| Jardim da Liberdade do Espaço São José Liberto. Foto: Ascom/Igama |
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Confira, no vídeo acima, a matéria produzida pelos alunos da Universidade Federal do Pará (UFPA) para o programa Academia Amazônia, sobre a exposição “Joias de Nazaré 2014 – Expressões da Fé”, do Polo Joalheiro do Pará. O programa é vinculado nas mídias da universidade e no canal de vídeos do Youtube.
Fizeram parte da equipe de reportagem, que esteve no Espaço São José Liberto em meados de outubro, a estudante de jornalismo Vitória Mendes como repórter, o cinegrafista Fernando Ribeiro e o auxiliar Marcelo Marques.
A Academia Amazônia é uma produtora de vídeo da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (FADESP)/UFPA, que presta serviços para a instituição e para o mercado externo. Existe desde 1991 e produz vídeos de qualquer natureza, como telejornalismo científico, documentários sobre ciência, tecnologia, cultura e meio ambiente, além de vídeos didáticos nestas e em outras áreas.
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| Ivan Lins e Leila Pinheiro durante a gravação do programa no ESJL. Foto: Ascom/Igama |
Confira os bastidores da última edição do programa "É do Pará", da TV Liberal, realizado no sábado, 25, no Espaço São José Liberto (ESJL)/Polo Joalheiro do Pará, com participação especial dos músicos Leila Pinheiro e Ivan Lins.
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| Designer Bárbara Müller. Foto: Balthazar Produções/Divulgação |
Entre os dias 27 e 31 de outubro (segunda a sexta-feira) serão realizadas em Bragança, município do nordeste do Pará, duas oficinas de assessoramento técnico, voltadas para acessórios de moda e design, promovidas pelo Arranjo Produtivo Local (APL) de Moda e Design - Polo Metrópole, em parceria com a Incubadora Pará Criativo, que funciona no Instituto de Artes do Pará (IAP), e apoio da Prefeitura de Bragança, por meio da Casa do Empreendedor.
As designers Bárbara Müller e Celeste Heitmann, integrantes do Programa Polo Joalheiro do Pará, ministrarão, respectivamente, as oficinas “Criação de acessórios de moda” e “Adornos e Manualidades”, que visam estimular a inovação na produção artesanal local, apresentando técnicas que possibilitem a reciclagem do conhecimento dos artesãos.
Durante as atividades será feito um levantamento das matérias primas disponíveis na região, como sementes, fibras e madeiras, e sobre suas aplicabilidades, bem como a identificação de técnicas de construção de adornos e manualidades, como colares, pulseiras, pingentes e peças de artesanato com características regionais.
As ações são voltadas para empreendedores criativos do setor de acessórios. Para participar, os interessados devem ter experiência em produção de acessórios. As inscrições são realizadas na Casa do Empreendedor, em Bragança. Cada oficina oferece 20 vagas.
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| Designer Celeste Heitmann. Foto: Ascom/Igama |
A Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) está à frente da articulação para consolidar o APL de Moda e Design, em parceria com o Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama) e o Núcleo Estadual de APL, voltado exclusivamente para promover a integração de empreendedores criativos, microempresas e instituições sociais e acadêmicas, entre outros participantes dos aglomerados do setor. A Incubadora Pará Criativo integra o coletivo intersetorial do Arranjo Produtivo.
Ministrantes - Bárbara Müller é graduada em Design de Produtos pela Universidade do Estado do Pará (Uepa). Ela já desenvolveu coleções para diferentes empresas no Brasil e exterior, e participou de exposições nacionais e internacionais. A mais recente foi “Arte Brasilis”, em uma galeria em Roma (Itália). Bárbara tem ainda peça em acervo do museu Casalmaggiore de arte contemporânea, também em Roma.
Celeste Heitmann é artista plástica, designer de joias e de moda. Foi em Lisboa, onde nasceu, que começou sua paixão pelas artes em geral. Além de pintar telas a óleo, a artista domina técnicas de pintura em seda, madeira, vidro, porcelana e texturas especiais. Participa de exposições nacionais e internacionais, e possui obras em acervos de museus de colecionadores particulares no Brasil e no exterior.
Serviço: Oficinas de assessoramento técnico para confecção de acessórios de moda em Bragança. De 27 a 31 de outubro, das 14 às 18 h, no salão paroquial da Igreja Nossa Senhora do Rosário - Praça da Catedral, 368. As inscrições são feitas na Casa do Empreendedor, na Rua 09 de Setembro, s/n, ou pelo fone 8206-5828. Mais informações pelo fone (91) 4006-2930.
Ascom/Pará Criativo
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Fonte: Agência Pará de Notícias.
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| Thiago Albuquerque, Ivan Lins e Carmem Macedo. Foto: Igama/Divulgação |
Os cantores Ivan Lins e Leila Pinheiro foram atração da edição deste sábado, 25, do programa "É do Pará" da TV Liberal (canal 7 - ORM), exibido ao vivo da Casa do Artesão do Espaço São José Liberto (ESJL), ao meio dia. Entrevistados pela jornalista Amanda Pereira, apresentadora do programa, eles tocaram sucessos que integram o repertório do show que apresentarão hoje à noite, na sede do Grêmio Literário Português.
Na ocasião, o músico e compositor carioca visitou e ficou encantado com a variedade e criatividade do artesanato exposto para comercialização no local. Além das diversas peças que adquiriu, artesanatos de balata e de miriti foram ofertados ao músico pela gerente de Eventos do ESJL, Carmem Macedo, e pelo coordenador comercial do espaço, Thiago Albuquerque.
Na ocasião, o músico e compositor carioca visitou e ficou encantado com a variedade e criatividade do artesanato exposto para comercialização no local. Além das diversas peças que adquiriu, artesanatos de balata e de miriti foram ofertados ao músico pela gerente de Eventos do ESJL, Carmem Macedo, e pelo coordenador comercial do espaço, Thiago Albuquerque.
