Programação no São José Liberto marca comemorações de 20 anos da Cia Tribos Ballet Teatro

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Espetáculo "Rituais", com a Cia Tribos Ballet Teatro, em apresentação 
no Coliseu das Artes do São José Liberto. Foto: Manoel Pantoja

A escolha do Dia do Índio, 19 de abril (domingo), para fechar a semana festiva do projeto “Tribos Ballet: 20 Anos de História”, não foi aleatória. Também não foi ao acaso a escolha do local para abrigar o evento: o anfiteatro do Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto (Praça Amazonas, s/n, Jurunas), a se realizar, às 17h, com uma mostra de dança de 15 companhias parceiras. Um “show-desfile” com 20 bailarinos e modelos também acontecerá no local.

Na oportunidade, serão lançadas joias sustentáveis exclusivas criadas em homenagem à trajetória da companhia. A referida coleção foi concebida pelos designers Helena Bezerra e Jorge Duarte, participantes do Programa Polo Joalheiro do Pará, a partir dos grafismos da pintura corporal indígena dos bailarinos, em alusão a alguns momentos coreográficos marcantes do repertório da companhia.

Com entrada franca, o público também poderá visitar a exposição instalada no local desde a última terça, 15. São indumentárias, fotos e outros elementos do acervo da Tribos Ballet Teatro, criada pelo coreógrafo Maurício Quintairos e pelo produtor cultural Darley Quintas, que produzem e dirigem o espetáculo deste domingo.

É nesse clima festivo que os diretores recordam a estreia, em 1994, do espetáculo “Tribos”, marco inicial e fonte de inspiração para o projeto da companhia, cujo trabalho desenvolvido ao longo das duas décadas visa divulgar no Estado, no Brasil e no exterior, a arte da dança contemporânea com referências na história e na cultura da região amazônica.

Para Quintairos, o tema, a data e o local escolhidos para “fechar com chave de ouro” as realizações da “Tribos” fazem parte da memória afetiva da companhia. A parceria com o Espaço São José Liberto é antiga, pois o local foi palco de outras apresentações da Tribos Ballet Teatro e do Dança Pará Festival, também criado por Darley e Maurício, por meio da Cia Arte Produções. Foi na 23ª edição do festival de dança mais antigo da capital paraense e do Norte/ Nordeste, em novembro de 2014, que as comemorações dos 20 anos da companhia iniciaram-se.
Bailarinos Diego Jaques e Leidiana Ribeiro, na abertura do evento, 
              no Memorial dos Povos. Foto: Manoel Pantoja
A ação tem promovido o reencontro com antigos bailarinos, amigos, admiradores e colaboradores da companhia, como o produtor cultural Will Júnior. “Há dois anos, dentro dessa linha profissional, sempre chamo a ‘Tribos’ para participar e expor seus trabalhos. É muito bom recebê-los e ver o que está produzindo uma das melhores companhias do Estado”, enfatizou Júnior, destacando a exposição. “Achei muito linda, estou encantado! Amei rever alguns espetáculos onde trabalhamos juntos e alguns que eu não tinha visto, como os primeiros. Os adereços de cena são bem confeccionados e bonitos. Que venham mais 20, 40 e 60 anos porque eles merecem”, concluiu.

A bailarina e coreógrafa Ana Rosa Crispino, diretora da Ballare, onde aconteceu a oficina de dança contemporânea, prestigiou a abertura da exposição, ressaltando a importância da parceria de sua escola com este e outros projetos da companhia. Dentro da programação do evento também foi realizada palestra sobre intercâmbio cultural e responsabilidade social, no auditório da TV Liberal, parceira da companhia desde o ano em que foi criada.

Já Selma Quintela, presidente da Associação dos Idosos do Pará (Assipa), que participou da cerimônia de abertura da mostra junto com seu esposo, o médico Jorge Coelho, elogiou a organização e o local do evento. “A gente tem acompanhado essa história. Nossa militância na dança, nos festivais, nas conquistas, esse tempo todo, é amiúde. A companhia é muito criativa. É tudo de muito bom gosto e uma prova disso são essas indumentárias de quase 20 anos, com penas de arara e sementes, que estão muito bem conservadas e não poderiam estar expostas em qualquer lugar”, observou Selma, com a concordância de seu marido. “O São José Liberto é um ambiente onde, realmente, a gente respira cultura. Em todos os eventos que participamos sentimos que o espaço foi muito bem pensado, bem aproveitado. É maravilhoso e dá orgulho de ser paraense e morador da cidade”, falou Jorge Coelho.

O médico Jorge Coelho e a presidente da Assipa, Selma Quintela, com o fotógrafo Manoel Pantoja, na abertura da exposição, no Coliseu das Artes do espaço. 
Foto: Laise Cavalléro - Manoel Pantoja Fotos e Eventos

A exposição tem curadoria de Darley Quintas e do cenógrafo e figurinista Guilherme Repilla, que selecionaram imagens do fotógrafo paraense Manoel Pantoja e alguns registros de Jorge Cerri (in memoriam), fotógrafo paulista especializado em fotos de dança. Guilherme Repilla pensou na ambientação a partir de montagens coreográficas e realizações de períodos pontuais da Tribos, de forma a criar uma identificação visual com os visitantes, que rememoram a história através de fotos, programas e objetos cênicos.

