São José Liberto mostra joias do Pará no Congresso Brasileiro de Magistrados

Desfile de joias do Polo Joalheiro no 21° Encontro dos Magistrados
Joias criadas e produzidas por profissionais ligados ao Polo Joalheiro do Pará foram mostradas, na noite desta quinta-feira (22), no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em um desfile organizado para os participantes do XXI Congresso Brasileiro de Magistrados, realizado em Belém com o tema “O Magistrado do Século XXI: Agente de Transformação Social”.

O artesanato paraense comercializado no Espaço São José Liberto também está sendo exposto em 30 estandes, resultado da parceria entre a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), promotora do evento, a empresa Boing Turismo e Eventos, o Governo do Estado/Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) e a direção do São José Liberto.

O desfile de joias artesanais agradou aos participantes do Congresso, que também visitaram o Espaço São José Liberto na tarde de quinta-feira, incluído no roteiro de visitação a pontos turísticos da capital paraense. “O local é muito bonito, gostei muito do espaço. Também achei as peças bem criativas. O Pará está de parabéns pelos belos pontos turísticos e por esse trabalho de joalheria”, disse Maria de Lourdes Lobo da Costa, do Amazonas, que veio ao Congresso acompanhando o marido, o juiz Ari Moutinho.

Foram mostradas 30 peças no desfile, organizado por Felícia Assmar, da Coordenação do Curso de Moda da Faculdade do Pará (FAP).

O desfile também foi aplaudido pela pernambucana Ana Emília Mello, que acompanha o marido no evento. Do que ela viu no Polo Joalheiro, no estande do São José Liberto e no desfile, os maxicolares foram as peças que mais chamaram sua atenção pela criatividade dos designers e pelo material utilizado, como madeira, chifre de búfalo e gemas minerais. “É bonito e sai do lugar comum: não é uma coisa feita em escala. Esse é o diferencial das peças”, enfatizou Ana Emilia, com a aprovação de Cristina Guerra, juíza pernambucana que também definiu as joias artesanais do Pará como “bonitas, diferentes e de muito bom gosto”.

Antes e depois do desfile, os participantes assistiram ao show do Grupo Parafolclórico Sabor Marajoara, que mostrou danças típicas paraenses, como o carimbó e o lundu.

Estande do Espaço São José Liberto
ARTESANATO – O São José Liberto também participa do encontro com um grande estande de comercialização de joias. No local estão expostos trabalhos dos microempresários vinculados ao Polo Joalheiro, de designers e produtores da Loja UNA, gerenciada pelo Igama (Instituto de Gemas e Joias da Amazônia).

Nos estandes de artesanato estão sendo expostos e comercializados produtos de 23 entidades representativas dos artesãos paraenses, feitos com matéria prima regional e peças confeccionadas com base nas diretrizes da economia criativa, segmento que vem sendo fortalecido no Espaço São José Liberto.

Um dos estandes mostra o artesanato de diversos municípios paraenses, como as peças produzidas em Castanhal (município do nordeste do Pará) e o da Rede Arte na Praça, entidade que reúne artesãos do município de Marituba, na Região Metropolitana de Belém. No estande os participantes do Congresso encontram adornos, bolsas, camisas e objetos decorativos e utilitários, feitos com látex, miriti, cerâmica, balata, madeira, fibra de tururi, telha, sementes e material reciclado.

“A Seicom está com uma parceria muito positiva com o Fórum Paraense de Economia Solidária, através de participações em feiras ou eventos como esse”, informou Gercina Araújo, coordenadora estadual do Fórum Paraense de Economia Solidária, que reúne mais de 500 empreendedores do setor e tem uma diretoria de Economia Solidária na Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda (Seter). Além do artesanato, que concentra as diversas tipologias produzidas no Estado, o Fórum abrange outras categorias, como a de catadores e quilombolas.
Estande da Economia Solidária mostra a diversidade da produção artesanal paraense.

DIVULGAÇÃO - Para a artesã Raimunda Toscano, que tem mais de 40 anos de experiência na área e comercializa seus produtos na tradicional feira da Praça da República e no Espaço São José Liberto, participar do Congresso é importante, por ser mais uma forma de mostrar para outros públicos o seu trabalho. “É bom para divulgar. Sempre que posso participo individualmente ou pelas associações das quais faço parte”, disse ela, que integra a Associação dos Artesãos da Grande Belém, o Sindicato dos Artesãos do Estado do Pará (Sinaepa) e a Associação dos Artesãos Paramazônicos (Artepam).

Raimunda Toscano levou para o Congresso de Magistrados o tradicional cheiro do Pará, feito com essências extraídas de raízes típicas da região, como patchoulli e priprioca. No estande também há bombons de frutas regionais, camisas e outras peças, como uma guirlanda feita de patchoulli.
A artesã Raimunda Toscano levou vários produtos artesanais ao Congresso.
FOTOS: Arthur Paparazzi

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Ascom/Igama





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