O espetáculo de hoje é o terceiro a ser apresentado no Brasil por Ivan Lins junto com a cantora paraense, grandes nomes do cenário nacional.
| Ivan Lins e Leila Pinheiro durante o programa "É do Pará". Foto: Ascom/Igama |
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| Jardim da Liberdade do ESJL. Foto: Ascom/Igama |
A direção do Espaço São José Liberto/Polo Joalheiro do Pará informa que o local não abrirá para o público no domingo, 26, quando acontece o segundo turno das Eleições 2014. Na próxima segunda-feira, 27, o espaço também não abrirá devido às comemorações do Recírio. Após as datas, o funcionamento volta ao normal, de terça a sábado, das 9h às 19h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h. O São José Liberto está situado na Praça Amazonas, s/n, bairro do Jurunas.
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| Programa É do Pará |
Os cantores Ivan Lins e Leila Pinheiro serão entrevistados ao vivo no Coliseu das Artes do São José Liberto (ESJL) neste sábado, 25. A atração faz parte do programa "É do Pará" da TV Liberal, canal 07, que vai ao ar a partir do meio dia.
Eles se apresentam juntos em Belém em show que acontece neste sábado, a partir das 22h, na sede campestre do Grêmio Literário Português, na Avenida Augusto Montenegro.
Confira os bastidores do último programa "É do Pará", especial do Dia dos Pais, transmitido do Jardim da Liberdade do ESJL - assista clicando aqui
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| Capela São José. Foto: Carlos Sodré/Agência Pará |
A Capela do Espaço São José Liberto (ESJL) recebe, nesta sexta feira, 24, a tradicional missa mensal, que será celebrada pelo padre Adaílson Oliveira da Silva, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. A celebração começa às 18h.
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| Gravação da matéria na exposição Joias de Nazaré 2014. Foto: Igama/Divulgação |
A TV Unama realizou, semana passada, matéria especial sobre a décima primeira edição da coleção Joias de Nazaré 2014, do Polo Joalheiro do Pará, que tem como tema “Expressões da Fé”. A reportagem será veiculada no próximo sábado, 25, às 7h30, no programa “Espaço Universitário”, exibido na TV RBA (canal 13).
A matéria também será exibida no canal fechado Amazon Sat, de Manaus (AM), que junto com o Portal Amazônia, integra um dos grandes grupos de Comunicação do Amazonas. A TV oferece programação ao vivo para quase todos os Estados da região Norte e mantém o site www.amazonsat.com, considerado o maior canal de vídeos sobre a Amazônia.
Com coordenação da jornalista Renata Ferreira, fizeram parte da equipe do Curso de Jornalismo da TV Unama as estudantes Laura Vasconcelos e Ana Tostes, o repórter cinematográfico Sérgio Santos, o auxiliar Ledyel Cleyton Henriques e o secretário da TV Unama Alexandre Garcia.
A matéria também será exibida no canal fechado Amazon Sat, de Manaus (AM), que junto com o Portal Amazônia, integra um dos grandes grupos de Comunicação do Amazonas. A TV oferece programação ao vivo para quase todos os Estados da região Norte e mantém o site www.amazonsat.com, considerado o maior canal de vídeos sobre a Amazônia.
Com coordenação da jornalista Renata Ferreira, fizeram parte da equipe do Curso de Jornalismo da TV Unama as estudantes Laura Vasconcelos e Ana Tostes, o repórter cinematográfico Sérgio Santos, o auxiliar Ledyel Cleyton Henriques e o secretário da TV Unama Alexandre Garcia.
| Entrevista com a designer Bianca Kuroki que participa da exposição. Foto: Igama/Divulgação |
Foram entrevistados pela equipe a designer Bianca Kuroki e Thiago Albuquerque, coordenador comercial do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Organização Social gestora do Espaço São José Liberto e do programa Polo Joalheiro do Pará.
Também concederam entrevista a professora Domenica Cristina Vieira, a advogada Elenita Freitas, do Rio de Janeiro (RJ), e a professora aposentada Elisabete Kalume, de Belém (PA).
Bianca Kuroki falou sobre as seis coleções de joias em ouro e prata com gemas minerais, chifre de búfalo e outras matérias-primas criadas para a exposição. Denominadas Romaria nas Águas, Promessas, Pequenas Gratidões, Mãezinha, Féque Floresce e Devotos, os colares, anéis, pulseiras, brincos e pingentes das coleções foram produzidos pelas empresas Amazonita e Ourogema, e pelo ourives José Lucas Coelho.
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| Thiago Albuquerque, coordenador comercial do Igama também foi entrevistado. Foto: Igama/Divulgação |
Técnicas inovadoras do Polo Joalheiro, como a incrustação paraense, e matéria-prima diversificada, dentre elas, gemas minerais e chifre de búfalo, destacam-se nas joias da designer.
As 107 joias da coleção 2014 foram criadas e produzidas por 18 designers e 23 microempresas e empreendedores individuais, além de ourives, cravadores, lapidários, produtores e demais empreendedores criativos do Polo Joalheiro. A exposição “Joias de Nazaré” fica aberta ao público até o 31 de outubro, nos seguintes horários: de segunda a sábado, das 09 às 19 h, e aos domingos e feriados, das 10 às 18 h. O Espaço São José Liberto está situado na Praça Amazonas, s/n, no Jurunas. A entrada é franca.
A matéria também será veiculada no canal Amazon Sat, canal de Televisão digital distribuido por Satélite, internet, rádio e outros meios digitais, sendo uma empresa do Grupo Rede Amazônica, e no canal Futura, um projeto social de comunicação, educação, de interesse público, gerado e construído por parceiros da iniciativa privada e do terceiro setor. Os dois canais podem ser assistidos tanto com sinal aberto, com antenas parabólicas, como sinal fechado.
Assista a matéria no vídeo a seguir.
A matéria também será veiculada no canal Amazon Sat, canal de Televisão digital distribuido por Satélite, internet, rádio e outros meios digitais, sendo uma empresa do Grupo Rede Amazônica, e no canal Futura, um projeto social de comunicação, educação, de interesse público, gerado e construído por parceiros da iniciativa privada e do terceiro setor. Os dois canais podem ser assistidos tanto com sinal aberto, com antenas parabólicas, como sinal fechado.
Assista a matéria no vídeo a seguir.