Joias reproduzirão pinturas corporais dos bailarinos, como a de Lucas Fênix, da Tribos Ballet Teatro, em solo premiado em 2014 no Festival Bento em Dança (RS). Foto: Manoel Pantoja
Joias – “Todas as Tribos” é o nome da coleção inédita de 20 peças da HS Criações & Design, empresa de Helena Bezerra. As joias artesanais foram produzidas em prata com gema mineral dendrita, fibra de curauá e incrustação paraense – técnica desenvolvida no âmbito do Polo Joalheiro que substitui a esmaltação com variação de tons e cores, a partir de em um processo sustentável.

“São peças mais conceito: colares, anéis, pingentes, brincos e braceletes que causam certo impacto”, comenta Jorge Duarte. Misturar dança com design e com a própria moda, representada nos figurinos dos bailarinos, na opinião de Helena Bezerra, é uma combinação que deu certo. “Cada dia mais a gente divulga a nossa arte feita com identidade cultural e design contemporâneo. Unir tudo isso com outras artes é fantástico, afinal, quem não gosta de dança?”, questiona a designer.

A inspiração central da nova coleção, detalha Jorge Duarte, nasceu dos desenhos e formas da indumentária indígena, tanto a pintura corporal quanto os adornos físicos usados pela companhia, como tangas e cocares. “O uso desses adornos como identidade é muito forte nos índios e a joia é um adorno. Na dança, os bailarinos trabalham diretamente com o corpo e a dança, assim como a joia, é uma formas de mostrar a identidade desse indivíduo”, completa o designer.

O designer de joias Jorge Duarte e Darley Quintas, produtor cultural e diretor da Tribos Ballet Teatro, na abertura da  exposição. Foto:Manoel Pantoja Fotos e Eventos
Na abertura da mostra, a relações públicas Cintia Luna, representante da TV Liberal; a bailarina e coreógrafa Ana Rosa Crispino, diretora da Ballare Escola de Dança e o coreógrafo Maurício Quintairos, diretor da Tribos Ballet Teatro. Foto:Manoel Pantoja

História – Fundada em 1994, a companhia já se apresentou para plateias de todo o Brasil e de outros países, como Alemanha e França, conquistando prêmios em festivais de dança. Cerca de 150 bailarinos já passaram por ela, dentre eles Clayton Moura e Kleber Dümerval, os dois mais antigos e ainda atuando. Os primeiros passos, lembra Clayton, foram dados na escola de dança do Serviço Social da Indústria (Sesi), dirigida, na época, por Quintairos. Com a criação da companhia, dois anos depois, o bailarino não parou mais de dançar, além de trabalha como coreógrafo em outros grupos paraenses de dança.

Clayton Moura apresentou um solo de “Vision”, uma das mais recentes montagens da companhia, pensada a partir do cotidiano do povo francês e pontuada por fatos históricos do país. Trechos de Vision, Tribos e África de Oxum foram mostrados, por três casais de bailarinos, na abertura do encontro, no Memorial dos Povos Indígenas, no Complexo Ver-o-Rio “Quando criamos a companhia, a referência era falar, com contemporaneidade, de todas as raças e culturas, com ênfase na miscigenação da nossa própria colonização. Através da linguagem universal da dança a gente busca essa ligação com todas as tribos, com essa aldeia globalizada que é o mundo atual”, afirmou Darley Quintas.

O bailarino Clayton Moura apresentou trecho de "Vision", na abertura da exposição de fotos e indumentárias, no São José Liberto. Foto: Manoel Pantoja
“Somos gratos pela oportunidade de poder comemorar esses anos de luta e sucesso com pessoas queridas, unindo todas essas expressões culturais. A companhia pensa a dança com esse viés de da diversidade das linguagens artísticas, agregando valores de preservação da natureza, fazendo crítica social e fomentando a arte-educação. É esse grito que ecoa após as nossas apresentações”, comemora Maurício Quintairos.

“Tribos Ballet Teatro: 20 Anos de História” “Tribos Ballet Teatro: 20 Anos de História” é uma realização da Cia. Arte Produções e Eventos e da Companhia Tribos Ballet Teatro, em parceria do Governo do Pará, por meio do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Gráfica Sagrada Família; Prefeitura de Belém, por meio da Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel); Manoel Pantoja Fotos e Eventos; HS Criações e Design; CN Produções; Ballare Escola de Dança e Sapatilhas.

Serviço: a exposição fica aberta ao público até o próximo domingo, 19, no horário de funcionamento do espaço São José Liberto, de terça a sábado, das 9h às 18h30, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h. O encerramento da semana comemorativa do projeto “Tribos Ballet: 20 Anos de História”, no anfiteatro do Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto (Praça Amazonas, s/n, Jurunas), começará a partir das 17h, com uma mostra de dança de 15 companhias parceiras e “show-desfile” com 20 bailarinos e modelos. Toda a programação é gratuita. Mais informações pelo e-mail ciadearteprojetos@yahoo.com.br.

