e designers dos Estados Unidos da América (EUA), Japão, Reino Unido, Canadá, Holanda, Crozia, Itália, Alemanha, Colômbia, Peru, Holanda, Grécia, Roménia, Costa Rica, França, China, Austrália, México, Brasil, Lituânia, Suécia, Letónia, Espanha, Nova Zelândia, Bulgária, Hungria, Suíça e Taiwan.

Destaque

O concurso promoveu três categorias de premiação com dois selecionados para cada uma: "Artista" "Designer" e "Ourives". Ao final, foi anunciado que havia uma premiação honrosa especial para a designer paraense, selecionada devido à forte identidade cultural expressa de forma contemporânea nas suas peças. O momento em que recebeu, na capital da moda e do design, a homenagem do "Artistar Jewels EXHIBITION", foi para Bárbara, “indescritível”. 

A premiação honrosa especial destinada a ela foi entregue ao final da exposição, realizada entre 17 e 23 de dezembro. Mas o primeiro contato com a organização da exposição, aconteceu semanas antes. A designer lembra que foi contactada via e-mail, o que chegou a deixá-la um pouco desconfiada: “A gente até perde a noção da repercussão do nosso trabalho. Mas, logo em seguida, vi que era uma empresa internacional séria e fiquei muito feliz com a seleção”. 

Estar entre os 100 criadores e designers selecionados entre países de todo o mundo significou uma “grande honra” para Bárbara Müller, enquanto profissional. “Como pessoa, ainda não ‘caiu a ficha’. É como se ainda estivesse vivendo um sonho. Lido com meu trabalho com muito amor e seriedade e, desse modo, sinto que ele tem conquistando cada vez mais espaço, mas jamais esperava algo nessas proporções para agora”, revela.

Emoção
A modelo Débora Mcdowell usa maxicolar “Pulmões do Mundo” e bracelete "Saturn's" (abaixo). Assistência e tratamento de imagens Aryanne AlmeidaFotos: Tereza Maciel













As criações de Bárbara Müller já foram exibidas em quase todos os continentes, em eventos realizados em países como a França e Portugal, seja por meio de convite, por iniciativa própria ou em parceria com empresas e com o Programa Polo Joalheiro do Pará, mantido pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama). 

Natural de Ji-Paraná, Roraima (RO), Bárbara se considera “paraense de coração”. Ela ingressou em 2010 no Programa Polo Joalheiro do Pará, criado em 1998 como ação estratégica de apoio ao Design de Joias. O programa contempla as diversas etapas da gestão do design, incluindo a inspiração, criação, produção, promoção e comercialização, criando uma tradição que, até então, não existia no Estado do Pará. 

Hoje, além de participar das exposições, capacitações profissionais e outras iniciativas do Polo Joalheiro do Pará, a designer também é consultora do programa, onde assina a ambientação de exposições, mostras e outros eventos. 

Comecei o envolvimento com as joias através do Polo Joalheiro do Pará, onde fui amadurecendo essa paixão por esse universo artístico criativo das joias. Foi também onde tive as primeiras oportunidades, nacionais e internacionais. Daí em diante, só fui conquistando cada vez mais espaço”, conta. 

Conquistar espaço no Brasil e fora dele, entretanto, não é tarefa fácil, mas os produtores de joia do Estado, observa a designer, têm conseguido, com maestria, obter bons resultados. As joias criadas e produzidas aqui, segundo ela, têm personalidade e alta qualidade, e têm despertado o interesse de consumidores do mundo inteiro. “Uma joia artesanal tem características peculiares; uma joia dificilmente vai ser igual à outra, pois são feitas uma a uma.". 

De acordo com a Bárbara, sua produção tem sido bem absorvida por determinado público, tanto no Brasil como no exterior "Essa parte do processo de acompanhar a reação e o deslumbre de quem compra é a minha parte favorita e que faz valer todo o resto”, destaca. Segundo a designer, as pessoas estão reconhecendo e se envolvendo cada vez mais pelo trabalho extremamente único da produção de uma joia, “se interessando por analisar milimetricamente suas características antes de comprar, identificando o seu design, que é pensado desde o início, com matéria-prima diferenciada, pedras únicas, envolvendo várias histórias e transformações no seu processo produtivo”. 