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| Turma de Design de Joias do curso de Bacharelado em Design da Uepa com a professora Rosângela Gouvêa. Foto: Ascom/Igama |
Cerca de 35 alunos da disciplina Design de Joias do curso de Bacharelado em Design da Universidade do Estado do Pará (Uepa) realizaram visita ao Espaço São José Liberto (ESJL) na tarde desta quinta feira, 23, acompanhados pela designer de joias e professora da universidade, Rosângela Gouvêa Pinto.
Os estudantes foram prestigiar a exposição "Joias de Nazaré 2014 - Expressões de Fé", da qual Rosângela é curadora, além de conhecer e visitar o ESJL.
No local, os universitários visitaram o Museu de Gemas do Pará; a Casa do Artesão, onde a mostra temática de joias está instalada; o Espaço Moda ESJL; a escola Rhama de ourivesaria; a loja Gemas do Mundo e as demais lojas de joias situadas no espaço.
No local, os universitários visitaram o Museu de Gemas do Pará; a Casa do Artesão, onde a mostra temática de joias está instalada; o Espaço Moda ESJL; a escola Rhama de ourivesaria; a loja Gemas do Mundo e as demais lojas de joias situadas no espaço.
A visita faz parte da preparação dos alunos que participarão da edição 2014 do Anglogold AuDITIONS, o maior concurso de design de joias em ouro do mundo, que acontece de dois em dois anos no Brasil, China e Africa do Sul.
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| Clique na imagem para ler a matéria em tamanho ampliado. Imagem: Reprodução |
Matéria "Lembranças sustentam vendas do Círio", publicada na página 11 do caderno Atualidades do jornal O Liberal desta sexta feira, 24.
Leia também:
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| Visita técnica da comitiva da Martinica às lojas de joias do ESJL. Foto:Ascom/Igama |
O grupo de nove joalheiros da Martinica, ilha no Caribe cujo território é da França, iniciou na tarde da última quarta-feira (22) as visitas técnicas às unidades produtivas e de comercialização de joias do Pará. A programação segue até sexta-feira (24), sob a orientação da representante do conselho regional da Martinica no Brasil e adida de cooperação junto à Embaixada da França em Brasília, ManuellaToussay. A agenda faz parte do projeto que subsidiará a implantação de um polo joalheiro na Martinica usando o modelo paraense como base.
A comitiva conheceu o Museu de Gemas do Pará e as lojas de joias, lapidação e ourivesaria do Polo Joalheiro do Pará, entre elas a Una, experiência de loja incubadora existente no espaço criativo e de comercialização do São José Liberto. Visitaram também a Casa do Artesão e o Coliseu das Artes, que fica no anfiteatro do complexo.
Marcelo Monteiro é um dos sete membros do Consórcio de Joias do Pará e também dono da ourivesaria Ourogema, que recebeu visita da comitiva. “Na Martinica, eles usam mais o ouro. Quem atua em joalheria tem que ter criatividade, e só com o tempo vai se aperfeiçoando. A ideia da parceria é muito interessante, porque vai fomentar e promover a questão de cooperação, fazendo os joalheiros do território francês produzirem joias com mais qualidade e criatividade, como é feito no Espaço São José Liberto”, disse Dalmsô Barbosa, ao observar a unidade produtiva Ourogema nesta quinta-feira (23).
A comitiva conheceu o Museu de Gemas do Pará e as lojas de joias, lapidação e ourivesaria do Polo Joalheiro do Pará, entre elas a Una, experiência de loja incubadora existente no espaço criativo e de comercialização do São José Liberto. Visitaram também a Casa do Artesão e o Coliseu das Artes, que fica no anfiteatro do complexo.
Marcelo Monteiro é um dos sete membros do Consórcio de Joias do Pará e também dono da ourivesaria Ourogema, que recebeu visita da comitiva. “Na Martinica, eles usam mais o ouro. Quem atua em joalheria tem que ter criatividade, e só com o tempo vai se aperfeiçoando. A ideia da parceria é muito interessante, porque vai fomentar e promover a questão de cooperação, fazendo os joalheiros do território francês produzirem joias com mais qualidade e criatividade, como é feito no Espaço São José Liberto”, disse Dalmsô Barbosa, ao observar a unidade produtiva Ourogema nesta quinta-feira (23).
| Loja de Gemas do ESJL durante visita. Foto: Ascom/Igama |
Barbosa tem dupla nacionalidade (brasileira e francesa), é ourives há 26 anos e o único lapidador da Martinica. Fez o curso em 1980 e hoje é considerado o melhor ourives da região. Só não atua como lapidador pela falta de matéria-prima no território, o que torna a mão de obra de lapidação muito cara. Ele ainda contou que todas as pedras preciosas são importadas já lapidadas. A maioria de suas peças é feita sob encomenda, para atender um público consumidor seleto, que consome joias de luxo.
Marcelo Monteiro, que atua no ramo da joalheria há 35 anos, explicou a diferença entre uma ilha de lapidação, onde ocorre o tratamento da drusa – pedra quase em seu estado bruto – e a ourivesaria, espaço de manuseio e criação de peças em ouro. Ambos os locais são unidades produtivas de joias. “Fazer parte do consórcio é a experiência mais vantajosa que se pode ter, pois unir-se em prol de um objetivo comum, no nosso caso, o de reduzir custos, principalmente, tem sido um ganho”, disse ele ao grupo da Martinica.
Parceria – Em reunião na Federação das Indústrias do Pará (Fiepa) na tarde desta quinta-feira (23), o gestor do Consórcio de Joias do Pará, João Amorim, dono da loja de joias Amorimendes, falou sobre a formação do consórcio e ressaltou que a parceria começa com o conhecimento de ambas as partes.
“A comitiva da Martinica descobre uma nova forma de gestão e comercialização. Pensamos para esse projeto um modelo mais consolidado de joint ventures. Até porque seria o resultado mais interessante entre a união de uma empresa e talvez a negociação dos empresários com a Martinica. Eles pretendem gerar uma empresa em solo francês na Martinica para ser trabalhado o modelo usado pelo Polo Joalheiro do Pará”, explicou.