Luciane Fiuza

São José Liberto

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Aluna da Uepa concorre em concurso internacional de joias


A estudante do sétimo semestre do curso de Design da Uepa Thaise Rocha Farias terá uma das criações divulgadas em um catálogo de joias internacional
Da Redação 
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 13/04/2015 17:32:00
A estudante do sétimo semestre do curso de Design da Universidade do Estado do Pará (Uepa) Thaise Rocha Farias, 22 anos, terá uma das criações divulgadas em um catálogo de joias de repercussão internacional. A universitária está entre os 18 finalistas da 11ª edição do AuDITIONS Brasil 2014/ 2015, concurso consagrado como referência global em design de joias.
Na primeira fase, a estudante concorreu com 905 inscritos e ficou entre os 100 melhores. Na segunda, 18 foram classificados, apenas quatro na categoria ‘’Revelação’’, exclusiva para estudantes. Em data ainda a ser divulgada pela organizadora do concurso, Thaise viajará a Minas Gerais e apresentará a peça pronta, no evento de premiação dos primeiros lugares, que dará de R$ 5 mil a R$ 30 mil em barras de ouro aos primeiros colocados. Independente do resultado, a aluna está satisfeita com a posição.

"Quero ser avaliada. Não espero nada. Quero ter uma noção do que estou produzindo. Quando veio o resultado, fiquei muito feliz. Abri o Facebook, olhei e não vi meu nome. Óbvio que eu gostaria de ter passado. Quando olhei direito, vi que meu nome estava lá. A gente fica feliz porque trata-se de uma bienal, que tem exposições em vários lugares’’, diz.
‘’Recombinações’’ é o tema central do concurso, que ocorre a cada dois anos no Brasil, China e África do Sul. A ideia da temática é misturar e criar novos conceitos nos campos da moda, arte, luxo e design. Devido às regras, Thaise não pode divulgar e nem dar detalhes da criação, mas ela destaca características da peça que a colocou entre os finalistas. ‘’Eu me inspirei numa vestimenta antiga que as mulheres usavam atrelada ao corpo. A inspiração vem das cestarias indígenas, nos traçados amazônicos. São joias conceituais, geram tendência’’, adianta.
A professora, designer de joias e chefe do Departamento de Design Industrial, Rosângela Gouvêa Pinto, foi quem orientou a acadêmica e a incentivou participar do concurso. ‘’ Ela é minha monitora na disciplina Projeto de Produto 3, que trata sobre design de joias. Desde a concepção do projeto, ela participou de todo processo que fiz com a turma. Mais de 30 inscrições foram da Uepa, que ficaram entre o top 100'', diz.
O concurso, promovido pela mineradora de ouro Anglogold Ashanti, enviará o ouro para a confecção da peça. Além disso, a aluna necessitará de patrocinadores para obter os demais materiais. ‘’Vamos buscar patrocínios com o polo joalheiro. Esse tipo de patrocínio é fácil porque as empresas disputam. Essas joias viajam o mundo todo e ainda farão parte de um catálogo mundial. É um dos concursos mais importantes do setor joalheiro, é da maior mineradora, que fica com sede em Minas Gerais’’.
Esse é o terceiro concurso de que a estudante participa e no qual se destaca. Ano passado, ficou em terceiro lugar no concurso nacional Estampa Brasil, no design de superfícies. Professora Rosângela frisa o diferencial da aluna. ‘’Ela tem uma criatividade muito forte. É muito competente na área gráfica. O tema é Recombinações, tem que trabalhar materiais e formas que não tem nada a ver uma com a outra. Ela trabalhou essa recombinação no tempo e no material. Fez peça de época, que tem a ver com a moda feminina, mas em formato de joia’’, explica.

Para quem quiser apostar na carreira, como Thaise, a professora Rosangela diz que o mercado é promissor. ‘’ Como designer, a gente sempre fala pra eles (alunos) que tem muito trabalho. Tem que ter uma visão empreendedora da carreira. Aí eles conseguem se sair bem. Temos muitos alunos que estão bem. É uma área nova que tem que se investir. Tem possibilidade de estudar fora, fazer pós’’.
Texto: Ize Sena - Universidade do Estado do Pará

Foto: Ascom Uepa

Ascom Igama




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São José Liberto recebe exposição da Tribos Ballet Teatro

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Mostra conta a história da companhia. Foto: Ascom Igama

O Espaço São José Liberto (ESJL) – Polo Joalheiro do Pará é um dos palcos da festa de 20 anos da Companhia Tribos Ballet Teatro. Dentro da programação da semana comemorativa, uma exposição de fotos e objetos cênicos da companhia será aberta nesta quarta-feira, 15, às 18h, na área expositiva do Coliseu das Artes do ESJL, onde haverá apresentação do bailarino e coreógrafo Clayton Moura, um dos 20 integrantes da Tribos Ballet Teatro. A entrada é franca.