Trajetória de sucesso 


Processo de criação da designer de joias Barbara Müller.
Foto: Tereza Maciel
Graduada em Design de Produtos pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), Bárbara Müller conta que já participou de diversas exposições locais, nacionais e internacionais. Uma delas foi a "Vogue Fashion's Night Out", que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2013, quando ela foi convidada pela jornalista de Moda Cristina Franco para participar do evento. Suas peças foram publicadas em sites e revistas londrinas, por meio de parceria estabelecida com a empresa Caipora Jewellery de Londres UK (2013-2014).

A designer também ressalta a importância da função social dentro do trabalho de criação. "Criamos para o outro e queremos levar coisas boas para as pessoas. Cumprir essa função para uma diversidade maior de pessoas e ver o sucesso de nossas iniciativas, aqui e lá fora. Dá uma sensação impagável de missão cumprida", resume Bárbara, que, desde criança, já demonstrava forte afinidade com a natureza e o ato de criar. 

Ela recorda passou a maior parte de sua infância subindo em árvores, encantando-se com o chão cor-de-rosa do jambeiro, caçando joaninhas, grilos e soldadinhos para guardá-los em pequenos potes, onde os admirava o dia inteiro para depois devolvê-los à natureza. A ludicidade de ambientes naturais sempre a instigaram mais do que qualquer brinquedo comum. 

Hoje, aos 26 anos, todo esse referencial se transpõe em suas criações, onde o Norte, o Pará e a Amazônia destacam-se. "A Amazônia é uma fonte riquíssima de inspiração, pelos mistérios, pela beleza e pela quantidade de materiais disponíveis; é um grande privilégio poder estar tão perto disso tudo. Acho que o design brasileiro, de um modo geral, carrega uma espontaneidade muito peculiar, pelo próprio modo de levar a vida, alegre, de forma livre, sem muitas regras, com paisagens únicas para se inspirar. É isso que as pessoas procuram nas joias e é, exatamente, o que acham no ‘made in Brazil’”, explica.

Bárbara Müller teve duas de suas criações, o colar “Pequenas Formigas” e o brinco “Tropicália”, referendadas no Preview Design de Joias e Bijuterias 2014, último caderno de tendências lançado pelo Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM), com patrocínio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Ela foi a única designer paraense a ter peças nesta edição do catálogo do IBGM, que teve como tema “Chiques Trópicos, o Charme Brasileiro”. 
Brinco e bracelete “Tropicália”, Modelo Stephanie Mora.
Foto: Luiza Cavalcante
Além do trabalho autoral, a designer já atuou como consultora em uma comunidade ribeirinha localizada no interior do Pará, no premiado projeto “Esse Rio é Minha Rua”, onde utilizou o design como ferramenta criativa, ecológica e de fonte de renda alternativa. “Os trabalhos de consultoria em comunidades no interior do Pará vieram para somar e imprimir uma autenticidade maior ao que faço, ao conhecer melhor a realidade da Amazônia, as sua histórias, matérias-primas diferenciadas e tantas inspirações”.

Recentemente, também como consultora, esteve na comunidade ribeirinha quilombola de Jenipaúba, e também no município de Ponta de Pedras, no Marajó, através da extinta Fundação Curro Velho, o que gerou a criação de uma coleção de joias sustentáveis com matéria-prima formada por resíduos naturais locais. 

Para Bárbara Müller trabalhar com comunidades é sempre uma troca de saberes enriquecedora, um mergulho na cultura popular brasileira. “Normalmente, são produtos e pessoas com um potencial enorme e que, às vezes, só precisam de um simples toque para serem melhor absorvidos pelo mercado”, observa a designer, com a experiência de quem já realizou mostras individuais e em grupo no país e no exterior e teve joias expostas na Rio +20, no Copacabana Palace, em 2012, quando também participou de uma exposição em Roma, na Galeria de Arte Zanon, à convite de Claudio Franchi e Steffano Ricci. 

Entre as mostras internacionais estão, ainda, a "Arte Brasilis", realizada em Roma, em 2012. O maxicolar “Vitta Oppressa” (Vida Oprimida), composto por fibra de buriti, semente de paxiubão, tela de arame e samambaia seca, está no acervo permanente no Museo di Casalmaggiore, situado em Roma. A peça foi criada por Bárbara para o “Bijoux d’Autore 2012". O concurso valorizou as peças não só como joias ou adornos, mas como objetos de arte. Mais uma vez, a diferenciação do material utilizado e a inspiração no cenário amazônico, aliadas ao talento criativo da designer, contribuíram para destacar seu trabalho no cenário internacional.