Marcelo Monteiro, que atua no ramo da joalheria há 35 anos, explicou a diferença entre uma ilha de lapidação, onde ocorre o tratamento da drusa – pedra quase em seu estado bruto – e a ourivesaria, espaço de manuseio e criação de peças em ouro. Ambos os locais são unidades produtivas de joias. “Fazer parte do consórcio é a experiência mais vantajosa que se pode ter, pois unir-se em prol de um objetivo comum, no nosso caso, o de reduzir custos, principalmente, tem sido um ganho”, disse ele ao grupo da Martinica.
Parceria – Em reunião na Federação das Indústrias do Pará (Fiepa) na tarde desta quinta-feira (23), o gestor do Consórcio de Joias do Pará, João Amorim, dono da loja de joias Amorimendes, falou sobre a formação do consórcio e ressaltou que a parceria começa com o conhecimento de ambas as partes.
“A comitiva da Martinica descobre uma nova forma de gestão e comercialização. Pensamos para esse projeto um modelo mais consolidado de joint ventures. Até porque seria o resultado mais interessante entre a união de uma empresa e talvez a negociação dos empresários com a Martinica. Eles pretendem gerar uma empresa em solo francês na Martinica para ser trabalhado o modelo usado pelo Polo Joalheiro do Pará”, explicou.
| Coordenador comercial do Igama/ESJL, Thiago Albuquerque, junto aos representantes da Martinica. Foto: Ascom/Igama |
O diretor do Centro Internacional de Negócios (CIN), da Fiepa, Raul Tavares, falou sobre a parceria da instituição neste acordo de cooperação técnica entre o Governo do Pará e a Martinica na questão da promoção de troca de experiências para a potencial implantação de um polo semelhante no território francês.
“Essa parceria se consolidou a partir do momento em que a estrutura do setor produtivo, a Fiepa, e seus sindicatos trazem aquilo que tem de potencial e expertise das empresas locais para as empresas da Martinica, estimulando não só a troca de experiência das indústrias do Pará e das indústrias da Martinica, mas também criando um processo de integração entre as duas partes voltado especificamente para área econômica, que possa gerar negócios para o território francês e para o Estado do Pará”, afirmou Raul Tavares.
Leia na Agência Pará de Notícias.
Leia também: Polo Joalheiro do Pará servirá de modelo para projeto da Martinica.
Ascom/Seicom
“Essa parceria se consolidou a partir do momento em que a estrutura do setor produtivo, a Fiepa, e seus sindicatos trazem aquilo que tem de potencial e expertise das empresas locais para as empresas da Martinica, estimulando não só a troca de experiência das indústrias do Pará e das indústrias da Martinica, mas também criando um processo de integração entre as duas partes voltado especificamente para área econômica, que possa gerar negócios para o território francês e para o Estado do Pará”, afirmou Raul Tavares.
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Ascom/Seicom
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| Ciclo de palestras da programação de intercâmbio entre os governos da Martinica e do Estado do Pará. Foto: Ivan Cardoso/Agência Pará |
Nesta quarta-feira (22) teve início um ciclo de palestras no Espaço São José Liberto que compõem a programação de intercâmbio sobre um projeto de cooperação entre os governos da Martinica, departamento ultramarino francês, situado no mar do Caribe, e do Estado do Pará. Formada por nove pessoas, entre elas quatro ourives, uma gerenciadora de projeto e uma assessora na área da capacitação, a comitiva esteve no Espaço São José Liberto para ouvir as experiências que vão contribuir com o projeto de implantação de um polo joalheiro na Martinica inspirado no modelo paraense.
A dinâmica da gestão do Espaço São José Liberto e do Programa de Desenvolvimento do Setor de Gemas e Joias do Pará, conhecido como Polo Joalheiro, foi o tema da primeira palestra proferida, pela diretora executiva do programa e do espaço, Rosa Helena Neves. Essa é a primeira etapa do encontro, que segue até a próxima sexta-feira (24), com ateliês temáticos, reuniões empresariais, intercâmbios e visitas técnicas a unidades produtivas, Museu de Gemas do Pará e lojas de joias do polo, entre elas a Una, experiência de loja incubadora.
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| Rosa Helena Neves, diretora executiva do Igama e do ESJL. Foto: Ivan Cardoso/Agência Pará |
Além do modelo de gestão, os visitantes também vão conhecer os diversos setores criativos do espaço, detalhes do funcionamento da cadeia produtiva de gemas e joias e inovações da joalheria artesanal paraense e do artesanato comercializados no espaço.
As experiências bem-sucedidas de gestão do São José Liberto integradas às ações desenvolvidas pelo Polo Joalheiro foram detalhadas por Rosa Helena Neves, que falou sobre a economia criativa como estratégia de desenvolvimento, a partir de um modelo dinâmico e intersetorial de gestão compartilhada entre os setores público e privado e a sociedade, representada pelos setores produtivos de joias, gemas, artesanato, manualidades e moda. “Para que haja a dinamização dessa economia são desenvolvidas ações no âmbito da capacitação, gestão e mercado, integradas à metodologia da economia criativa, que tem como referência a diversidade cultural, a criatividade e a inclusão social e produtiva”, destacou a diretora.
Rosa Neves também frisou a importância da rede de parcerias para o desenvolvimento do Programa Polo Joalheiro, recordando parceiros pioneiros, como o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), fundamentais para a consolidação do projeto, que contou, desde o início, com o financiamento do orçamento público estadual, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom).
Para o presidente do Sebrae, Vilson Schuber, a história do São José Liberto tem muito a ver com o Sebrae. Quando o espaço foi concebido, o Sebrae viu que seria um espaço de crescimento e de acolhimento para o artesanato em suas diversas formas e a ourivesaria, uma forma de incentivar os artesãos e ourives. “Replicar a iniciativa do Espaço São José Liberto Brasil afora é mais uma importante fonte de renda através do turismo. O Sebrae tem todo o interesse e carinho pelo desenvolvimento e crescimento dessa atividade”, frisou.