Maurício Quintairos e Darley Quintas. 
Foto: Ascom Igama
Dirigida pelo coreógrafo Maurício Quintairos e pelo produtor cultural Darley Quintas, a “Tribos Ballet Teatro – 20 Anos de História” é uma realização da Cia. Arte Produções e Eventos e da Tribos Ballet Teatro, de Maurício e Darley. Aberta no último domingo, 12, com apresentações de dança no Memorial dos Povos Indígenas, no Complexo Ver-o-Rio, a semana de eventos marca o encerramento das comemorações dos 20 anos de existência da companhia, iniciadas em outubro de 2014, durante o 23º Dança Pará Festival, também criado e coordenado pela Cia Arte Produções.

A exposição tem curadoria de Darley Quintas e de Guilherme Repilla, ator, bailarino, cenógrafo, iluminador, figurinista e carnavalesco. O acervo de fotos é do fotógrafo paraense Manoel Pantoja, que tem registrado a trajetória do grupo ao longo dos anos, com algumas fotos de Jorge Cerri, fotógrafo paulista (in memoriam). Fôlderes e indumentárias da companhia, como cocares e colares indígenas, entre outros adereços, também compõem a mostra.
Guilherme Repilla assina a curadoria da
exposição junto com Darley Quintas.
Foto: Ascom Igama

Repilla conta que concebeu a exposição a partir de uma “colcha de retalhos”, selecionando referências marcantes da história da “Tribos”. “A ideia é contar toda a história da companhia, mas sem ter uma cronologia. As pessoas vão vendo cada fotografia e lembrando: ‘essa é de tal ano’. As próprias pessoas que participaram ou que tem o conhecimento do trabalho da companhia vão identificando os anos e cada momento”, explica o curador, lembrando que parte do material da mostra veio de uma exposição da companhia, realizada ano passado, tendo sido reelaborado e ampliado.

Fundada em 1994, a companhia já se apresentou para plateias de todo o Brasil e de outros países, como Alemanha e França, acumulando prêmios e reconhecimento. A Tribos Ballet Teatro, atualmente, tem como coreógrafos Maurício Quintairos e Kleber Dümerval, que também atua como Relações Públicas. Darley Quintas lembra que dos cerca de 150 bailarinos que já dançaram na companhia, quase todos trabalham, hoje, direta ou indiretamente, com dança: “Nosso trabalho é, sobretudo, uma escola de cidadania. Tem que ser bailarino e também um pouco produtor, coreógrafo, cenógrafo... Tem que respeitar a lei, amar as artes, ter disciplina e compromisso”.


Dentro da programação também foi realizada, no auditório da TV Liberal, palestra sobre intercâmbio cultural e responsabilidade social, com Kleber Dümerval e a relações públicas Cíntia Luna. Na Ballare Escola de Dança foi realizada uma oficina de dança contemporânea com o bailarino e coreógrafo Diego Jaques.

O encerramento do evento acontecerá no Espaço São José Liberto, no próximo domingo, 19, às 17 horas, com desfile de joias e performance de dança dos bailarinos no anfiteatro do Coliseu das Artes do ESJL. A Tribos Ballet Teatro mostrará joias criadas pela designer Helena Bezerra, da HS Criações e Design, do Programa Polo Joalheiro do Pará.

“Tribos Ballet Teatro: 20 Anos de História” conta com a parceria do Governo do Pará, por meio do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme); Gráfica Sagrada Família; Prefeitura de Belém, por meio da Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel); Manoel Pantoja Fotos e Eventos; HS Criações e Design; CN Produções; Ballare Escola de Dança e Sapatilhas.

Serviço: A exposição fica aberta ao público até o próximo domingo, 19, no horário de funcionamento do espaço São José Liberto, de terça a sábado, das 9h às 18h30, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h. Toda a programação é gratuita. Mais informações em ciadearteprojetos@yahoo.com.br

Luciane Fiuza
São José Liberto


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"A moda que vem da Amazônia": Jornal O Liberal entrevista João Braga

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                                                                     Imagem: Reprodução

Confira a íntegra da matéria publicada no último domingo, 12, no Caderno Mulher (pag. 16 e 17) do Jornal O Liberal, que entrevistou o historiador, estilista e professor João Braga (RJ), convidado especial da quinta edição da "Semana Fashion", realizada no final do mês de março de 2015.

                         Moda que vem da Amazônia 
                         
 Na foto, o historiador João Braga (centro) com Felícia Maia, representantes do Igama, estudantes e designers participantes da Semana Fashion. Foto: Igama Divulgação

Referência da moda no Brasil como historiador, estilista e professor, o carioca João Braga participou, no final do mês de março, em Belém, de uma sessão de autógrafos do livro “Um Século de Moda” (2013, D’Livros Editora). Na ocasião, ele falou sobre o panorama da moda no Brasil e em como o Pará tem se destacado neste cenário, atraindo os olhos do mundo para a Amazônia Paraense, ao revelar grandes criadores, design sofisticado e matéria-prima diferenciada, entre outros fatores que têm revelado o Estado como terreno promissor neste mercado.

João Braga foi o convidado especial da quinta edição da “Semana Fashion”, coordenada pela pesquisadora em Moda e professora Felícia Assmar Maia, e resultado de parceria firmada entre a Faculdade Estácio do Pará FAP, a Associação de Costureiras e Artesãs da Amazônia (Costamazônia) e o Governo do Estado, via Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama).