Contatos:

Barbara Müller - Designer

Telefone: 0xx91-981860563

E-mail: barbaramuller1@hotmail.com / design.barbaramuller@gmail.com



Onde encontrar mais informações sobre o trabalho de Bárbara Müller:



http://vimeo.com/48700352 (release sobre o trabalho)


http://www.youtube.com/watch?v=v8kE6GD0WWE (Assinatura de figurino e jóias da Lia Sophia)

http://www.emmabreden.com/portfolio6.htm (Release Caipora, Londres)

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Confira a matéria publicada no Caderno Mulher do jornal O Liberal do último domingo, 1˚ de março, que fala sobre a carreira e a premiação recebida, no final de 2014, em Milão, na Itália, pela designer Barbara Müller, do Programa Polo Joalheiro do Pará.

Imagem: Reprodução

Ascom/Igama




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Polo Joalheiro do Pará é destaque na Revista Leal Moreira

A narrativa poética da joia paraense é tema de matéria especial publicada na nova edição da Revista Leal Moreira - n˚ 48, ano 11, da página 75 a 80 (janeiro/fevereiro). 
Com texto de Luciane Fiuza de Mello e edição de Lorena Filgueiras, as fotos da matéria são de Dudu Maroja. 

Clique nas imagens abaixo para ler em tamanho ampliado.

Revista Leal Moreira 48 - Especial Joia - 1 - Página 74.
Imagens: Reprodução
Revista Leal Moreira 48 - Especial Joia - 1 - Página 75.
Imagens: Reprodução
Revista Leal Moreira 48 - Especial Joia - 1 - Página 76.
Imagens: Reprodução
Revista Leal Moreira 48 - Especial Joia - 1 - Página 77.
Imagens: Reprodução
Revista Leal Moreira 48 - Especial Joia - 1 - Página 78.
Imagens: Reprodução
Revista Leal Moreira 48 - Especial Joia - 1 - Página 79.
Imagens: Reprodução
Revista Leal Moreira 48 - Especial Joia - 1 - Página 80.
Imagens: Reprodução
Leia a revista na íntegra a seguir:



Leia a versão on line da revista em http://www.lealmoreira.com.br/revista/conteudo/reluz


Ascom/Igama




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O belo e criativo design amazônico

Colar Açaí. Foto: Almir Pastore - AuDITIONS Brasil 2012 AngloGold Ashanti/Divulgação
Colar Fogos II. Foto: Ocione Garçon/Divulgação
Colar Nazaré. Foto: Ocione Garçon/Divulgação
Muita gente não sabe, mas em Belém é possível apreciar - e comprar! - joias exclusivas, de beleza ímpar, feitas com materiais inusitados que remetem às origens amazônicas. E o que é melhor ainda, por um preço acessível. Sementes, madeira, miriti, fibra de curauá, tecidos e muitas gemas, inclusive em estado bruto ou semibruto (não lapidadas) se juntam ao ouro, à prata e outros metais, e resultam em obras de arte. Selma Montenegro é premiada designer de joias vinculada ao Polo Joalheiro do Pará desde a inauguração do Espaço São José Liberto, em 2002. Marajoara do município de Afuá, apesar de os colares serem o ponto forte do seu trabalho, cria outras peças, como anéis, brincos, broches, pulseiras e pingentes, onde estão presentes o grafismo marajoara da cerâmica e a religiosidade do povo paraense, utilizando técnicas como a marchetaria.

Em 2006, num concurso com repercussão internacional, promovido pelo IBGM-Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos, Selma foi a primeira designer de joias do norte do Brasil a figurar entre os profissionais selecionados e ficou entre os melhores do País com o colar “Fruto da Terra”, inspirado no açaí. O certame foi divulgado em 33 países. Em 2008, também no Prêmio IBGM, esteve entre os 10 melhores do Brasil na categoria Arquitetura Brasileira, com o colar “Ver-o-Peso”, inspirado na maior feira livre da América Latina. No mesmo ano, Selma participou do “I Prêmio de Design em Joias do Pará”, promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - Sebrae/PA. Obteve o segundo lugar na categoria profissional, com o colar “Dança das Cores” (inspirado no tema do concurso, carimbó). Sua trajetória brilhante lhe rendeu, em 2010, a homenagem na 29ª edição do “Mulher Padrão do Pará”, representando o setor joalheiro na premiação. Em 2012, no concurso internacional “AuDITIONS Brasil”, criado há doze anos na África do Sul, promovido pela mineradora Anglo Gold Ashanti e realizado bianualmente também na China, Índia, África do Sul e Emirados Árabes, entre os 1.386 inscritos em 23 Estados, Selma Montenegro foi finalista na categoria “Prêmio AuDITIONS” com o colar “Açaí”, inspirado no fruto de mesmo nome.