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| Presidente do Sebrae, Vilson Schuber. Foto: Ivan Cardoso/Agência Pará |
Criatividade – Baseada no case de sucesso do Polo Joalheiro/ São José Liberto, a estratégia de desenvolvimento do projeto de cooperação entre o Pará e a Martinica começou a ser tratada em agosto deste ano, em reunião entre Manuella Toussay, representante do conselho regional da Martinica no Brasil e adida de cooperação junto à Embaixada da França em Brasília, e a secretária Maria Amélia Enríquez, titular da Seicom, mantenedora do São José Liberto e do Polo Joalheiro, gerenciados pela organização social Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama).
“Essa implantação do Polo Joalheiro na Martinica tem a pretensão de ser uma vitrine de várias áreas: da produção de joias, da cultura e do artesanato da Martinica, mas também das pedras, joias e biojoias do Pará em termos de exportação do Estado para a Martinica. Também temos a pretensão de convidar empresários e ourives que tenham interesse em investir na Martinica nesse setor joalheiro. Eles são bem-vindos para que o Pará tenha essa vitrine no Caribe”, ressaltou Manuella.
“Hoje é a primeira etapa de encontros, intercâmbios e visitas técnicas, que segue até sábado. Vamos conhecer este espaço arquitetônico e ter também visitas técnicas nos ateliês de ourivesaria e de lapidação. Tudo para ter a ideia clara do que é um polo joalheiro. É importante dizer que não existe essa ferramenta lá no Caribe. Isso é muito importante porque, com a implantação na Martinica, a interação com outros países em volta, dos Estados Unidos e da Europa, vai ser maior ainda. O primeiro passo é hoje; depois vamos colher os ‘expertises’ paraenses para eles terem uma avaliação física do espaço e do local onde vai ser implantado esse polo, e vamos continuar esses intercâmbios para afinar o projeto, que deve começar daqui a dois anos”, continuou.
Palestras – Na mesa de abertura do encontro, além de Rosa Helena Neves e Manuella Tossay, estavam o diretor de Geologia e Transformação Mineral da Seicom, Ambrózio Ichihara, e a representante da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Rosário de Fátima Souza.
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| Manuella Toussay, representante do conselho regional da Martinica no Brasil e adida de cooperação junto à Embaixada da França em Brasília. Foto: Ivan Cardoso/Agência Pará |
Ambrózio Ichihara destacou a importância do evento. “O governo do Estado vê com bons olhos essa experiência de expansão de negócios de gemas e joias para o exterior. A Seicom está dando todo o apoio institucional para que isso aconteça, inclusive complementando com a visita de designers paraenses na Martinica para mostrar a metodologia usada”, asseverou.
O coordenador do Núcleo de Arranjos Produtivos Locais (APL) da Seicom, Marco Antônio Lima, comentou sobre o tema no território criativo. “Há possibilidade de implantar e de reproduzir o modelo de APL desde que se identifique a existência dos os entes produtivos e institucionais necessários para fazer funcionar a dinâmica de um arranjo. O APL é uma aglomeração de entidades produtivas com uma afinidade setorial, ou seja, de um determinado setor econômico, e que interajam com uma série de entes públicos e privados, por exemplo com universidades, centros de treinamento, sindicatos, associações empresariais, de crédito e fomento. O que caracteriza um arranjo é a existência dos agentes e da articulação que é obtida por meio do mecanismo de governança, que é uma espécie de comitê gestor”, disse.
Pierre Kichenama, dono da empresa Bijouterie Kichenama, que está há 30 anos no mercado de joias, veio ao Pará representando joalheiros na Martinica. “Estamos aqui para descoberta, para ver como é, como é feito e se funciona, porque não sabemos muita coisa desse contexto. Descobrir também se seguir esse modelo será rentável para os joalheiros da Martinica, por conta da realidade ser bem diferente aqui no Brasil. Também tem a questão da dimensão, porque o Brasil é enorme, e a Martinica é bem menor que o Pará e abriga uma população de 412 mil habitantes”, concluiu. (Colaboraram Juliana Pinheiro, da Ascom Seicom, e Luciane Fiúza, da Ascom Polo Joalheiro).
Leia na Agência Pará de Notícias
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Ascom/Seicom
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| Estudantes da Turismo, Jornalismo e profissionais da Paratur foram certificados pela participação na Receptivo Turístico do Círio. |
A Companhia Paraense de Turismo (Paratur) realizou na manhã desta quarta-feira, dia 22, a Premiação dos Vencedores do Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial e certificou profissionais de turismo e comunicação que atuaram no Receptivo Turístico do Círio 2014, que realizou entre os dias 7 e 13 de outubro.
As três embarcações vencedoras da categoria A (Embarcações Regionais) foram, em primeiro lugar, a embarcação Jubileu III, da Trindade Navegação e Comércio Trinave Ltda., em segundo lugar o barco Antônio Lemos, da Franciscotur, de Castanhal, e em terceiro o Navio Luzeiro, da A.M.T. Tavares.
| Jacqueline Alves, Diretora de Marketing da Paratur falou das inovações e fortalecimentos de parcerias para promover o Círio e o turismo do Pará. |
A Categoria B (Outros Tipos de Embarcações) teve como vencedores o navio Rondônia, locado pela Empresa de Navegação A.R. Transportes Ltda., que ficou com o primeiro lugar, as embarcações Domingos Acatauassu Nunes, locada pela Henvil Transporte Ltda. e a Amazonas, da A.J.C Navegação Ltda. – ME, que empataram no segundo lugar da categoria B. O terceiro lugar ficou com o barco Gabriela II, da G.C. Rodrigues.
A diretora de Marketing da Paratur, Jacqueline Alves, explicou que a cada ano a Paratur e seus parceiros na realização da premiação buscam mais inovações e que, além de reconhecer e premiar os vencedores do concurso, inspirado na Romaria Fluvial, a iniciativa alcançou o objetivo de intensificar o trabalho da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) na garantia da segurança da navegação.
Adenauer Góes, secretário de Turismo do Pará, ressaltou que o Pará recebeu 82 mil turistas e afirmou que, ao executar ações como o Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial e outras que relacionam o Círio de Nazaré com o turismo religioso, Paratur, Setur e seus parceiros atendem ao que denominou de “novo papel do turismo na nova economia de mercado nacional e internacional”, em que o Pará representa a Amazônia, que juntamente com as palavras Jesus e Coca-Cola está entre as mais pronunciadas ou desejadas do mundo. Adenauer também destacou a importância do jornalista e escritor Carlos Rocque no contexto do Círio enquanto manifestação religiosa e histórica, já que ele, que presidiu a Paratur entre 1983 e 1986, foi o idealizador da Romaria Fluvial.