Estudantes e profissionais do segmento, bem como empreendedores criativos do Programa Polo Joalheiro do Pará e do Arranjo Produtivo Local (APL) de Moda e Design participaram dos cursos, debates e do lançamento do livro de João Braga, que também reuniu os participantes para falar sobre “cultura e moda”, além de prestigiar o desfile “Identidades Paraenses”, onde foram mostradas ao público criações inéditas de universitários.

“Vi um desfile muito interessante. O que eu achei bonito foi o fato de que havia os looks conceituais e as roupas mais usáveis, mais comerciais, onde há liberdade de uma criação sem muitos rigores de ‘isso pode, isso não pode’ porque dá liberdade de passar um conceito, uma ideia. Isso fica muito bonito e você já treina, especialmente, o aluno, em duas vertentes porque ele pode trabalhar mais com a criatividade, dentro de uma moda mais autoral, e também pode trabalhar para atender o mercado, no que diz respeito a roupas mais comerciais”, observou Braga, que é natural de Paraíba do Sul (RJ).

Ele também destacou a cultura diferenciada com identidade territorial, revelada nos modelos apresentados pelos alunos. “É lógico que o que eu vi foi pouco pela grandiosidade, universo e cultura tão grande e rica que vocês têm aqui, mas o pouco que eu vi foi muito interessante. E o que é mais bonito, como disse a professora Felícia para mim, foi saber que em todo o trabalho de formatura dos estudantes, a inspiração é nas questões, tradições e cultura local, o que favorece a busca de um trabalho mais autoral e, por extensão, também brasileiro”, ratificou Braga.

Ainda sobre o desfile de moda, ele lembrou que criações inspiradas em culturas diversas podem cair dentro desse regionalismo. “Para uma moda conceitual isso é mais do que louvável e possível. Para a moda mais comercial tem que ter, de fato, um diálogo maior com o ar do tempo, um diálogo com as questões próprias, comercias. Ou seja, as respostas das roupas comerciais (vistas no desfile) eram altamente usáveis, com uma linguagem bem mais universal e com referências que nos transportam para as realidades locais: a lenda, o dia-a-dia, a cena urbana, o folclore...”, explicou.

Para a designer de joias e acessórios, Celeste Heitmann, que participou como palestrante da semana de moda, o encontro foi produtivo e oportunizou uma troca fértil de experiências e informações. Na opinião do universitário Rafael Herbert Cordeiro, a palestra do historiador e a realização da Semana Fashion foram importantes, em especial, pela questão histórica tratada. “Quem trabalha com moda tem que dominar o sentido da história da moda. Quando João Braga fala em 100 anos de moda ele fala nas grandes transformações. Ele traz esse conhecimento com uma linguagem muito mais fácil, que dá para ser entendida tanto por quem é estudante de moda, quanto por quem não está familiarizado com moda ou estuda em outras áreas”.

Modelos mostraram criações de estudantes
ENCANTO - João Braga é mestre em História da Ciência pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo (SP), especialista em História da Indumentária e da Moda pela Fundação Escola de Sociologia e Política de SP e especialista em “Histoire du Costume” pela “École Supérieure des Arts et Thecniques de la Monde (ESMOD-Paris). Atualmente, trabalha como professor de História da Moda, História das Artes e História da Joalheria, Estética e Cultura de Moda, na Faculdade Santa Marcelina, na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e na Casa do Saber, em São Paulo.

O trabalho desenvolvido no âmbito do Polo Joalheiro do Pará foi elogiado pelo especialista. Segundo ele, é um trabalho bonito, que busca as próprias fontes, mas sem perder o caráter mais universal. “Está dialogando com o ar do nosso próprio tempo: daria para se usar uma joia dessa em qualquer lugar do mundo que, com certeza, seria apreciada pelo requinte, sofisticação, bom acabamento. Fiquei encantado com o talho das pedras, com o trabalho do metal. Muito lindo! E há o aprimoramento da ourivesaria e das questões gemológicas. Tudo muito apurado, muito respeitoso como técnica e como criação”, enfatizou.

“Fiquei encantado com as joias (do Polo Joalheiro). Não só com as pedras, aquelas drusas gigantescas, maravilhosas, como também com as joias contemporâneas. Mas independente da pedra, do metal precioso, tem o uso da madeira, que é encantador, assim como das sementes, dentro dessa linguagem atual das biojoias”, observou Braga.

Para os acadêmicos do curso de Design da FAP, a iniciativa foi construtiva. Gisele Luciane Neri destacou que o momento foi gratificante por proporcionar o aprofundamento sobre conhecimentos do universo da moda. A universitária Samara Crislaine contou que aprendeu mais, entre outros tópicos, sobre os fundadores das principais marcas brasileiras. 

Já Thiago Prado disse que a vinda de João Braga possibilitou aos participantes maior contato com ideias e fundamentos da moda: “É importante para o profissional saber de onde vieram o conhecimento, as técnicas, os criadores, estilistas. O encontro foi muito bom, em todos os sentidos, pois somou conhecimentos para todos em todas as áreas”.