Com a simpatia típica dos parauaras nascidos no arquipélago do Marajó, Selma recebe os visitantes pessoalmente na sua loja "Montenegro's", no espaço São José Liberto, antigo presídio São José, em Belém, que deixou de ser um local sombrio e de doídas lembranças para abrigar, mais do que a riqueza dos metais e pedras preciosas, um tesouro maior, que é a cultura amazônica.

Serviço: criação e confecção de joias. Aceita peças por encomenda. Contatos: (91)9145-1525 / (91)3252-2758. Selma Montenegro selmamontenegro@hotmail.com. O Espaço Cultural São José Liberto/Polo Joalheiro/Museu de Gemas do Pará fica na Praça Amazonas, s/nº, bairro do Jurunas, Belém-Pará-Brasil. O horário de visitação vai de terça a sábado, de 9h às 19h; e aos domingos e feriados, de 10h às 18h.


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"Musa do Carnaval 2015" é eleita no São José Liberto


O anfiteatro do Coliseu das Artes foi palco da final do concurso. Foto: Ascom/Igama
A eleita da nova edição do concurso "Musa do Carnaval" é Letícia Moreno, representante da escola de samba Quem São Eles. O anfiteatro do Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto recebeu a final do concurso, neste sábado, 14, com transmissão ao vivo pela TV Liberal (canal 7).
A Musa do Carnaval de 2014, Suellen Silva, entregou o troféu para Letícia Moreno
Foto: Ascom/Igama

A Musa do Carnaval 2015 é estudante de Gestão Hospitalar e tem cinco anos de experiência na área da dança. Letícia foi rainha de bateria da Quem São Eles em 2015 com a fantasia denominada Festa dos Ribeirinhos.

Além da vencedora do Musa do0 Carnaval 2015, foram finalistas as candidatas das escolas de samba Rancho Não Posso me Amofiná, Elen Pantoja, e Bole Bole, Mara Bueno. 

O concurso é promovido pelo programa “É do Pará”, da TV Liberal, afiliada da Rede Globo. A apresentação é da jornalista Amanda Pereira. 

Ascom/Igama




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ESJL recebe final do concurso "Musa do Carnaval"

O anfiteatro do Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto será palco da final do concurso “Musa do Carnaval 2015”, neste sábado, 14, com transmissão ao vivo, a partir do meio dia. O concurso é promovido pelo programa “É do Pará”, da TV Liberal (canal 7), afiliada da Rede Globo. A apresentação é da jornalista Amanda Pereira.

Participe da programação e venha torcer pelas finalistas, as candidatas das escolas de samba Rancho Não Posso me Amofiná, Bole Bole e Quem São Eles. 

Confira, abaixo, a matéria publicada no caderno Magazine (pag. 3) de O Liberal deste sábado, 14.

Imagem Divulgação - clique para ampliar
Ascom/Igama




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"Uma Porta-Bandeira em Cena"

Nota publicada na revista Troppo de O Liberal no dia 8 de fevereiro.
Imagem: Reprodução

A coluna do jornalista Christian Emanoel, publicada na revista Troppo, de O Liberal, no último domingo (8), mostrou o resultado do ensaio realizado no anfiteatro do Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto com Cintia Luna, porta-bandeira da Império Pedreirense. Ela foi fotografada por Mário Camarão e usou pingente de muiraquitã em ouro com pedra do sol lapidado por Leila Salame, proprietária da Gemas do Mundo, com ourivesaria da Realiza Joias, de Lucilene Azevedo e CristianoTavares. As empresas integram o Programa Polo Joalheiro do Pará.


Ficha técnica:

Foto: Mário Camarão
Modelo: Cíntia Luna
Veste: Gregory 
Produção e make up: Mara Carlo
Joias: lapidária Leila Salame (Gemas do Mundo) e Realiza Joias
Agradecimentos: Eliezer Nascimento e Luciane Fiuza

Ascom/Igama




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