Aline Monteiro, gerente de Marketing da empresa Vale Verde Turismo, que locou uma das embarcações vencedoras do concurso, enalteceu a iniciativa do Concurso. “A vale Verde Turismo há muito anos faz parte deste concurso e muito nos honra receber essa premiação”. Justificou a empresária, ao informar que a empresa participou de todas as edições.
| Edson Macedo, decorador de embarcação vencedora do Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial. |
O decorador Edson Macedo Júnior, que concorreu pela embarcação Antônio Lemos, também foi um dos premiados, já que a decoração é um dos itens de avaliação. “Uma satisfação muito grande, por que concorremos com um trabalho feito com muito amor e dedicação à Nossa Senhora de Nazaré. Utilizamos 20 mil balões, tecidos e muitas flores naturais, além de levarmos uma berlinda que foi reverenciada pelos 300 participantes da Romaria em nossa embarcação”. Relatou Edson, que ficou em segundo lugar na categoria B.
Os vencedores, além do Troféu Carlos Rocque, elaborado em acrílico e um design que leva a marca turística do Pará, inspirada nas artes tapajônica, marajoara e araguaia, os vencedores também foram premiados com passeios turísticos ofertados pela agência Vale Verde Turismo e pelo hotel Gold Mar.
A irmã do jornalista Carlos Rocque, duas filhas e uma neta prestigiaram a cerimônia, na qual vencedores do concurso foram homenageados também com um exemplar de um livro escrito pelo jornalista Carlos Rocque e relançado este mês, com novas contextualizações sobre o Círio de Nazaré escritas pelo secretário de Turismo Adenauer Góes e pelo gerente de Promoção da Paratur, Carlos Figueira.
| Familiares de Carlos Rocque compareceram à cerimônia de premiação, organizada pela Paratur e Setur e que integra a Agenda Turística do Círio. |
“Ficamos muito felizes com a homenagem, que resgata o trabalho do Carlos Rocque e com o lançamento do livro em que ele conta a história do Círio”. Afirmou Dulce Rosa Rocque, irmã do jornalista.
O Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial é tradicionalmente realizado no sábado que antecede ao Círio. Este ano a Paratur convidou novos jurados para a escolha das embarcações mais animadas, melhor decoradas, que concluíram todo o trajeto da Romaria e estavam de acordo com as regras de segurança da navegação determinadas pela Capitania dos Portos e Hidrovias da Amazônia Oriental (CPAOR), parceira da Paratur na realização.
| Jairo Augusto, estudante de Jornalismo, recebendo o certificado de participação na cobertura do Círio 2014 e do Receptivo Turístico do Círio. |
Certificação – Durante a cerimônia de premiação, que aconteceu no Mezanino do Espaço São José Liberto (Polo Joalheiro) a Paratur também concedeu certificados de participação aos estudantes de turismo que aderiram ao Programa Voluntários do Círio e participaram do Receptivo Turístico do Círio 2014, realizado pela Paratur entre os dias 7 e 13 de outubro, no Aeroporto de Belém, Terminal Rodoviário, Terminal Hidroviário e sede da Paratur.
Foram certificados Jose Kelly Castro Aleixo, Natália Brenda Guimarães Brandão, Eliana Oliveira da Silva, Fyama Eneyda de Sousa Cardoso, Álison Michael Tavares Mendes, Francisca das Chagas Alves dos Santos, Keila Mickaeli Souza e Silva, Danielle Almeida da Silva de Souza, Júlio Farias da Luz.
Também foram homenageados o assistente de Gestão em Turismo, Antonio Pinheiro, que representou os funcionários da Paratur que atuaram no receptivo, a estudante Jerusa Mota, que representou os estagiários envolvidos na ação e Jairo Augusto Souza, estudante de jornalismo que representou os estagiários de Comunicação que participaram da cobertura das ações da Paratur e do Círio 2014 neste período.
“Foi uma oportunidade excelente para mim, que estou me formando em Turismo. Um aprendizado que vai certamente me ajudar em minha carreira profissional, uma benção, dada pela Paratur”. Disse Alisson Michael Mendes, voluntário do Círio certificado pela Paratur.
Exposição – Na oportunidade da premiação e certificação o público e a imprensa pode prestigiar na Capela São José, do Espaço São José Liberto, a exposição Natureza, Cultura e Fé: a Grandiosidade do Círio de Nazaré, através da qual a Paratur e a Secretaria de Estado de Turismo do Pará (Setur) narram a história do Círio, das Romarias, do Receptivo Turístico, do Auto do Círio, do Almoço do Círio, das tradições, manifestações de fé, entre outros aspectos da quadra Nazarena. A mostra pode ser visitada até o próximo dia 31.
CONHEÇA OS VENCEDORES DO CONCURSO DE ORNAMENTAÇÃO DE EMBARCAÇÕES DA ROMARIA FLUVIAL
Texto: Benigna Soares - Gerência de Comunicação da Paratur
Fotos: Jairo Augusto Souza e Benigna Soares
Fonte: Blog Turismo Paraense
Ascom/Igama
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| Jardim da Liberdade do Espaço São José Liberto. Foto: Ascom/Igama |
Um projeto nos moldes do espaço criativo do Polo Joalheiro/ Espaço São José Liberto deverá ser implantado na Martinica. Na manhã desta quarta-feira (22), representantes da Autoridade Regional da Martinica estarão em Belém para tratar da estratégia de desenvolvimento do projeto do Polo de Joalheiro a ser criado naquele departamento ultramarino do Caribe.
Manuella Toussay, representante do conselho regional da Martinica no Brasil e adida de cooperação junto à Embaixada da França em Brasília, afirma que é muito importante aproximar Pará e Martinica, que ficam a apenas três horas de distância aérea e podem ser grandes parceiros comerciais. “Precisamos da expertise de vários parceiros institucionais paraenses, pois a intenção é que seja uma cooperação ganha-ganha. São 35 milhões de pessoas no Caribe inteiro, e a Martinica pode servir como uma vitrine do Pará na Europa. É uma rica oportunidade de negócios para todos. A implantação do polo joalheiro com a parceria do Pará é uma ação inovadora que vai gerar empregos, capacitação e negócios”, diz.