                          
Rafael Cordeiro, Gisele Neri, Thiago Prado e Samara Crislaine e Samara Crislaine, estudantes de Design de Moda da FAP.
 Foto: Igama Divulgação

HISTÓRIA - No livro “Um Século de Moda” João Braga seleciona fatos do século XX responsáveis por formar uma identidade de moda, e que, segundo o autor, “tenham sido representativos e marcantes, incluindo o Brasil no cenário da moda”.

Em outro livro, “A história da moda no Brasil: das influências às autorreferências”, lançado dois anos antes e escrito em parceria com o jornalista Luís André do Prado, resultado de quatro anos e meio de pesquisa e produção, Braga lembra que os autores concluíram que, de qualquer lugar do Brasil, para se alcançar reconhecimento nacional e, por extensão, projeção internacional, tornava-se necessário buscar o eixo Rio-São Paulo. 

“Nessa história toda, a conclusão a que nós chegamos foi que o estado que mais deu nomes significativos para a moda foi Minas Gerais, mas com as pessoas se colocando, normalmente, no Rio de Janeiro ou em São Paulo. E o segundo estado que mais deu nomes representativos para a história da moda no Brasil foi o estado do Pará. Nomes como Guta Teixeira, Dener Pamplona de Abreu, Lino Villaventura, os irmãos Azulay (David e Simon Azulay), André Lima. São nomes que contribuíram e contribuem para essa busca por identidade nacional”, relata.

De acordo com o designer e professor Rui Martins Júnior, professor de História Social da Moda, Antropologia Social da Moda e outras matérias da área, é com olhar singular que o historiador tem observado a história social do Brasil. “A contribuição do professor João Braga é fantástica! Ele acaba pensando a história da moda no Brasil por um viés que não é tão comum; pensa-se muito em política, em economia, e ele, justamente, parte para o viés da moda. Então, é possível você pensar a história social do Brasil através da história social da moda. E acho que ele faz isso de maneira genial e mostra fôlego de pesquisa. Penso também que isso é importante de ser trazido para a Amazônia: se pensar em uma história social da moda da Amazônia. A gente ainda tem muito para pensar e construir”, observou Júnior..   
  
Foi para fomentar discussões sobre essas e outras questões que iniciativas como a “Semana Fashion 2015” têm sido promovidas no Estado, fomentando o intercâmbio com profissionais referendados e impulsionando o diálogo entre o setor produtivo e a academia. Nos encontros, alunos, professores, designers e demais profissionais têm sido instigados a discutir temas afins, contribuindo, efetivamente, com o crescimento e reconhecimento do setor, bem como com a capacitação de mão de obra especializada. 

A semana de moda comemorou os cinco anos de existência do curso de Design de Moda da faculdade. Felícia Maia também está à frente da Amazônia Fashion Week (AFW), do Fórum de Moda da Amazônia (Formoda) e do Encontro paraense de Moda e Artesanato (Epama), também realizados em parceria com o Espaço São José Liberto.

Texto: Luciane Fiuza de Mello     
                    
 Fotos: Igama Divulgação

Ascom Igama




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Exposição e palestra apresentam biojoias do designer Fábio Monteiro





              Fábio trará case de sucesso à Feapa    

Alunos e demais participantes da XI Semana do Empreendedorismo da Faculdade de Estudos Avançados do Pará (Feapa) terão a oportunidade de conhecer o trabalho do designer de biojoias Fábio Monteiro, antigo aluno da instituição. Na exposição “Joias do Pará: Design, Experimentações e inovação tecnológica nos modos de fazer”, Fábio apresentará três modelos de braceletes que foram criados por meio de pesquisa durante sua participação no workshop do Programa do Polo Joalheiro do Pará, no Espaço São José Liberto, em 2010.

As joias valorizam a matéria prima amazônica
No primeiro bracelete, Fábio destacou a madeira nobre muiracatiara, encontrada nas matas primárias da Região Norte, principalmente do Pará, Amazonas e Roraima. E ainda usou a gema orgânica oriunda do pau-amarelo, o citrino, para compor a peça. Ao desenhar o bracelete Fábio tinha como referência a Rio+20, que ocorreu em 2012, no Brasil, e pautou a sustentabilidade e a preservação da natureza. O bracelete representa a madeira típica da floresta amazônica.          
Fábio mescla materiais nobres com reciclados
Chifre de búfalo foi o material usado no segundo bracelete que traz o desenho estilizado de uma folha em metal nobre, a prata, com a gema mineral granada. 

Fábio também buscou reaproveitar matérias-primas descartadas naturalmente na Amazônia.                
No último bracelete, o designer utilizou o ouriço da castanha-do-Pará e acrescentou a figura da cobra em prata com gemas de rubi. No caso deste bracelete Fábio se inspirou na cobra grande, que traduz a essência do animal que vive nos rios da Amazônia, como rainha das águas. 

Os braceletes do designer trazem referências da cultura amazônica, tendência altamente valorizada no mercado de joias, além da qualidade no acabamento e preço acessível ao consumidor.
Joia inspirada na lenda da Cobra Grande

A Semana do Empreendedorismo foi criada em abril de 2010 com a responsabilidade de aproximar os estudantes e o mercado, trabalhando dois aspectos fundamentais: temas relevantes e o vínculo com as disciplinas dos cursos de graduação da Feapa.
Nesta exposição do designer Fábio Monteiro o público conhecerá um pouco mais sobre o mercado da biojoia no Pará que, desde 2008, vem recebendo incentivo do Governo do Estado, com a implantação da Escola de Joalheria do Pará, para apoiar as demandas de designers e ourives, profissionais do setor joalheiro. O objetivo é valorizar e agregar o imenso potencial de recursos minerais, a criatividade e, especialmente, o uso da identidade da cultura amazônica, associado às necessidades do consumidor e do mercado que há dez anos vem crescendo na região. Além da exposição, Fábio ministrará palestra na XI Semana do Empreendedorismo da Feapa, no dia 15, a partir de 19h30.

Serviço:
Palestra ‘‘Joias do Pará: design, experimentações e inovação tecnológica nos modos de fazer’’, com o designer gráfico e designer de joias Fábio Monteiro.
Quando: 15/04, às 19h30
Inscrição: 1 kg de alimento
Feapa – Faculdade de Estudos Avançados do Pará
Endereço: Km 04 – Rod. Augusto Montenegro, 4120 – Parque Verde, Belém – PA, 66635-110
Tel:(91) 3202-8000
Texto: Tabita Oliveira
Fonte: Exposição e palestra apresentam biojoias do designer Fábio Monteiro


Confira, abaixo, a programação da "XI Semana do Empreendedorismo da Feapa ". No dia 14, a Feapa também sediará a "II Mostra de Comunicação Social e Design Gráfico", onde alunos das áreas envolvidas apresentarão trabalhos realizados no segundo semestre de 2014.
Clique para ampliar. Imagem: Reprodução

Atualizada em 15 de abril de 2015, às 22h47


Designer apresenta biojoias feitas com materiais ecológicos

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A Feapa recebeu, nesta quinta, o designer gráfico e designer de joias Fábio Monteiro, que ministrou a palestra “Joias do Pará: Design, experimentações e inovação tecnológica nos modos de fazer”. Ele contou sua experiência para os alunos da instituição e público externo, durante o segundo dia da XI Semana do Empreendedorismo.
Fábio Monteiro é ex-aluno da faculdade e trouxe suas criações para expor na palestra, como a coleção Liberdade, feita especialmente para o dia das mães, e a coleção de biojoias com materiais ecológicos em madeira, chifre de búfalo e ouriço da castanha-do-Pará. O designer, que trabalha no Espaço São José Liberto, trouxe ainda exemplares de quartzo rosa, topázio azul, citrino e turmalina verde. Também fizeram parte da exposição anéis, esferas decorativas e pingentes.
Um dos assuntos abordados na palestra foram o Eco Designer e a utilização de materiais ecológicos.
“A joia seduz o público. O mercado de joias está em expansão. É um mercado poderoso aqui em Belém e, como ex-aluno, considero super importante esse evento. Quanto ao empreendedorismo, a Feapa não vê a gente só como aluno, mas como profissional”, avalia Fábio.
Texto: Mayave Ribeiro
Foto: Feapa Divulgação
Ascom Igama




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Procurador Geral de Justiça é reconduzido ao cargo para novo biênio

                              Veja mais fotos em nosso álbum
Cerimônia de posse foi realizada no Coliseu das Artes e no Jardim da Liberdade do Espaço São José Liberto. 
Foto: Ascom Igama 
O Colégio de Procuradores de Justiça (CPJ) empossou o novo procurador-geral de Justiça do Estado do Pará, Marcos Antônio Ferreira das Neves, reconduzido ao cargo para o biênio 2015-2017, em cerimônia realizada na noite desta sexta-feira, 10, no Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto.

A sessão solene reuniu membros e servidores do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Comandantes Militares e convidados.


Marcos Antônio das Neves é 9º procurador-geral de Justiça eleito pelos membros do Ministério Público a assumir o cargo maior da instituição. “Estou honrado e agradecido a todos que me apoiaram. Foram muitas vitórias nesse período em que já estive à frente da Procuradoria Geral, onde investimos na melhoria do atendimento nos municípios do interior e também aumentamos a frota dos veículos em 50%. Minha disposição é manter a mesma linha nesse novo biênio, contribuindo para fazer um Ministério Público mais atuante e mais compromissado”, afirmou.


Em seu discurso, Neves citou a aprovação da Lei que criou os cargos de assessoria para os promotores de Segunda Entrância, como um dos avanços mais importantes. “Os promotores agora podem contar com essa ferramenta que nos possibilita ir além do necessário trabalho burocrático e judicial, para sermos, verdadeiramente, agentes políticos transformadores da realidade social. Esse é, na minha opinião, o maior desafio para o Ministério Público contemporâneo”, destacou.
Gabriela Azevedo
Secretaria de Estado de Comunicação
Ascom Igama




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Programação do mês de abril de 2015 do ESJL

Clique na imagem para vê-la ampliada
Confira a programação de abril de 2015 do Espaço São José Liberto (ESJL) - Polo Joalheiro do Pará:

TURISMO

  § Visitação ao ESJL
   De 3ª a sábado
   Horário: das 9h às 18h30
   Domingos e feriados
   Horário: das 10h às 18h
   Entrada Franca.