Mais informações: Andrea Lia (Ascom/Seicom) - (91)9144-6691
Fonte: Agência Pará de Notícias.
Ascom/Igama
Manuella Toussay, representante do conselho regional da Martinica no Brasil e adida de cooperação junto à Embaixada da França em Brasília, afirma que é muito importante aproximar Pará e Martinica, que ficam a apenas três horas de distância aérea e podem ser grandes parceiros comerciais. “Precisamos da expertise de vários parceiros institucionais paraenses, pois a intenção é que seja uma cooperação ganha-ganha. São 35 milhões de pessoas no Caribe inteiro, e a Martinica pode servir como uma vitrine do Pará na Europa. É uma rica oportunidade de negócios para todos. A implantação do polo joalheiro com a parceria do Pará é uma ação inovadora que vai gerar empregos, capacitação e negócios”, diz.
Mais informações: Andrea Lia (Ascom/Seicom) - (91)9144-6691
Fonte: Agência Pará de Notícias.
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| Clique na imagem para ler a matéria.Imagem: O Liberal/Reprodução |
Matéria "Círio inspira mostra no São José Liberto" no caderno Atualidades do jornal O Liberal desta terça feira, 21.
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| Convite |
A Companhia Paraense de Turismo (Paratur) já tem os nomes dos vencedores do Concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial deste ano. A Romaria Fluvial foi criada em 1986 pelo então presidente da Paratur, jornalista e escritor, Carlos Roque. Jurados de renome internacional decidiram quais as embarcações mais bem decoradas, animadas e que se encaixaram nos padrões de segurança durante o evento. A divulgação dos nomes vencedores do concurso será realizada no próximo dia 22, às 10h, na Capela São José, no Espaço São José Liberto (Polo Joalheiro). O concurso de Ornamentação de Embarcações da Romaria Fluvial, organizado pela Paratur há 29 anos, é uma realização do Governo do Estado com apoio da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR).
O corpo de jurados convidados é formado pela jornalista carioca Soraya Moreno, diretora de Turismo Religioso da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro; o fotógrafo paraense Ray Nonato, membro da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet); Maria Célia Jacob, pós-graduada em Teoria Literária e em Literatura Infanto Juvenil pela Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais; o consultor em turismo e hotelaria Haroldo Verbicaro Tuma, mestre em consultoria e gestão do ecoturismo pela Universidad de León, Espanha; e Edila Porto de Oliveira, cerimonialista, professora e coordenadora do bacharelado em Moda da Universidade da Amazônia.
O corpo de jurados convidados é formado pela jornalista carioca Soraya Moreno, diretora de Turismo Religioso da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro; o fotógrafo paraense Ray Nonato, membro da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet); Maria Célia Jacob, pós-graduada em Teoria Literária e em Literatura Infanto Juvenil pela Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais; o consultor em turismo e hotelaria Haroldo Verbicaro Tuma, mestre em consultoria e gestão do ecoturismo pela Universidad de León, Espanha; e Edila Porto de Oliveira, cerimonialista, professora e coordenadora do bacharelado em Moda da Universidade da Amazônia.
Fonte: Agência Pará de Notícias
Ascom/Igama
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| Camisas confeccionadas pela empreendedora Ana Carolina Fonseca. Foto: Carlos Sodré/Agência Pará |
Produtos com inspiração no Círio de Nazaré criados por artesãos paraenses estão em exposição na Casa do Artesão do Espaço São José Liberto. No local, que reúne tipologias de artesanato de 43 municípios do Pará, representando todas as regiões do Estado, é possível encontrar peças em barro, madeira, fibra, palha, tecido, cuia e outros materiais, incluindo o miriti, material típico do período nazareno.
A comercialização de peças alusivas à época aumenta a renda de boa parte dos 703 artesãos que integram o Programa Polo Joalheiro do Pará. As vendas de artesanato crescem cerca de 30% em outubro, de acordo com dados da coordenação comercial do Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), Organização Social que gerencia o espaço e o programa, que tem como mantenedora a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom).
Barcos, cobras e casas são alguns dos artesanatos tradicionais criados em miriti, que podem ser encontrados na Casa do Artesão. Os populares brinquedos de miriti enfeitam e colorem a cidade na época do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, assim como as fitas de pedidos de promesseiros, outra peça fundamental da quadra nazarena.
Com diferentes cores, as fitas geralmente são usadas pelos devotos no pulso dando três nós e fazendo três pedidos à santa. Com o passar do tempo as fitas também começaram a ser utilizadas na confecção de mantos, bolsas, brincos, pulseiras e camisas alusivas ao Círio. Um exemplo é a camisa confeccionada em cetim com fitas, produzida pela empreendedora criativa Ana Carolina Fonseca, que cria camisas com a temática religiosa desde 2001.
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| Artesanato regional para o Círio de Nazaré. Foto: Carlos Sodré/Agência Pará |
Outro artesanato que também envolve as fitas de promesseiros são mini-cestas confeccionadas em palha, que dentro trazem iguarias da culinária paraense, como biscoitos de castanha com recheio de cupuaçu, frutas típicas da região. A criatividade dos artesãos pode ser percebida nos detalhes, como no enfeite destas cestas que, além das fitas coloridas, mostra uma mini-cuia de tacacá.
A Casa do Artesão também dispõe de peças com grande pluralidade de matéria-prima. Chaveiros em forma de manto aliam metal, tecido e contas de pérolas em um enfeite único. As imagens da padroeira dos paraenses, produzidas por Silvia Alencar em resina e caroço de açaí coloridos, também recebem elogios dos visitantes.
Para a artesã, reproduzir a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, além de um prazer, é uma “grande honra”. “Todos os anos me preparo com antecedência para fazer o melhor em homenagem a nossa mãe. É uma grande responsabilidade, por isso dou o meu melhor e me emociono sempre no processo de criação”, ressaltou Silvia.