  § Visitas monitoradas para instituições de ensino
     De 3ª a sábado
     Horário: das 9 h às 18h30

  § Visitação ao Museu de Gemas do Pará
     De 3ª a sábado
     Horário: das 9h às 18h30
     Domingos e feriados
     Horário: das 10h às 18h

  § Visita de turistas de Transatlânticos
     Data: 26/04/2015
     Hora: A confirmar
     Local: Museu de Gemas do Pará
     ESJL/Setur/Igama

EVENTOS CULTURAIS

  § Danças Circulares
     Data: 05 e 26/04/2015
     Hora: 10h (domingo)
     Local: Coliseu das Artes

  § Teatro
     Peça: “Paixão de Cristo – Jesus, Sal da Terra”
     Data: 04/04
     Hora: 16h30
     Local: Coliseu das Artes/ESJL
     Promoção: NAC/UFPA
     Apoio: Igama/Sedeme

EXPOSIÇÕES

   § Exposição do acervo da Cia Tribos Ballet Teatro:
    Tema - “Tribos Ballet: 20 Anos de História”
    Período: de 14 a 19/04/2015
    Local: Salão de Exposição do Espaço São José Liberto
    Promoção: Cia Tribos Ballet Teatro
    Apoio: Igama/Sedeme
    Acervo: Fotografias e indumentárias da companhia

  § Exposição de joias:
     Coleção de Joias “Dia das Mães 2015”
     Período: 29/04 a 10/05/2015
     Local: Salão de Exposição do ESJL
     Horário de visitação:
     De 3ª a sábado, das 9h às 18h
     Domingos e feriados, das 10h às 18h

AGENDA DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

  § Curso
     Tema: “Acabamento em Joias”
     Período: de 27/04 a 30/04 e dia 04/05/2015
     Horário: das 14 às 18hs
     CH: 24hs
     Local: Auditório do ESJL
     Público alvo: Participantes do Programa Polo Joalheiro do Pará
     Promoção: Igama/Sedeme

 § Seminário
     Tema: “Propriedade Intelectual: Moda, Joia e Artesanato”
     Data: 30/04/2015.
     Hora: das 14 às 18h
     Local: Auditório do ESJL
    Aberto ao público

EVENTOS SOCIAIS

§ Sessão Solene de Posse do Procurador da Justiça
    Data: 10/04/2015.
    Hora: 19hs
    Local: Coliseu das Artes
    Evento privado

§  Desfile/Fashion Dance “Show – Desfile de Joias”
    Data: 19/04/2015.
    Local: Coliseu das Artes.
    Horário: 18 às 19h
    Promoção: Cia Tribos Ballet Teatro
    Participação: HS Criações & Design
    Apoio: Igama/Sedeme
    Evento aberto ao público

§  Missa Comunitária
    Data: 24/04/2015
    Hora: 18h
    Local: Capela São José                                                                                                                 Aberta ao público

   Ascom Igama




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São José Liberto recebe o espetáculo "Paixão de Cristo: Sal da Terra"

                                                              Confira fotos do espetáculo em nosso álbum

O anfiteatro do Coliseu das Artes do Espaço São José Liberto será um dos palcos do espetáculo "Paixão de Cristo: Sal da Terra", no próximo sábado, às 16h30. A entrada é franca e a realização é resultado de parceria entre a Casa de Cultura da Terra Firme com a Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Com dramaturgia dos atores Edmar Souza, João Moura e Vanessa Duarte, o espetáculo também faz crítica social da atualidade, além das tradicionais cenas da Paixão, como a Santa Ceia a e a resistência de Cristo perante as tentativas de corrupção do diabo.

Unindo linguagens artísticas diversas, dentre elas, a dança, a música e o teatro, a "Paixão de Cristo" abordará, ainda, outras passagens bíblicas, como o Jardim do Éden, onde surgiu o pecado original e a necessidade do plano da Paixão de Cristo para a salvação da humanidade; e o Apocalipse, com a vitória da luz sobre as trevas.

Edmar Souza é coordenador da Casa de Cultura da Terra Firme e assina a direção do espetáculo, juntamente com Caio Bentes. Os músicos do Madrigal da Uepa farão participação especial no evento. 

As apresentações do Projeto A Paixão de Cristo também ocorrerão na próxima quinta-feira, 2, às 17 horas, na Praça do Tucunduba, no bairro da Terra Firme, e no dia 10 de março, às 10h, no hall de entrada da reitoria da Uepa, situada na Rua do Una, entre a Municipalidade e a Av. Pedro Álvares Cabral.

Mais informações com Ana Telma Souza - coordenadora do Núcleo de Arte e Cultura (NAC) da Uepa: uepa.nac@gmail.com


 Ascom/Igama




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