Criatividade
Artesanatos criados a partir de fibras da região também têm agradado. A artesã Maria do Socorro Pereira trabalha há mais de 10 anos com a fibra do jupati, que colore para criar móbiles, mantos em miniatura e chaveiros.
O jupati é uma palmeira encontrada principalmente na Região Norte, em áreas inundadas e em mangues. A fibra da palmeira é comumente utilizada por populações ribeirinhas na confecção de diversos objetos, principalmente o matapi, armadilha utilizada para a captura do camarão.
O caráter rústico e primitivo das palhas e o aproveitamento da tala de jupati são destaque em peças decorativas e objetos utilitários comercializados no Espaço São José Liberto, que chamam a atenção pela criatividade, charme e elegância.
O artesanato confeccionado a partir da sobra de tecidos é o destaque da marca Madame Floresta neste mês de outubro. Maria das Graças Arruda é a criadora e proprietária da marca, que existe no mercado há mais de 15 anos. Suas peças se destacam por valorizar a cultura amazônica, através das cores, das formas e dos valores do meio ambiente que agregou ao produto.
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| Artesanatos diversos da Casa do Artesão do ESJL. Foto: Carlos Sodré/Agência Pará |
Ao reaproveitar resíduos da natureza, Maria das Graças cria bolsas, camisas, vestidos e bijuterias com matérias-primas regionais. Há cerca de seis anos a artesã também produz o “pato no paneiro”, artesanato lúdico feito com sobras de tecido e fios de cipó - que dão origem à cesta do paneiro. O produto é responsável por 30% das vendas e encomendas da artesã durante o mês do Círio: “Recebo muitas encomendas de patos. Esse ano, inclusive, o produzi em um tamanho menor para que os turistas pudessem levar pra casa sem o problema do volume”, destacou a artesã.
Além de artesanato também é possível comprar, na Casa do Artesão, acessórios de moda e adornos temáticos. A marca Tu Crias se inspirou nas músicas que embalam as procissões da festividade pelas ruas de Belém para criar bolsas. O acessório, produzido em pano cru e couro, reproduz trechos de músicas nazarenas, como do hino “Vós Sois o Lírio Minoso”: “Ó virgem mãe amorosa, fonte de amor e de fé. Dai-nos a benção bondosa, Senhora de Nazaré”.
O “pato no paneiro”, assim como os móbiles de jupati, chaveiros, fitas, camisas, bolsas, mini-cestas típicas, estão disponíveis no Espaço São José Liberto, na Casa do Artesão, que funciona, excepcionalmente, em outubro, de segunda a sábado, das 9h às 19h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.
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| Imagem: Site Promoview/Reprodução |
A coreógrafa e bailarina Clara Pinto lançou no mês, a 21ª edição do Festival Internacional de Dança da Amazônia (Fida), que ocorre em Belém, entre os dias 21 e 25 de outubro, no Theatro da Paz e em outros locais, como no anfiteatro do Espaço São José Liberto, que receberá a programação na quinta feira, dia 23. O lançamento foi no Instituto de Artes do Pará (IAP), às 19 horas, quando foram anunciados os destaques do evento.
Repetindo as outras 20 edições, o Fida vai homenagear um elemento cultural. A homenagem faz parte do projeto Resgate da Cultura Paraense, e, para 2014, Clara Pinto e sua equipe elegeram o Círio de Nazaré.
Para isso, o balé principal, coreografado pelo diretor artístico do festival, o carioca Fábio de Mello, levará ao palco do Theatro da Paz uma coreografia que vai narrar, por intermédio da Cia. de Danças Clara Pinto, a história da maior manifestação de fé do povo paraense.
“Ainda não podemos adiantar detalhes, pois o balé está em fase de concepção, mas posso dizer que o público vai se emocionar com a bela homenagem que estamos preparando para contar a história do Círio por meio da arte da dança. A proposta de associar cultura e religião vem sendo trabalhada há algum tempo e o resultado, sem dúvida, será surpreendente”, contou Clara Pinto.
Com o nome “A fé de um povo”, o balé vai misturar o clássico e o contemporâneo e emocionar pela técnica atual. Aliás, durante o festival, Clara vai anunciar as oficinas que o evento vai oferecer este ano, num total de onze opções. As inscrições para essas oficinas já começaram e as vagas, como sempre, são disputadas até momentos antes das aulas começarem.
A bailarina Ana Botafogo confirmou presença no evento. Ela vai fazer uma palestra sobre história de vida e contar detalhes de como se tornou o maior ícone do balé clássico brasileiro e uma das estrelas mundiais da dança.
Além de comemorar a realização de mais um Fida, Clara Pinto e toda a sua rede de escolas está em festa. O motivo é a conquista de mais espaço no cenário internacional, a partir da valorização de seus alunos.
Alguns deles vêm ganhando espaço em escolas de dança em todo o Brasil e até fora dele. Tudo, segundo Clara, graças ao seu tino para descobrir talentos, como aconteceu recentemente com os jovens Malu Scerne e Rodrigo Soares, que foram descobertos por ela e agora se preparam para embarcar para os Estados Unidos, onde vão estudar na Joffrey Ballet School, em Nova Iorque, uma das mais importantes escolas para bailarinos do mundo.
Clara conta que Malu Scerne, de 18 anos de idade, sempre teve talento para dançar. Ela é aluna da escola Clara Pinto desde criança e logo que começou a ficar na pontinha dos pés, a equipe de professores já percebia que ela seria o sucesso que é. Já Rodrigo, hoje com 20 anos de idade, foi descoberto em um projeto social, o Conquistando a Cidadania, criado em parceria das escolas Clara Pinto e a Fundação Papa João XXIII (Funpapa), há seis anos.
A professora esclarece que Malu Scerne e Rodrigo Soares foram selecionados para a Joffrey Ballet School, a escola. Somente depois de um período de treinos será possível reavaliá-los para verificar a possibilidade – ou não – deles integrarem a companhia da mesma escola.
“Estamos na torcida para que eles se destaquem e façam um curso proveitoso. A entrada na companhia americana é outro processo, mais para a frente”, esclareceu Clara.
Fonte: Site Promoview
Ascom/Igama
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